Diabinha sexy - Conto de amor e sexo

Em "O Calor do Súcubo", Georgina, um demônio em forma de mulher, está com muita vontade de se entregar ao sedutor Dante

Publicado em 29/05/2012

Edição: MdeMulher

Diabinha sexy

Foto: Divulgação (livro)

Um lampejo dourado passou por meus olhos quando Dante puxou um relógio. Era delicado, parecia mais um bracelete do que um relógio de verdade. Ele me entregou o relógio, e eu o levantei para poder ver melhor. Eu podia transformar qualquer joia que quisesse em mim, mas algo produzido por um ser humano — uma coisa dada de presente — sempre tinha mais significado.

- Onde você conseguiu isso?  Você roubou?
- Eu já disse, tive uma maré de sorte ontem à noite. E, como você não estava aí para a gente curtir uma noitada, imaginei que poderia demonstrar minha eterna afeição de outra forma.
- Obrigada - eu disse sorrindo

Ele estendeu o braço e tocou o relógio delicadamente, fazendo um círculo ao redor do meu pulso. Depois, a mão dele percorreu meu braço e a borda do decote em V da minha blusa, deixando os dedos escorregarem para dentro. Lentamente, e com cuidado, ele foi avançando para um dos meus seios, seus dedos dançavam ao redor do meu mamilo, que já estava saliente no tecido leve. Ele circundou o mamilo, aumentando a pressão, até finalmente apertá-lo entre os dedos, com uma força tão inesperada que dei uma arfada de surpresa. Os olhos dele estavam famintos e exaltados, fazendo-me lembrar de nuvens tempestuosas. De forma imprevista ou não, senti meu desejo se atiçar. Fazia algum tempo que não ficávamos juntos, e há uma grande diferença entre dormir com estranhos e com alguém íntimo. Ele enredou uma mão no meu cabelo, segurando firme, sem se importar se estava me machucando. Ele me puxou para si e pressionou os lábios contra meu pescoço e eu joguei minha cabeça para trás. Sentia a respiração quente dele, enquanto os dentes iam roçando em mim. Nesse meio tempo, ele estendeu as mãos e abriu a minha blusa puxando-a pelos lados, rasgando-a.

Aproximei-me dele quando suas mãos seguraram as taças do meu sutiã. Ele puxou as bordas do sutiã para baixo, fazendo meus seios saltarem para fora, e depois os puxou, beliscando os dois mamilos, cravando as unhas. Gemi de novo. Ele moveu as mãos para baixo e abriu o jeans, puxando a calça e a cueca, revelando a ereção que estava pressionando o tecido. Ele agarrou meus ombros e me empurrou para o chão, sem precisar de palavras para tornar seus desejos perceptíveis. Não hesitei. Ele se inclinou para trás no sofá e eu o peguei com a boca. Meus lábios escorregavam para cima e para baixo, enquanto as mãos dele se enredavam no meu cabelo, puxando com força. Eu suguei com mais ardor, deixando minha língua dançar e provocar conforme eu me movia. Ele já estava duro quando começamos, mas ficou ainda mais túrgido conforme fui colocando-o para dentro e para fora de mim.

Suguei-o com mais força e mais rápido. A respiração dele ficou mais rápida. De repente, ele se moveu para a beira do sofá para poder empurrar o quadril para a frente e assumir o controle. Ainda segurando meus ombros, ele se lançou para dentro de mim. Então, com um grunhido forte, deu um último empurrão com força. Passou a ponta dos dedos ao longo dos meus lábios e os beijou. Uma expressão de satisfação suprema passou pelo rosto dele. Ainda me mantendo em pé, ele escorregou os dedos para dentro da minha calcinha, mergulhando-os em mim. Ele fez os dedos escorregarem para fora de mim, e então foi para o clitóris, e para o centro do meu desejo. Ele batia e fazia movimentos circulares, e eu sentia o calor subindo. Seus dentes mordiscavam a pele sensível. Com isso, explodi, o orgasmo fez meu corpo ter espasmos. Meus joelhos e minhas pernas estavam moles, mas eu sabia que se me soltasse ele não conseguiria mais me tocar, e eu queria que os dedos dele continuassem a me golpear enquanto eu gozava. Afundei no chão e descansei a cabeça no joelho dele.