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Telefonema quente - Conto de amor e sexo

A jovem Kathy Goolsbee entra em um jogo erótico delicioso com o experiente Mickey Sabbath

Publicado em 28/05/2012

Edição: MdeMulher

Jogo erótico

Foto: Getty Images

Tudo começou quando Kathy telefonou para o seu professor Sabbath, para falar de um trabalho. A solidão, a atenção dele, e o papo ficou picante.

- O que você está fazendo agora?
- Estou deitada de barriga para baixo. Estou me masturbando.
- Onde você está?
- Estou em casa, estou na cama.
- Está completamente sozinha?
- Brian foi a um jogo de basquete.
- Sei. Bem, estou feliz por você ter ligado. O que está vestindo?
- Estou usando jeans e um pulôver. A roupa de sempre
- É, essa é sua roupa padrão, não é? Fiquei muito excitado da última vez que conversei com você.
- Hmmmmm.
- Você se masturba muito?
- Bem, não.
- Não?
- Bem, não tenho lá muitas oportunidades. Fico na aula.
- Você tem pensamentos sexuais.
- Constantemente. E eu só... Acho que eu apenas sexualizo qualquer interação que tenho com as pessoas.
- Sente isso comigo?
- Bem, hmmmmm...
- Sabe o que eu queria muito que você fizesse?
- O quê?
- Abrir o zíper da sua calça.
- Tudo bem.
- Soltar o botão.
- Tudo bem.
- E abrir o zíper.
- Estou na frente do espelho.
- Agora, puxe sua calça pelas pernas...
- Vejo minhas pernas. E vejo a parte entre as minhas pernas.
- Pegue sua mão e ponha o dedo bem entre uma perna e a outra. Por fora da calcinha, e esfregue para cima e para baixo. Apenas esfregue de leve. Que tal se sente?
- Tão gostoso. Está molhado.
- Você ainda está por fora da calcinha. Agora empurre a calcinha. E ponha o dedo no seu clitóris. E esfregue para cima e para baixo. E me diga o que está sentindo.
- É gostoso.
- Vá ficando excitada desse jeito.
- Estou deitada no meu dedo.
- Está de barriga para baixo ou para cima?
- Estou me sentando. Eu queria que fosse você
- Molhe os dedos com a língua e molhe a ponta do mamilo. Não é bom? E me diga o que você quer. Diga o que mais deseja
- Quero suas mãos em mim toda. Quero suas mãos nas minhas pernas. Na minha barriga. Nas minhas costas. Nos seus peitos...
- E o que mais?
- Ah, quero que você me aperte. Depois quero que você comece a entrar e sair.
- Ah, é? Já estou entrando e saindo agora. Diga o que mais quer.
- Estou de barriga para baixo. Sentada em cima do meu dedo. Queria tanto que fosse você.
- Vai gozar?
- Eu quero. Quero você aqui em cima de mim. Ah, isso é uma tortura. Está tão gostoso.
- Mexa seu dedo.
- Ah! Ah! Ah! Michey! Ahh! Ahh!
- Você gozou?
- Gozei e foi muito bom.
- Ah, meu anjo. O que você é?
- Uma moça que não presta.
- Isso é uma coisa boa de ser.

*Texto de “O teatro de Sabbath”