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A dança do ventre me deixou soltinha na cama

A vida sexual com o maridão não tem monotonia, mesmo depois do nascimento da nossa filha

Publicado em 07/01/2010

Ricardo Régener

Conteúdo SOU MAIS EU!
Foto: Marina Piedade

O requebrado da dança dá aquela vibração na hora da transa. É claro que ele adora!
Foto: Marina Piedade

Encaixa e desencaixa, mexe o quadril e rebola... O Jefferson fica louco quando a gente faz amor eu uso os movimentos da dança do ventre. Pratico por volta de duas horas por dia, há mais de 15 anos. De tão experiente que sou, não preciso nem mais pensar pra fazer os movimentos na hora do sexo! 

Aprenda a dança do ventre comigo! 

A dança do ventre me destravou

Comecei a dançar quando tinha 20 anos - sou apaixonada pela cultura árabe há tempos. Em poucos meses de prática, já notei a diferença na minha vida sexual: eu estava muito mais solta na cama... Meu quadril ficou leve e eu ganhei muito mais agilidade pra fazer movimentos rítmicos, contrair a musculatura vaginal e também experimentar novas posições.

Isso porque a dança também fortalece as pernas, o músculo do bumbum, o tórax e até os braços! Com mais domínio sobre o corpo e os próprios movimentos, fica mais fácil requebrar na cama e sair daquela monotonia do papai e mamãe.

Evoluí tanto que virei professora

Fiquei tão boa na técnica que abri uma escola de dança do ventre! Já cheguei a ter 80 alunas. Eu gosto de ajudar outras mulheres a ter mais autoestima e a se destravar em todas as situações. E, cá entre nós, no meio da mulherada sempre têm aquelas insatisfeitas na cama... Pois a dança já melhorou a vida sexual de muitas delas!

Teve uma aluna minha que colocou uma música de dança do ventre na hora de transar com o marido. Ela seguiu a batida enquanto fazia o vaivém e, claro, levou o homem dela às nuvens! Depois, veio me contar a façanha, toda satisfeita! Eu ri muito com ela.

Conquistei o Jefferson dançando

Conheci meu atual marido em 2002, poucos meses após voltar de uma temporada de dois anos dançando na Europa e no Oriente Médio. Cruzei com ele no trânsito. O danado me seguiu de carro, insistindo pra eu passar meu celular pra ele. Tive medo, mas passei.

Começamos a nos falar e - olha só a coincidência - descobrimos nossa paixão comum pela dança: ele foi só elogios quando me viu dançando numa festa! Nossa primeira noite de amor foi uns três meses depois do primeiro encontro. Eu dancei muuuito pra ele!

Além de ser excelente para deixar o sexo mais intenso, a dança do ventre é uma ótima preliminar. Os homens são visuais, então, nada como uma apresentação particular para deixálos ''no ponto''. Aí, eles se divertem de veedade na cama!

Capricho no visual para enlouquecê-lo

Pra ele ficar louquinho na hora de ver a dança, eu capricho na produção. Além do bustiê e da tanga, dá pra usar brincos, anéis, pulseiras, luvas, faixas e um véu de seda. Eu também domino algumas danças folclóricas árabes ligadas à do ventre, como a da espada, a do bastão e a do pandeiro. Mas cuidado! Usar esses acessórios sem estar bem preparada pode ser perigoso. Se você não tiver feito um curso, o ideal é usar um desses movimentos que eu ensino ao lado.

Nossa sintonia é total até hoje

A sintonia entre mim e meu amor era tão grande que estamos juntos há sete anos! Nossa vida sexual não tem monotonia, mesmo depois do nascimento da nossa filha. O segredo é ter atitude e inovar. Eu nem espero o Jefferson pedir: tomo a iniciativa e levo pra cama aquela vibração da dança!

Sei a diferença que o sexo faz na vida a dois e invisto mesmo! Uns tempos atrás, comecei um curso de pompoarismo, a ginástica sexual. O Jefferson já comentou que sente a vagina apertar com mais força na hora H... Eu treino sempre! Até no metrô lotado eu já fiz as contrações, discretamente. Não disse que tinha ficado soltinha?

Ela me faz ficar totalmente rendido de paixão

Jefferson Correia, 30 anos, segurança, o marido da Sandra

''Já fiquei com algumas mulheres, mas foi com ela que eu assumi um compromisso sério. Quando a Sandra dançou pra mim pela primeira vez, fui ao auge da excitação. Terminei aquela noite do lado dela, feliz da vida! E até hoje, sete anos depois, vou às nuvens quando ela faz um showzinho particular pra mim! Adoro ver a barriga dela mexendo, aquele quadril vibrando... É um banquete! Quando ela começa a dançar e me convida pra 'algo mais', não hesito... Aos pouquinhos, a Sandra vai me atraindo e, quando vejo, já estou na cama com ela, rendido de paixão. Nunca me arrependi de ter casado com essa mulher incrível que tenho.

Comentários

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Carol - Infelizmente eu como estudante de Dança do Ventre dói ler uma história dessas! Ver a nossa arte ser resumida ao ato sexual! Alguém deveria explicar pra essa professora que dentro da dança do ventre existe o estudo de musicalidade, ritmos, técnica entre outras coisas..... E não essa banalização da dança que ela publicou! Ah e dança da espada não é folclore é uma modalidade!! Caso ela não saiba! Cultura árabe nem passa perto das aulas dela! E por esse tipo de professora que infelizmente a Dança do Ventre é vista com maus olhos! Ao invés de ser encarada como uma expressão artística! - 05/07/2013 13:35:53

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