MDEMULHER TV

Claudiaonline
Claudia

SIGA NAS REDES

  • Anna Karenina (2012)

    /imagem/bem-estar/galeria/anna-karenina-42133.jpg

    Na Rússia imperial, em 1874, a bela Anna Karenina é casada com Karenin, um alto funcionário do governo em São Petersburgo, com quem tem um filho.

    Durante uma viagem a Moscou para tentar ajudar seu irmão a salvar um casamento à beira da ruína por conta das suas traições, Anna conhece o jovem conde Vrónski e imediatamente eles se sentem atraídos um pelo o outro.

    Quando Anna volta para São Petersburgo, tenta retomar a rotina familiar, mas só consegue pensar em Vrónski. Os dois acabam se encontrando novamente e Anna se vê apaixonada por um homem mais jovem. A situação a sufoca por todos dos lados, já que, na época, as prerrogativas eram sempre do homem e um divórcio poderia deixa a mulher na penúria, sem os filhos e banida do convívio social.

    A épica e trágica história, baseada no romance homônimo do escritor russo Leon Tolstói, foi adaptada para os cinemas numa linguagem teatral e dinâmica. Atente aos figurinos de época. São impecáveis!
    Foto: Divulgação

    Keira Knightley, protagonista de Anna Karenina
  • As Pontes de Madison (1995)

    /imagem/bem-estar/galeria/as-pontes-de-madison-27903.jpg

    As Pontes de Madison, de Clint Eastwood, é um filme sobre a morte dos desejos. Uma mulher casada, com filhos adolescentes, conhece um homem e vive com ele um romance durante quatro dias, enquanto sua família está fora. Nesses dias ela redescobre em si valores e sentimentos que haviam sido abafados por um casamento morno.

    Sabemos que ninguém é 100% maternal ou 100% aventureira ou 100% executiva. No entanto, muitas mulheres escolhem um único papel, anulando as outras possibilidades. Fazem isso porque não acreditam na sua capacidade de administrar muitos "eus" dentro de si, optando por dedicar-se a um só, como se ele pudesse resistir sozinho a tantos apelos externos.
    Foto: Reprodução

    As Pontes de Madison (1995)
  • Antes do Pôr do Sol (2004)

    /imagem/bem-estar/galeria/antes-do-por-do-sol-27904.jpg

    O filme Antes do Pôr do Sol, de Richard Linklater, mostra o reencontro de um casal que não se vê há nove anos e a expectativa silenciosa de achar respostas nas poucas horas que eles têm para conversar. O papo inicial é cauteloso, até que chega a hora da explosão, dos desabafos, das acusações e do quase-choro. Tudo em razão do que deveria ter havido entre os dois e, por força das circunstâncias, não houve.

    Como não se sensibilizar com uma jovem que admite ter perdido a ilusão do amor e que passou a viver blindada, refratária a qualquer nova relação? Como não se sentir mexida quando um homem admite que casou porque todos casam, que é infeliz e que a única coisa que lhe justifica a vida é o filho?
    Foto: Reprodução

    Antes do Pôr do Sol (2004)
  • Volver (2006)

    /imagem/bem-estar/galeria/volver-27905.jpg

    A cena de abertura mostra, num cemitério, várias mulheres limpando o túmulo de seus maridos. E é só o que vemos dali por diante: mulheres. Os poucos homens não passam de meros figurantes, quase mortos-vivos. Já mulher é sempre real, comoventemente real.

    Em Volver, Pedro Almodóvar exalta o fenômeno da natureza chamado mãe. Toda mãe é um vulcão, um furacão, uma enchente, um terremoto. Invencível. Não há perda que ela não transforme em força. Não há medo que a mantenha quieta por muito tempo
    Foto: Reprodução

    Volver (2006)
  • Foi Apenas um Sonho (2008)

    /imagem/bem-estar/galeria/foi-apenas-um-sonho-27906.jpg

    Belo casal mora numa bela casa com um belo jardim e belos filhos. O marido está adaptado à rotina, mas a mulher arrasta correntes. É uma estrangeira dentro da própria vida. Queria ser alguém especial, porém é apenas mais uma como as outras, com um destino presumível: repetir os dias. Em determinado momento, um diálogo rápido resume o estado de espírito dela. Ao se abrir com o vizinho a respeito de seu vazio inquietante, ele se mostra compreensivo: "Você queria sair, não?" Ela responde: "Eu queria entrar!"

    O diretor Sam Mendes mais uma vez acerta a mão no filme Foi Apenas um Sonho ao tratar sobre o desespero de se deixar engolir pelo caminho mais fácil: viver a vida de todo mundo
    Foto: Reprodução

    Foi Apenas um Sonho (2008)
  • Vicky Cristina Barcelona (2008)

    /imagem/bem-estar/galeria/vicky-cristina-barcelona-27907.jpg

    Doug que amava Vicky que amava Juan Antonio que amava Maria Elena que amava Cristina que não amava ninguém. O happy end nunca passou tão longe de uma história como em Vicky Cristina Barcelona. Que história? Duas jovens americanas vão passar férias na Espanha. Uma delas está noiva de um homem-padrão e não quer saber de aventuras; a outra está para o que der e vier, basta que surja um guapo bem-disposto. E surge: um pintor que traz na bagagem uma separação mal resolvida com uma tresloucada e que resolve seduzir as duas, mesmo com a ex-esposa na cola. É um salve-se quem puder.

    Mas não é um filme sobre desencontros. Ao contrário, é um filme sobre buscas. O resultado é um filme universal, como universal tem sido a nossa insaciedade. Internet, cinema, novelas, livros, música: tudo nos conduz a pensar que a vida não tem o menor sentido se a gente não sentir prazer 25 horas por dia
    Foto: Reprodução

    Vicky Cristina Barcelona (2008)
  • Garotas do Calendário (2003)

    /imagem/bem-estar/galeria/garotas-do-calendario-27908.jpg

    Garotas do Calendário é obrigatório para quem gosta de filmes divertidos, humanos e inteligentes, sem parafernália tecnológica nem lição de moral no fim. Baseado num fato verídico, conta a história de algumas senhoras entre 50 e 70 anos, moradoras da zona rural de Yorkshire, na Inglaterra. Para levantar fundos a fim de investir no hospital da região, elas decidem posar nuas para um calendário.

    O filme mostra como as noções de decoro podem ser reavaliadas e nos deixa face a face com as contribuições do tempo: que ele passe, ora bolas, e tire dos nossos ombros as angústias que bobamente acumulamos
    Foto: Reprodução

    Garotas do Calendário (2003)
  • Pão e Tulipas (2000)

    /imagem/bem-estar/galeria/pao-e-tulipas-27909.jpg

    O filme Pão e Tulipas conta a história de uma dona de casa que viaja de excursão com a família, mas é esquecida pelo ônibus num restaurante de beira de estrada. Ela então aproveita a oportunidade para "tirar férias" de tudo e de todos: pega uma carona, vai para Veneza, troca de nome e começa a excursionar sozinha por uma nova vida.

    Esse enredo, do diretor italiano Silvio Soldini, mostra que felicidade pode ser qualquer coisa, menos acomodação. Acomodar-se é fazer uma viagem no piloto automático. Muito seguro, mas que tédio. É preciso um pouco de turbulência para a gente acordar e sentir alguma coisa, mesmo que seja medo
    Foto: Reprodução

    Pão e Tulipas (2000)
  • Thelma e Louise (1991)

    /imagem/bem-estar/galeria/thelma-e-louise-27910.jpg

    Ridley Scott colocou Geena Davis e Susan Sarandon na estrada como as duas bandidas mais charmosas do cinema americano. A história de Thelma e Louise: duas mulheres cansadas das decepções amorosas resolvem dar um tempo de suas vidinhas e saem juntas para um prosaico final de semana sem imaginar que a partir dali iniciariam carreira como fora da lei, numa sequência de trapalhadas que as faria ser perseguidas pelo FBI.

    Não é toda hora que surge um road movie protagonizado por mulheres sem que elas estejam atrás de homens, e sim fugindo deles. Vale a pena assistir!
    Foto: Reprodução

    Thelma e Louise (1991)
  • Minha Vida sem Mim (2003)

    /imagem/bem-estar/galeria/minha-vida-sem-mim-27912.jpg

    Minha Vida sem Mim conta a história de uma garota de 23 anos que descobre que tem um tumor avançando pelo corpo e que sobreviverá apenas dois meses. Ela é casada, cria duas filhinhas e leva uma vida modesta. Diante do diagnóstico, resolve não contar a ninguém que vai morrer. Dedica as oito semanas que lhe restam para acertar algumas dívidas com ela mesma e, principalmente, preparar o terreno para que as pessoas que ela ama sejam felizes durante sua ausência.

    É daqueles filmes de assistir na companhia de três caixas de lenço de papel, mas não há pieguice. O filme mostra a personagem gastando seus últimos dias com pequenos prazeres, como pisar na grama de pés descalços e dançar ao ar livre. O que comove é a sutileza da diretora Isabel Coixet, que soube traduzir o senso de proteção que há em toda mulher, o tal lado maternal que se manifesta em todas, mesmo entre as que não tiveram filhos - é da nossa natureza cuidar de maridos, pais e irmãos também
    Foto: Reprodução

    Minha Vida sem Mim (2003)
  • Jogo de Cena (2007)

    /imagem/bem-estar/galeria/jogo-de-cena-27913.jpg

    O documentário, Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho merece ser visto porque é um show de humanidade. Na tela, mulheres anônimas contam seus dramas particulares como se estivessem numa sessão de psicanálise: relações complicadas com filhos, separações conjugais, sonhos adiados, o enfrentamento da morte.

    Mas cada uma dessas histórias torna-se única pelo close, pela atenção que somos convidadas a dar a cada uma dessas desconhecidas. O pulo do gato da obra é que esses depoimentos são intercalados pela aparição de atrizes famosas que interpretam essas mulheres anônimas, repetindo o mesmo texto. Marília Pêra, Fernanda Torres e Andréa Beltrão aceitaram o desafio, e aí vem o instigante do filme: não chegaram lá, apesar de toda a tarimba que possuem. Os depoimentos verdadeiros dão um baile
    Foto: Reprodução

    Jogo de Cena (2007)

11 filmes que refletem o universo feminino

Hollywood é mestre em falar sobre a alma feminina em seus filmes. Conheça algumas das melhores produções que refletem o universo feminino e os motivos que nos levam a amá-las

Atualizado em

Comente

Rede MdeMulher
Publicidade