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Flutuação terapêutica: conheça esta nova modalidade

Desestressar, organizar a cabeça e ainda aliviar as dores. Eis o que promete um novo método que usa um tanque de água salgada

Publicado em 05/07/2012

Diogo Sponchiato

A sessão no tanque flutuante lembra um banho no Mar Morto, lago no Oriente Médio
Foto: Getty Images

Chegou ao país o primeiro tanque de flutuação desenvolvido para proporcionar bem-estar físico e mental. Popular nos Estados Unidos e na Europa, esse modelo de terapia busca uma espécie de privação dos sentidos, já que o ambiente é escuro e sem ruídos e o indivíduo fica submetido a um estado de ausência de gravidade - como a água da banheira tem alta concentração de sal, o corpo não afunda.

"A pessoa experimenta, então, uma posição inédita, e isso propicia profundo relaxamento muscular", explica a terapeuta Helena Liva Braga, responsável pelo Samadhi Floatation no Brasil, cuja primeira unidade foi instalada na clínica Inner Fit, em São Paulo. "Há relatos de alívio nas costas para gestantes, redução de dores na fibromialgia e na artrite, além de melhora da concentração e da criatividade no dia a dia", conta.

Por dentro do tanque

Temperatura

É parecida com a da nossa pele. Fica entre 35,4 e 35,6 graus.

Sal

São usados 350 kg de sal do tipo Epson, que tem menos iodo.

Água

O tanque tem 650 litros e profundidade de 25 centímetros.

Tempo

As sessões podem ser semanais e duram uma hora.

A natureza inspira

A sessão no tanque flutuante lembra um banho no Mar Morto, lago no Oriente Médio famoso pela alta densidade de sal, o que permite às pessoas permanecerem na superfície da água. A ideia do tanque foi esboçada por um neurocientista americano ainda na década de 1950.

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