22 nov

Saúde

Como descobrir qual é a pílula anticoncepcional mais adequada?

Por Daniela Carasco postado em 22/11/2011 às 16h50

Comentários (3)

Foto: Getty Images

Na hora de escolher a melhor pílula anticoncepcional, nada de seguir orientações de conhecidos ou de um farmacêutico. O ideal a ser feito nesse momento é procurar um médico. Segundo Lucia Costa Paiva, professora de ginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, em entrevista à revista ANAMARIA, “o especialista fará a indicação levando em consideração a saúde e o tipo físico (alta, magra, gordinha…) da paciente”.

As pílulas mais comuns são as chamadas combinadas, com dois hormônios em sua composição. As mulheres que tomam esse tipo menstrual todos os meses. As que tomam pílulas com apenas um hormônio deixam de menstruar. As mais recomendadas são as com hormônios de 20 a 30 mg, porque quantidades superiores a essas podem causar problemas, como ovários policísticos. Já as de 15 mg podem alterar o ciclo menstrual. Converse com o seu ginecologista.

Leia mais:

- Anticoncepcional em injeção

- Anticoncepcional em adesivo

(Com reportagem da revista ANAMARIA)

Daniela Carasco

Daniela é repórter do MdeMulher e vai responder as principais dúvidas das leitoras sobre corpo, beleza e saúde.

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Comentários (3) em "Como descobrir qual é a pílula anticoncepcional mais adequada?"

  1. Giuliana disse:

    Realmente é necessário procurar um médico. Mas é importante ter algum conhecimento, e tomar certos cuidados, pois os médicos também acabam por indicar contraceptivos da moda!!! ou seja, do laboratório que fizer a melhor propaganda$$$$$$$, então vamos ter bom senso, e sempre procurar mais informações.

  2. Leandro Rodrigues da Silva disse:

    Que ridículo e precondeituoso esse comentário nós farmacêuticos na maioria das vezes temos maior conhecimento da farmacologia e farmacocinética dos medicamentos é claro que o médico deve sim ser considerado mas o trabalho deve ser multidisciplinar uma vez que médicos conhecem de medicamentos aquilo que os representantes comerciais lhe vendem … e saem por aí indicando uma disparidade de medicamentos muitas vezes baseado em teorias da indústria farmacêutica ( não generalizando existem médicos maravilhosos ) porém o histórico clínico de cada paciente e exames laboratoriais sempre devem ser considerados.

  3. Leandro Rodrigues da Silva disse:

    Retificando não é o comentário acima da Giuliana que é ridídiculo e sim essa matéria em si. Tenho pena das mulheres que são amioria no Brasil e não tem acesso a informação técinico científica suficiente e leem esse monte de asneiras…… meus pêsames para a mulherada que acessa a mídia popular ….