Dieta nunca mais
Cientistas norte-americanos descobrem a existência do gene do fast food
Por Patrícia Giuffrida postado em 07/02/2012 às 10h15
Gostar de comida gordurosa é genético? É possível que sim. Cientistas das Universidades de Columbia, Cornell, Rutgers e Penn State, nos EUA, identificaram a forma de expressão de um gene que está relacionado à preferência pessoal por comidas gordurosas. Esse gene está presente em 21% da população. Os resultados da pesquisa – publicada na última edição da revista Obesity e divulgada na revista VEJA – ajudam a explicar por que é tão difícil para algumas pessoas seguir uma dieta de baixas calorias.
Esse gene se chama CD36 e está presente em todo o mundo animal. Sua forma “AA”, que foi identificada como a responsável pela preferência por gordura, teve um papel importante na evolução dos seres humanos segundo o estudo. “Gorduras são essenciais em nossas dietas. Na nossa história evolutiva, pessoas que tinham mais facilidade em ingeri-la tinham também mais chance de sobrevivência”, explica Kathleen Keller, especialista em ciência nutricional e uma das autoras da pesquisa, em entrevista à revista VEJA.
“Agora demonstramos que pessoas com formas particulares do gene CD36 tendem a gostar mais de fast food e outras comidas gordurosas do que a média da população. O resultado é que essa porção da sociedade é um grupo de risco para a obesidade“, completa a pesquisadora.
Segundo a revista VEJA, o próximo passo na pesquisa será investigar como o gene se expressa em crianças, já que, para elas, pode ser ainda mais difícil se adaptar a uma dieta pouco calórica. E como os cientistas farão isso? A ideia é escanear o cérebro dos pequenos enquanto eles consomem alimentos e bebidas ricos em gordura para ver que partes reagem. Assim, será possível desenvolver alimentos que possam ser percebidos como gordurosos e gostosos para o cérebro, mas que, na verdade, são saudáveis. Será que isso é possível mesmo? Vamos aguardar.
(Com reportagem da revista VEJA)
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Alimentos funcionais podem ajudar no combate à obesidade
Por Patrícia Giuffrida postado em 11/10/2011 às 11h49
Você sabia que hoje é o Dia Internacional da Obesidade? Esse problema tem crescido tanto no mundo todo que até criaram um dia específico para debater sobre esse assunto. Os números são alarmantes! De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), há cerca de 1,6 bilhão de pessoas acima de 15 anos que estão com excesso do peso. Destes, 400 milhões são obesos.
O que fazer para combater esse problema? Quem tem sobrepeso ou é obeso deve seguir um plano alimentar saudável. Mas mais do que isso: é importante também incluir determinados alimentos funcionais na dieta. Mas o que são alimentos funcionais?
São aqueles que contêm substâncias ativas capazes de atuar no organismo, prevenindo e combatendo doenças, principalmente crônicas.
”Os compostos funcionais que podem ajudar no combate à obesidade são os alimentos ricos em fibras e os termogênicos, como pimenta vermelha, mostarda, gengibre, chá verde e café”, afirma Eliane Lopes Rosado – nutricionista e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro – em palestra no Mega Evento de Nutrição realizado no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo, no dia 7 de outubro.
Os alimentos termogênicos são chamados assim porque aceleram o metabolismo, fazendo com que o corpo queime mais calorias. Um outro bom exemplo disso é o óleo de coco, estudado pela professora Eliane. Ele contém um tipo de gordura chamado triglicerídeos de cadeia média – TCM , que contribui para a perda de peso e a redução da gordura corporal. Segundo a especialista, esse óleo pode diminuir o apetite. Além disso, pode reduzir o colesterol ruim e aumentar o bom.
Que tal incluir esses alimentos na sua dieta? Mas atenção: se você está com sobrepeso ou é obeso, antes de iniciar qualquer dieta, consulte um médico e um nutricionista. Converse com eles sobre a possibilidade de consumir determinados alimentos funcionais. Também é importante checar a quantidade adequada. Isso depende de pessoa para pessoa, ok. O ideal é emagrecer de maneira saudável.
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Armadilhas dos regimes
Conheça as cinco causas mais comuns que brecam o emagrecimento
Por Patrícia Giuffrida postado em 31/05/2011 às 13h00
Você faz dieta, frequenta a academia e segue todas as dicas de emagrecimento que lê em livros, revistas e sites. Mesmo assim, não consegue perder peso. Durante dias, o ponteiro da balança nem se mexe! Se você está passando por isso, acalme-se. Nem tudo está perdido. A explicação pode estar no aspecto emocional, físico e comportamental. Conheça aqui as cinco causas mais comuns que brecam o emagrecimento, publicadas na revista CLAUDIA:
Promessas muito difíceis
Nada de radicalismos em sua dieta, como cortar totalmente os carboidratos ou ficar o dia todo sem comer. “Faça pequenas alterações no dia a dia, como olhar as opções do bufê antes de entrar na fila”, recomenda a psicóloga Rejane Sbrissa, de São Paulo, em entrevista à revista CLAUDIA.
Cuidado com a autossabotagem
Beliscar salgadinhos fritos, atacar sanduíches de fast food, cair de boca nas guloseimas… Colocar a dieta a perder é conspirar contra o próprio sucesso. Trabalhe o autoconhecimento: assim, você lida com emoções que levam ao impulso e aprende a agir como magra.
Falta de nutrientes no organismo
A deficiência de nutrientes no corpo pode gerar vários problemas de saúde. Um deles é a síndrome da fome oculta. Quem apresenta esse distúrbio está sempre com fome, sente cansaço, fraqueza, cãibra e dificuldade de concentração. Por isso, é importante seguir uma alimentação variada, montando pratos coloridos.
Metabolismo lento
A partir dos 45 anos, o gasto energético cai em torno de 15%. Mas a queda pode ocorrer em outras fases por sedentarismo ou desequilíbrio hormonal. “É possível medir o metabolismo de repouso com um calorímetro. Se o problema for diagnosticado, é preciso praticar atividade física regularmente”, explica o endocrinologista Alfredo Halpern, de São Paulo, em entrevista à revista CLAUDIA.
Tendência à obesidade
Quem faz parte de uma família de gordinhos tem mais dificuldade para emagrecer. Mas saiba que é possível perder peso de maneira saudável. Mas é preciso se cuidar sempre, seguindo um cardápio equilibrado e nutritivo!
(Com reportagem de Sylvia Radovan para a revista CLAUDIA)
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Dieta nunca mais
Excesso de peso aumenta risco de doenças
Por editores abril postado em 20/10/2010 às 9h02

Foto: Thinkstock
Não existe segredo: a melhor forma de reduzir as medidas é gastar mais energia do que se consome. Dietas, remédios, cirurgias e outras fórmulas mágicas prometem eliminar a gordura abaixo do umbigo. Mas além de não ser aconselhadas como primeira opção, nem sempre funcionam.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), medidas de circunferência abdominal maiores de 80 centímetros em mulheres e 94 centímetros em homens podem representar maiores riscos de doenças cardiovasculares, como infarto ou diabetes.
Quem tem excesso de peso deve se preocupar com o metabolismo para depois pensar em perder gorduras localizadas, como na barriga. A primeira medida é controlar o peso, mantendo alimentação saudável e exercícios físicos diários.
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(Da Redação, com Agência Estado)
Armadilhas dos regimes
Azeite de oliva auxilia no combate a obesidade, diz pesquisa
Por editores abril postado em 13/10/2010 às 10h30

Thinkstock
Uma pesquisa divulgada recentemente pela Universidade de Campinas (UNICAMP) revelou que dietas ricas em gorduras saturadas promovem a lesão de uma região do cérebro chamada hipotálamo, responsável pelo controle da fome e do gasto energético, e fazem as pessoas consumir mais calorias.
A fim de encontrar uma solução para esse problema, os pesquisadores descobriram também que o azeite de oliva é capaz de trazer sensação de saciedade, o que evita a vontade de comer mais do que o necessário. Os ácidos graxos monoinsaturados presentes no azeite podem impedir a inflamação do hipotálamo, o que evita a obesidade. Além disso, os ácidos graxos monoinsaturados aumentam a produção do hormônio GLP 1 no intestino, que promove a saciedade.
De acordo com as nutricionistas da Rede Mundo Verde, Thaís Souza e Natália Lautherbach, o ideal é consumir em torno de 15 ml e 30 ml por dia. O azeite pode ser acrescido em saladas ou no prato já servido. Para preservar suas características químicas, deve ser armazenado em local fresco e ao abrigo de luz.
Além de ser usado contra a obesidade, o azeite também tem ação antioxidante que ajuda a retardar o envelhecimento da pele. Outro ponto positivo é que o alimento reduz o colesterol e previne doenças cardiovasculares.
Apesar dos benefícios, é bom alertar que o azeite não deve ser aquecido, para que a boa gordura não se transforme em saturada.
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Dieta nunca mais
Mulher magras ganham mais, diz pesquisa
Por editores abril postado em 12/10/2010 às 9h42

Thinkstock
Ser magrinha não é apenas uma questão de estética, pelo menos segundo uma pesquisa americana, divulgada pelo Wall Street Journal. O estudo descobriu que mulheres supermagras ganham mais do que aquelas que têm um peso normal. Pasmem: pesar cerca de 11 quilos a menos do que a média pode significar US$15 mil a mais por ano! E, quanto mais acima do peso, menor o salário: os mesmos 11 quilos, só que a mais, podem custar até US$13 mil anualmente.
Para os homens, é o contrário: os magrinhos demais ganham menos, enquanto uns quilinhos extras garantem mais dinheiro no fim do mês – a não ser que eles se tornem obesos, e aí a tendência se reverte.
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Dieta nunca mais
Ser magra faz mulher mais feliz do que namorar
Por editores abril postado em 07/10/2010 às 9h31

Foto: Thinkstock
Esqueça encontrar o homem perfeito: o que faz uma mulher feliz é estar no peso certo, pelo menos segundo um estudo de 24 anos que aponta que o peso de uma mulher tem um efeito maior para sua autoestima do que a vida amorosa. A pesquisa, divulgada no jornal “Daily Mail”, diz ainda que mulheres obesas tendem a ser mais tristes do que mulheres solteiras.
Especialistas dizem que o estigma de estar acima do peso ideal tem se tornado tão grande que afeta todos os aspectos da vida. Segundo a psicóloga Pam Spurr, mulheres obesas pensam em seu pesoa todo momento. “Isso não sai do pensamento delas, ainda mais com uma sociedade que supervaloriza o corpo e a aparência. Mulheres obesas são estigmatizadas por pessoas que pensam que elas são preguiçosas”, diz.
Para a psicóloga, o fato de estar solteira tem se tornado mais socialmente aceito. “É comum alguém dizer ‘Ela é solteira, mas muito amável’. Uma mulher solteira pode ser muito solitária, mas tem muito mais esperanças do que uma mulher obesa”, completa.
O estudo, que foi realizado na Alemanha entre os anos de 1984 e 2008, também descobriu que ser sociável e se exercitar aumenta satisfação com a vida, reporta o jornal “Proceedings of the National Academy of Sciences”.
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Dieta nunca mais
Algas marinhas ajudam a saciar a fome e regular intestino
Por editores abril postado em 10/09/2010 às 11h52

Foto: Thinkstock
Ágar-ágar, também conhecido como kanten, é uma substância mucilaginosa que se encontra em plantas marinhas, extraída das paredes celulares de várias espécies de algas vermelhas, com função laxante e regularizadora do intestino. Além disso, essa substância ajuda a melhorar o colágeno da pele, o brilho dos cabelos e é uma grande aliada da dieta.
Em casos de obesidade esta alga é indicada porque quando ingerida com água, proporciona a formação de um gel que preenche a maior parte do estômago causando sensação de saciedade e volume.
O kanten tem baixíssimas calorias e é composto de 80% de fibras vegetais. Existem também alegações que ele traz benefícios no combate a diabetes. No Brasil, você encontra o ágar-ágar vendido em cápsulas ou em pó em farmácias de produtos naturais. Além de lojas especializadas em produtos orientais. É indicado que faça uso da alga 30 minutos antes das refeições, com dois copos de água.
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(Por Priscila Harumi)
Armadilhas dos regimes
Fuja do efeito sanfona e mantenha o peso ideal
Por editores abril postado em 07/09/2010 às 9h56

Foto: Thinkstock
Encarar uma dieta e conseguir perder o excesso de peso é uma vitória e tanto. O difícil é manter-se magro. Pesquisadores das Universidades Brown e do Colorado, nos Estados Unidos, acompanharam cinco mil ex-obesos e sua rotina para se manterem magros.
Dentre os métodos está reeducação alimentar, prática de exercícios diariamente, tomar café da manhã todos os dias e nunca deixar de se alimentar. Veja o que os especialistas recomendam a quem não quer voltar a engordar:
Praticar atividade física regularmente
Um dos fatores para se manter magro é fazer exercícios. Em longo prazo, é muito mais difícil cortar calorias no prato do que queimá-las na esteira. É preciso encarar a ginástica como um hábito tão imprescindível quanto escovar os dentes. Noventa por cento das pessoas que mantém um peso adequado praticam atividade física diariamente.
Usar a balança com freqüência
Quem se pesa com freqüência evita o descontrole do peso. Assim, aprende a controlar melhor a alimentação e a atividade física. Os especialistas recomendam a ida à balança às sextas-feiras e aos domingos. Não é necessário se pesar diariamente.
Não abusar da comida nos fins de semana
A velha teoria de que a partir de sexta-feira se pode dar um adeus à dieta é relativa. A dieta no sábado e no domingo pode sim ser mais liberal. Mas isso não quer dizer que é preciso ultrapassar os limites do bom senso. Comeu demais no sábado ou no domingo? Queime parte das calorias com uma caminhada ou num passeio de bicicleta.
Tomar café da manhã todos os dias é importantíssimo
A primeira refeição do dia ativa o metabolismo, retirando-o do modo lento da noite e colocando-o no modo dia, quando a queima de calorias é maior. Quem toma café da manhã tende a comer com mais freqüência e em porções menores, o que ajuda a manter o peso. A maioria das pessoas que consegue evitar o ganho de peso após uma dieta não pula o desjejum.
Ingerir poucas calorias e evitar o excesso de gordura
O importante é selecionar bem alimentos com pouca caloria. Dessa forma, come-se mais e se evita a fome. Evitar gordura é fundamental porque ela corresponde a 24% dos nutrientes consumidos pelos ex-gordos. A gordura está presente em sorvetes cremosos, pão de queijo e no leite integral.
Evitar comer fora de casa
Ao preparar sua comida, as pessoas conseguem ter um controle maior sobre o que ingerem. Quando passamos muitas horas sem comer, o organismo interpreta um jejum prolongado como um sinal de alerta para economizar energia e, assim, manter as funções vitais. Ou seja, o ritmo metabólico diminui. O ideal é fazer intervalos de três ou quatro horas entre as refeições, para equilibrar o nível metabólico.
Eliminar o fast-food
A combinação de hambúrger, batata frita e refrigerante detona qualquer dieta e controle de peso. Eles são ricos em carboidratos e ultracalóricos. Esses alimentos saciam a fome por pouco tempo e em uma hora bate a vontade de comer novamente.
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(Com informações da Agência Estado)
Comportamento
Modelo “plus-size” fala sobre dieta que quase a matou
Por editores abril postado em 03/09/2010 às 8h30

Foto: Getty Images
Crystal Renn é a modelo “plus-size” mais famosa e bem paga da atualidade. Não é a toa, a moça já emplacou capas importantes como da “Bazaar” e “Elle”, além de desfilar para as grifes “Jean Paul Gaultier” e “Chanel”. Feliz e confortável com seu corpo, Crystal conta como foi que venceu a anorexia, em entrevista a revista “Look”.
“Falaram que eu deveria perder 25 cm do meu quadril, então decidi entrar em uma dieta e logo perdi 16 kg”, diz Crystal. “Aí meu peso estabilizou, mas eu continuei malhando oito horas por dia, comendo apenas vegetais e bebendo grandes quantidades de coca diet”.
A modelo conta que foi apenas quando o peso dela despencou e seu cabelo começou a cair que ela decidiu que não queria continuar com esse estilo de vida. Agora ela consegue manter a forma praticando ioga e caminhadas. Além de comer coisas saudáveis quando sente vontade.
“As pessoas se importam mais com meu peso do que eu”, diz a modelo “plus-size” que detesta rótulos. “Só quero viver a minha vida”, fala Crystal.
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(Por Priscila Harumi)
Patrícia Giuffrida
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