Armadilhas dos regimes
Pode incluir batata frita na dieta?
Por Patrícia Giuffrida postado em 30/10/2011 às 11h00
Acredite se quiser: é possível incluir batatinhas fritas na dieta! A novidade veio de um estudo realizado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e publicado no site da revista SAÚDE!.
Os pesquisadores elaboraram um programa de reeducação alimentar para 86 pessoas acima do peso. Elas seguiram essa dieta durante três meses. Nesse regime, era permitido consumir de cinco a sete porções de batatas por semana. Na prática, uma porção equivale a uma batata cozida ou a duas colheres de sopa da versão frita. No final do trabalho, todos os participantes perderam medidas! Isso mostrou que o alimento pode fazer parte do cardápio de emagrecimento.
Mas calma lá! Não é para sair correndo atrás de qualquer fast food. É importante saber que tudo depende da maneira como a fritura é feita. “A temperatura ideal é entre 170º e 180°C”, orienta a nutricionista Vanderlí Marchiori, da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva, em entrevista à revista SAÚDE!. Se durante o preparo muita fumaça começar a sair da frigideira, é sinal de que esquentou além da conta. Nesse caso, esqueça as batatinhas, ok!
Mais uma dica: “A quantidade de óleo deve ser suficiente para cobrir o alimento”, alerta a especialista. Não vale extrapolar na quantidade do ingrediente, pois isso faz com que a batata absorva muito óleo, tornando-se um petisco muito gorduroso.
Outra sugestão é não reutilizá-lo, mesmo que pareça novinho. É que, durante o aquecimento prolongado, o óleo se altera, demorando mais tempo para fritar os alimentos. Isso também aumenta sua absorção.
Portanto, se você quer emagrecer ou manter a forma, não abuse da batatinha frita. Consuma só de vez em quando. Prefira versões mais magrinhas. Esse legume assado ou cozido também fica uma delícia!
(Com reportagem da revista SAÚDE! – Emagrece, Brasil)
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Tags:
batata frita, dieta, emagrecimento, frituras, legumes, óleo, pesquisa
Armadilhas dos regimes
Cuidado: consumir produtos light em excesso pode engordar
Por Patrícia Giuffrida postado em 02/04/2011 às 13h00
Que tal, na hora do almoço, você substituir o refrigerante açucarado por duas latinhas da versão light? No lanchinho da tarde, você costuma trocar o salgado por várias barras de cereais light? No cinema, você se recusa a comprar um balde de pipoca com manteiga, mas devora duas cumbucas cheias da versão “menos gordurosa”? Será que vale a pena fazer essas trocas?
A resposta é: não. Uma pesquisa realizada na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, concluiu que quem opta por produtos supostamente menos engordativos come até 25% a mais do que pessoas que preferem os originais.
No estudo, foram observados os hábitos alimentares de quase 300 indivíduos. E esse excedente consumido, mesmo que seja de petiscos magros, pode culminar em um aumento de peso. Portanto, cuidado! Você pode até se alimentar com produtos light, mas não exagere na quantidade. Veja aqui três dicas da revista SAÚDE!:
• Distribua os aperitivos light em potes pequenos. Assim, dá para ter uma noção mais realista da quantidade de comida consumida.
• Fique de olho na tabela nutricional de cada produto. Atenção para calorias, gorduras e a porção indicada.
• Mais um alerta: não se leve pelas letras garrafais presentes na embalagem. Elas trazem promessas que acabam em exageros de consumo.
(Com reportagem de Theo Ruprecht para a revista SAÚDE!)
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Armadilhas dos regimes
Azeite de oliva auxilia no combate a obesidade, diz pesquisa
Por editores abril postado em 13/10/2010 às 10h30

Thinkstock
Uma pesquisa divulgada recentemente pela Universidade de Campinas (UNICAMP) revelou que dietas ricas em gorduras saturadas promovem a lesão de uma região do cérebro chamada hipotálamo, responsável pelo controle da fome e do gasto energético, e fazem as pessoas consumir mais calorias.
A fim de encontrar uma solução para esse problema, os pesquisadores descobriram também que o azeite de oliva é capaz de trazer sensação de saciedade, o que evita a vontade de comer mais do que o necessário. Os ácidos graxos monoinsaturados presentes no azeite podem impedir a inflamação do hipotálamo, o que evita a obesidade. Além disso, os ácidos graxos monoinsaturados aumentam a produção do hormônio GLP 1 no intestino, que promove a saciedade.
De acordo com as nutricionistas da Rede Mundo Verde, Thaís Souza e Natália Lautherbach, o ideal é consumir em torno de 15 ml e 30 ml por dia. O azeite pode ser acrescido em saladas ou no prato já servido. Para preservar suas características químicas, deve ser armazenado em local fresco e ao abrigo de luz.
Além de ser usado contra a obesidade, o azeite também tem ação antioxidante que ajuda a retardar o envelhecimento da pele. Outro ponto positivo é que o alimento reduz o colesterol e previne doenças cardiovasculares.
Apesar dos benefícios, é bom alertar que o azeite não deve ser aquecido, para que a boa gordura não se transforme em saturada.
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Dieta nunca mais
Mulher magras ganham mais, diz pesquisa
Por editores abril postado em 12/10/2010 às 9h42

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Ser magrinha não é apenas uma questão de estética, pelo menos segundo uma pesquisa americana, divulgada pelo Wall Street Journal. O estudo descobriu que mulheres supermagras ganham mais do que aquelas que têm um peso normal. Pasmem: pesar cerca de 11 quilos a menos do que a média pode significar US$15 mil a mais por ano! E, quanto mais acima do peso, menor o salário: os mesmos 11 quilos, só que a mais, podem custar até US$13 mil anualmente.
Para os homens, é o contrário: os magrinhos demais ganham menos, enquanto uns quilinhos extras garantem mais dinheiro no fim do mês – a não ser que eles se tornem obesos, e aí a tendência se reverte.
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Fitness e ginástica
Nozes abaixam a pressão em condições de estresse
Por editores abril postado em 12/10/2010 às 9h41

Thinkstock
Consumir apenas uma porção de nozes por dia pode ajudar o corpo a abaixar a pressão arterial que atinge picos em momentos de estresse, segundo estudo divulgado pela Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
A autora da pesquisa, Sheila G. West, explicou que as pessoas que têm respostas biológicas exageradas às situações de estresse correm maior risco de desenvolver doenças cardíacas. Os responsáveis pelo benefício são os ômega-3 e ácidos alfa-linoleicos contidos nas nozes, que também são ricas em fibras e antioxidantes.
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Aliados da dieta
Marca americana está desenvolvendo sorvete anti-idade
Por editores abril postado em 04/10/2010 às 12h28

Thinkstock
A famosa – e deliciosa! – marca de sorvetes americana Ben & Jerry’s está trabalhando para desenvolver um sorvete anti-idade. A guloseima terá propriedades antioxidantes, e está sendo criada por um time de cientistas americanos da Ampere Life Science.
A empresa Unilever, que é responsável pela distribuição da marca, terá todos os direitos sobre o novo sorvete anti-idade. A má notícia, porém, é que ele deve demorar pelo menos cinco anos para chegar ao mercado.
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(Por Laura Folgueira)
Fitness e ginástica
Exercício após um dia estressante pode ser prejudicial
Por editores abril postado em 01/10/2010 às 8h36

Foto: Thinkstock
Dar aquela corrida ou entrar numa aula de ginástica após um dia de estresse é uma ótima maneira para relaxar. A prática de exercícios neste caso ajuda o organismo a se livrar da adrenalina e do cortisol, os conhecidos hormônios do estresse que ficam na circulação em momentos de tensão.
Porém, estudos recentes da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp, dão um alerta. As pessoas que tendem a canalizar todo o estresse na malhação correm o risco de se machucar. A adrenalina que já está no corpo inteiro tenciona os músculos. E aí um movimento um pouco mais forte é suficiente para provocar uma lesão.
Até mesmo a visão periférica é afetada quando as tensões se acumulam e você teima em praticar um esporte. O que isso significa? Você simplesmente deixa de enxergar o que está acontecendo à sua volta. Em uma partida de futebol, por exemplo, o risco de choque corporal com outro jogador é grande.
O melhor a fazer nos casos de um dia muito estressado, é esperar a cabeça esfriar para fazer sua atividade física. Ou então, optar por uma atividade que elimine a tensão do dia e promova a sensação de bem estar, como ioga.
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(Com informações da Agência Estado)
Dieta nunca mais
Múltiplos benefícios de adicionar gengibre a dieta
Por editores abril postado em 30/09/2010 às 8h23

Foto: Thinkstock
Gengibre é conhecido por ajudar quem tem dor de garganta. Além disso, quem tem problemas de intestino e enjoo podem apostar nessa famosa planta herbácea. Como se isso não fosse suficiente, um novo estudo descobriu mais um benefício: aliviar dores musculares depois da malhação. Sabe aquela dorzinha que fica em todo corpo depois de um treino puxado?
Pesquisadores dividiram 74 adultos em dois grupos separados. Um dos grupos recebeu suplemento de gengibre todos os dias e o outro recebia um placebo. Durante 11 dias, os participantes passaram por uma série de exercícios que dão aquela dormência muscular. No final do estudo, o grupo que tomava gengibre teve uma redução na dor de até 25% a mais do que o do placebo.
Estudiosos acreditam que o gengibre tenha em suas propriedades um antiinflamatório natural. Ele pode ser encontrado em cápsulas, em farmácias de produtos naturais. Uma ótima opção é tomar chá de gengibre após os exercícios.
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(Por Priscila Harumi)
Fitness e ginástica
Exercícios precisam ser mais intensos para perder peso
Por editores abril postado em 27/09/2010 às 14h30

Foto; Thinkstock
Manter o peso ideal pode exigir uma cota de sacrifício um pouco maior do que imagina a maioria das mulheres. Um estudo realizado com 34 mil voluntárias na Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que, para evitar um ganho de peso significativo a longo prazo, são necessários no mínimo 60 minutos diários de atividade física com intensidade moderada a intensa, como corrida, bicicleta, dança e outros exercícios aeróbicos.
A pesquisa tinha como objetivo avaliar a mudança de peso nas mulheres com o passar do tempo. Durante 13 anos, foram acompanhadas voluntárias com aproximadamente 50 anos de idade. A cada ano, elas eram submetidas a exames físicos e estéticos e respondiam a questionários sobre seus hábitos. Cerca de 50% das mulheres faziam menos de 150 minutos semanais de atividade física.
Os resultados mostraram que as mulheres em geral apresentam um ganho de 2,3 kg em 13 anos. Aquelas que se exercitam mais e costumam gastar uma hora por dia com atividades físicas têm menor probabilidade de engordar mais do que o esperado ao longo do tempo. Já as que dedicaram menos tempo à atividade física têm 12% a mais de chance de ganhar uma quantidade maior de peso.
Mas as mulheres que não conseguem atingir a meta de 60 minutos diários de exercício não precisam ficar desapontadas. A pesquisa mostrou que, apesar de pouco para a regulação do peso, 150 minutos de atividade física por semana já contribuem para a prevenção de diversas doenças.
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(Com informações da Agência Estado)
Armadilhas dos regimes
Dieta com pouco carboidrato pode ser prejudicial à saúde
Por editores abril postado em 15/09/2010 às 9h01

Foto: Thinkstock
Todo mundo que tenta seguir uma dieta já sabe: cortar os carboidratos é essencial para conseguir emagrecer. Mas segundo estudo divulgado pelo NY Times, as pessoas que simplesmente substituem as calorias do pão e da massa por proteína e gordura animal podem estar correndo um sério risco de desenvolver câncer e problemas cardíacos.
O estudo publicado nos Anais da Medicina Interna, nos EUA, constatou que a taxa de mortalidade entre pessoas que aderiram a uma dieta low-carb era 12% mais alta em duas décadas do que aqueles que consumiam mais carboidrato. Mas isso varia dependendo da fonte de proteína e gordura usada substituir essa substância.
Adquirir a proteína de vegetais e nozes, na verdade, faz essa história mudar e aumentar a expectativa de vida. Já substituir por proteína animal, como carne vermelha, aumenta – e muito – as chances de ter problemas de saúde no futuro.
“Se as pessoas quiserem seguir uma dieta low-carb, esse estudo ajuda a dar algumas direções”, diz a pesquisadora Teresa T. Fung, nutricionista da Simmons College, em Boston, onde o estudo foi realizado.
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(Por Priscila Harumi)
Patrícia Giuffrida
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