Curti! / Não Curti!
Não Curti!: Quem odiou o Final de Fina Estampa levanta a mão!
Por Jorge Brasil postado em 23/03/2012 às 23h49
Sério! Não é implicância. Mas o final de Fina Estampa entrou para a história como um dos piores de todos os tempos. Nem sei por onde começar. As cenas de Tereza Cristina (Christiane Torloni) no cativeiro de Griselda (Lilia Cabral) foram constrangedoras. Nada convenceu. Jesus! Mas foram apenas a ponta num iceberg de falta de coerência. Mesmo assim a novela fechou seu ciclo com uma audiência impressionante: 47 pontos de média. Mas vamos enumerar o festival de ruindade do capítulo final:
- O assassinato de Ferdinand (Carlos Machado) foi outra cópia dos crimes de Nazaré Tedesco (Renata Sorrah) e ficou claro que Tereza Cristina não passou mesmo de um arremedo de Nazaré. Triste! E como assim aquele ex-policial tão experiente não se tocou que aquela louca iria jogar o secador de cabelo na banheira de hidromassagem. Poupe-me!
- Destinou-se tempo demais à luta de Wallace Mu (Dudu Azevedo), um personagem insigificante para a trama, enquanto os dois protagonistas masculino, Renê (Dalton Vigh) e Guaracy (Paulo Rocha), foram meros coadjuvantes no capítulo. Na verdade nem tiveram finais… Humilhante!
- Na formatura de Antenor (Caio Castro) só tinham convidados dele. Cadê os convidados dos outros formandos, gente? Até agora não sei que méritos fez Griselda virar paraninfa de uma turma de Medicina. Se ainda fosse arquitetura ou administração, até vai. Agora Medicina? Foi o fato dela ter ficado rica? Eu heim! Lilia Cabral estava com um vestido horrível e o discurso, cheio de boas intenções, foi de uma chatice só. Fiquei muito irritado.
- Como assim Amália (Sophie Charlotte), que ficou grávida meses antes de Teodora (Carolina Dieckmann) e, principalmente de Patrícia (Adriana Birolli), teve seu bebê junto com as duas? Arre égua!
- O delegado Paredes (Samir Murad) foi outro que saiu ileso de um acidente de carro terrível. Nessa novela, batida de carro ninguém morre. Agora de uma escadinha safada…
- Eu quase ri do naufrágio do barco de Pereirinha (José Mayer). Mas foi tudo tão tosco e mal feito que perdi a graça. Não parecia uma produção com o padrão de qualidade da Rede Globo de Televisão.
- A cena final foi de doer. A gargalhada de Tereza Cristina na cara de Griselda foi de um desrespeito enorme e deixou claro que o mal realmente triunfa. Sem falar que foi constrangedor fazer a protagonista correr atrás da vilã feito uma louca com uma chafe de grifo na mão. Lamentável!
- Para não dizer que tudo foi ruim, achei linda a cena de Baltazar (Alexandre Nero) pedindo a Crô (Marcelo Serrado) para sair do armário. E, na verdade, que estava “saindo do armário” era ele, afinal ficou bem claro que, além de patrão, Crô virou amante do Zoiudo, como MINHA NOVELA bem antecipou em sua edição 638: Baltazar é gay! Mas, sinceramente, preferia que os dois tivessem terminado como amigos, para mostrar que é possível um homofóbico e um homossexual pintoso serem amigos. Mas… Pelo menos adorei Crô ter herdado 50% da fortuna da Jacaroa do Nilo. O problema é que o escravo ficou rico e não realizou seu grande sonho: montar seu salão de cabeleireior.
- Não revelar o namorado tatuago de Crô foi uma besteira. Mas triste mesmo foi o discurso remetendo a caixa de Perpétua (Joana Fomm), de Tieta (1989), cujo conteúdo nunca fora revelado. Fala sério!
- No meio de todo esse caos, pelo menos Esther (Júlia Lemmertz) ficou com Vitória. Menos mal…
Fina Estampa realmente não vai deixar saudade. Leia uma crítica completa sobre a novela no na minha coluna no site da Contigo. Clique aqui.
Veja também:
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Curti!: Marco Pigossi em Fina Estampa. Não Curti!: A cobra fajuta de Tereza Cristina
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Curti (Muito)!: O filme O Artista. Não Curti: Passividade de Griselda em Fina Estampa
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Curti!: Desmaio de Crô. Não Curti!: Transa rapidíssima de Zuleika e Rafa. Tudo de Fina Estampa!
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Direto das férias! Curti!: Globo Repórter sobre a Ilha de Madagascar. Não Curti!: Júlio Rocha em Fina Estampa
Big Brother Brasil, Televisão
Quem curtiu a vitória de Fabiana na Prova do Líder do BBB12 levanta a mão! Eu detestei!
Por Jorge Brasil postado em 23/03/2012 às 16h44
Vou ser bem direto. Não curti mesmo a vitória de Fabiana na penúltima Prova do Líder, do BBB12. A perua ainda ganhou dois carros. Fael decidiu abandonar a disputa e disse de forma ríspida para a colega: “Parabéns, Fabiana!”. “Você vai sair, caubói? Tem certeza? Por que você vai sair?”, pergunta Fabiana. “Porque eu quero”, respondeu o rapaz, curto e grosso. Foram mais de nove horas de disputa e eu queria que qualquer um ganhasse a prova, menos Fabiana, que pra mim é mais falsa do que uma nota de R$ 3. Mais cedo, Fabiana e Fael se desentenderam porque o brother foi ajeitar o retrovisor e disse que era para vigiar a sister. Os dois brothers e Kelly discutiram depois que a garota-propaganda insinuou que eles haviam dormido. Ou seja: uma barraqueria dos infernos. Além do carrão vermelho da prova, Fabiana também ganhou outro veículo na primeira parte da disputa, num ridículo jogo de dados. Vai ter sorte assim lá em casa…
Veja também:
Famosos, Galeria
Sei que é o maior clichê do mundo. Mas é a mais pura verdade: O Brasil está de luto com a morte de Chico Anysio. O humorista faleceu hoje, às 14h52min, aos 80 anos. Ele estava internado desde dezembro do ano passado, no Hospital Samaritano, na zona sul do Rio. Todo mundo aqui na redação ficou bem chateado. Por mais que já estivéssemos preparados a perda de um artista tão importante é sempre dolorosa. Chico se casou seis vezes e teve oito filhos, sendo um adotivo. Ele deixa a mulher Malga di Paula e os filhos Lug de Paula, Nizo Neto, Rico Rondelli, André Lucas, Cícero Chaves, Bruno Mazzeo, Rodrigo e Vitória. Quem assiste ao Canal Viva pode matar as saudades dele na Escolinha do Professor Raimundo, que é transmitida de segunda a sexta, às 7h30 e 20h. E, a partir de maio, os assinantes também poderão relembrar a atuação de Chico na novela Que Rei Sou Eu? (1989), com o personagem Taji Namas, que irá ao ar de segunda a sexta ao meio-dia 12h e à 0h15.
Confira a biografia desse gênio do humor enviada pela Rede Globo de Televisão:
Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu em 12 de abril de 1931, em Maranguape, no Ceará. De família rica, seu pai era dono de uma empresa de ônibus e tinha cinco filhos: Elano, Lupe, Lilia e Zelito, além do próprio Chico. Um incêndio na garagem dos ônibus mudou o destino da família, que perdeu todo o patrimônio para o fogo. Aos oito anos, Chico pegou um navio em Fortaleza e se mudou com os parentes para o Rio de Janeiro. Tímido, apaixonado por futebol e torcedor do Vasco, sonhava em ser jogador de futebol como todo menino. Mas o destino lhe reservava mais uma surpresa. Um dia, deixou de ir para um jogo com os amigos para acompanhar a irmã Lupe em um teste na Rádio Guanabara. Fez dois testes e foi aprovado em ambos: rádio-ator e locutor. Sua facilidade em imitar vozes o levou para os programas de calouros. Em setembro de 1947, ganhou o primeiro lugar no programa Papel Carbono na Rádio Nacional. Depois de colecionar inúmeros primeiros lugares em programas do Rio de Janeiro e de São Paulo, Chico Anysio não era mais aceito nas competições. Em 1949, a Rádio Guanabara descobriu seu talento e ele atuou ao lado de grandes humoristas como Grande Othelo e Haroldo Batista, um dos primeiros a acreditar na vocação de Chico. Foi Haroldo quem o levou para a Rádio Mayrink. E foi nessa rádio que surgiu o Professor Raymundo, um dos mais famosos personagens de sua carreira. O Professor Raymundo entrou para o programa Balança, Mss Não Cai, da Rede Globo, e lançou grandes nomes do humor brasileiro como Zilda Cardoso, Mussum, Zacarias, Castrinho, Tom Cavalcante, Heloísa Perrise, Ingrid Guimarães e Claudia Rodrigues, entre outros. E foi também o resgate de importantes humoristas como Brandão Filho, Walther D’Avila, Costinha e do próprio Grande Othelo.
Chico fez mais de 10 mil shows de humor, inclusive uma temporada no Carnegie Hall, em Nova York. Sua trajetória na TV começou em 1957 na TV Tupi, passou pela TV Rio e pela TV Excelsior, e terminou na TV Globo, onde estreou em 1968 e ficou por mais de 40 anos. Seus últimos trabalhos foram em Zorra Total, Malhação e Caminho das Índias. Recentemente virou personagem da minissérie Dercy de Verdade, na qual foi interpretado por seu próprio filho, Nizo Netto. Chico Anysio criou ao longo da carreira 209 personagens de muito sucesso, entre eles o Alberto Roberto, o Azambuja, Coalhada, Painho e Nazareno. Mas dizer que Chico Anysio foi um humorista brilhante não lhe define totalmente. Chico era escritor, poeta, compositor, ator, radialista, diretor, comentarista esportivo e artista plástico também. Como compositor, gravou mais de 20 discos, ganhou dois discos de ouro e teve músicas interpretadas por Dolores Duran e Alcione. Em sua carreira de escritor, editou 21 livros, vendeu mais de 1 milhão e meio de exemplares e escreveu dezenas de roteiros para os cinemas brasileiro e americano. Dirigiu dezenas de programas de TV e peças de teatro. Foi comentarista esportivo, repórter de campo e comentou jogos da Seleção Brasileira na Rede Globo ao lado de Pelé. Em 1984, decidiu investir na carreira de pintor e já participou de várias exposições no Brasil e no exterior. Em 2009, Chico foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, a mais alta comenda do governo brasileiro na área.
Famosos, Televisão
MINHA NOVELA bate ponto em Acho, o ótimo clipe de Alexandre Nero!
Por Jorge Brasil postado em 22/03/2012 às 17h09
Meu amigo Silvio Testa, ex-editor de arte de MINHA NOVELA, me mandou o link do clipe de Acho, música de Alexandre Nero, o Baltazar de Fina Estampa. Aos 30 segundos do vídeo aparece um pedaço do logo da revista e brinquei com Nero que adorei a homenagem (risos). Além de ator, ele é cantor, compositor, músico, arranjador, sonoplasta e diretor musical. Ele ainda toca violão, cavaquinho, viola caipira, já gravou oito discos e lançou seu terceiro álbum solo em novembro: Vendo Amor – Em Suas Mais Variadas Formas, Tamanhos e Posições. No CD, com 14 músicas, além de composições próprias, Nero gravou Carinhoso (de Pixinguinha e João de Barro) e Não Aprendi Dizer Adeus (de Leandro & Leonardo), que é um escândalo. Eu amo essa música e a versão de Alexandre me fez chorar. Lindo! O curitibano, de 42 anos, ainda tem gravados clipes muito bacanas, que disponibiliza no You Tube. Confira o vídeo de Acho, que tem a “homenagem” à MINHA NOVELA, e outros bem lindos e criativos! Só vai sentir saudade do Zoiudo quem quiser!
ACHO:
NÃO APRENDI A DIZER ADEUS:
FILOSOFANDO:
DOMINGOS:
CUECAS E CALCINHAS:
Curti! / Não Curti!, Linguarudos
Curti! e Frases do Dia: Segundo episódio de Louco Por Elas. Não Curti!: Bullying de Fausto Silva em sua equipe
Por Jorge Brasil postado em 22/03/2012 às 13h49
CURTI!
O segundo episódio de Louco Por Elas foi simplesmente hilariante. Ainda melhor do que o primeiro, que eu já havia achado ótimo. Eduardo Moscovis, mais uma vez, brilhou e a novata Rhaísa Batista (Sofia), além de lindíssima, foi uma revelação. Nasce uma estrela! Mas o melhor de tudo foi o sofrimento de Violeta (Glória Menezes, ótima) e Teodora (Laura Barreto, perfeita) por não conseguirem tirar da cabeça a música Amar Não é Pecado, de Luan Santana. Quem já não viveu uma situação dessas, em menor escala, é claro? Morri de rir quando a canção passou de Violeta para Léo (Moscovis) e, depois, para Olga (Ana Lúcia Torre), a psicóloga da senhora. A crise de nervos de Teodora por causa disso, então, foi de matar. Curti muito também os dramas juvenis de Bárbara (Luísa Arraes) em sua primeira grande festa e a homenagem à peça Ensina-me a Viver (inspirada no filme homônimo de 1971), estrelada por Glória e Arlindo Lopes, que participou do episódio, sobre a história de amor de uma velha de 79 anos por um garoto de 20. Tudo muito bom! A montagem rápida, o texto ligeiro e a empatia dos personagens já transformaram Louco Por Elas num grande sucesso. Compartilho ainda com você duas frases bárbaras do programa:
“Você ficou tão tonto quando viu aquela menina de calcinha na sua frente que eu fiquei até com labirintite só de olhar pra você!”
Giovanna (Deborah Secco) para Léo sobre a irresistível ninfeta, Sofia
“Contos de fada podem se realizar pra você se você for jovem no coração. Você vai perceber que o difícil é ser mesquinho se você for jovem no coração”
Léo traduzindo uma das canções em inglês favoritas de Violeta
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NÃO CURTI!
No domingo 18, postei no meu Facebook que se eu trabalhasse no Domingão do Faustão já tinha dado um soco na cara do apresentador. Que enorme bobagem, já que eu mesmo compartilho da opinião de que violência não leva a nada. Mas, tirando a história do soco, mantenho a indignação em relação à falta de respeito com que Fausto Silva trata sua equipe. É profundamente irritante e desagradável. Não tem um programa que ele não ressalte algum erro da produção e não faça “brincadeiras” humilhantes com o assistente de palco, Renato. Não sei como aquele rapaz atura isso…. Fausto tem a mania de fazer graça em cima do erro ou da desgraça alheia e, pelo visto, até hoje não se deu conta de que isso não é nem um pouco engraçado. Para piorar, ele esquece também que ninguém faz nada sozinho e que uma possível falha de sua equipe também é uma falha dele. Não que o ex-gorducho vá passar a mão na cabeça de ninguém, mas se algum problema acontece, em vez de ele ficar mostrando que não tem nada com isso, deveria assumir esse problema para ele também. Com Fausto Silva o erro é sempre de “alguém” e nunca “nosso”. Pra mim isso é bullying. Não curto de jeito nenhum!
Jorge Brasil
O redator-chefe de Minha Novela é niteroiense, torcedor da Viradouro e do Fluminense, tem 7 cães e é um eterno apaixonado por novelas e filmes.
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