Bem-estar, Papo de criança

Algumas atitudes garantem o bem-estar e a saúde do organismo. Confira:
- Realize 3 refeições principais por dia (café da manhã, almoço e jantar)
- Faça pequenos lanches entre as refeições — uma ótima oportunidade para o consumo de frutas, por exemplo.
- Alimente-se em horários regulares.
- Dê preferência a verduras e legumes crus nas principais refeições.
- Quanto mais colorida a refeição, maior a quantidade de nutrientes e antioxidantes.
- Sempre que possível, consuma produtos integrais ao invés dos refinados.
- As frutas devem fazer parte do cardápio diário.
- Não pule nenhuma refeição, principalmente o café da manhã. Os lanches intermediários são a garantia do sucesso da sua dieta.
- Tome bastante líquidos (principalmente água, sucos naturais e chás) durante o dia, mas não abuse durante as refeições.
- Atenção ao modo de preparo dos alimentos. Prefira alimentos em sua forma natural e preparações assadas, cozidas em água ou vapor ou grelhadas.
- Opte por molhos caseiros à base de tomate, evitando os molhos com creme de leite, manteiga, ovos e maionese.
- Faça as refeições em ambientes tranquilos, mastige bem os alimentos e com calma. Torne os momentos das refeições agradáveis e prazerosos!
Nutricionistas:
Fontes: nutricionistas Bianca Masuchelli Chimenti e Priscila Maximino /Danone
Papo de criança

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Falar de amor é sempre uma delícia, não é mesmo? Tanto é que esse foi o tema de uma pesquisa encabeçada por profissionais de educação e psicologia e realizada com um grupo de crianças entre 4 e 8 anos, nos EUA. Quem mais haveria de falar melhor de amor que essas criaturinhas tão puras, tão cheias de bons sentimentos? O resultado é deliciosamente surpreendente. Pra variar, suas respostas não poderiam ser mais criativas, divertidas e, como não, vindas do coração. Vejam as definições que a molecadinha deu para a seguinte pergunta:
O que é amor para você?
* “Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta” – Nikka, 6 anos.
* “Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô desde então, pinta as unhas para ela, mesmo quando ele tem artrite” – Rebecca, 8 anos.
* “Amor é quando uma menina coloca perfume e o menino coloca loção pós-barba, aí eles saem juntos e se cheiram” - Karl, 5 anos.
* “Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente – Billy”, 4 anos.
* “Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela” - Chrissy, 6 anos.
* “Amor é quando alguém te magoa, e você mesmo muito magoado não grita porque sabe que isso fere seus sentimentos” - Samantha, 6 anos.
* “Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes para ter certeza que está do gosto dele” – Danny, 6 anos.
* “Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso. Aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda” – Mathew, 7 anos.
* “Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os dois” – Jenny, 4 anos.
* “Amor é quando mamãe vê o papai suado e mau cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford” – Chris, 8 anos.
* “Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na plateia me acenando e sorrindo, era a única pessoa fazendo isso e eu já não sentia medo” – Cindy, 8 anos.
* “Amor é quando você fala para um garoto que linda camisa ele está vestindo e aí ele a veste todo dia” – Noelle, 7 anos.
* “Quando você ama alguém seus olhos sobem e descem e pequenas estrelas saem de você” – Karen, 7 anos.
* “Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro” – Mary Ann, 4 anos.
* “Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras” – Lauren, 4 anos.
* “Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muitos amigos mesmo se conhecendo há muito tempo” – Tommy, 6 anos.
E você, como define o amor? Escreva pra mim. Falar de coisas boas também é um gesto de amor.
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A jornalista Flávia Cintra não foi escolhida à toa por Manoel Carlos como sua consultora no desenvolvimento da personagem Luciana (interpretada por Alinne Moraes) de Viver a Vida. Seu objetivo na trama era orientar Alinne com seus pensamentos, posições e ações, para que ela pudesse sentir e viver em um ambiente como uma cadeirante de fato. Muitas bandeiras foram levantadas no decorrer da novela com o intuito de conscientizar as autoridades e a população sobre os direitos dos cadeirantes. E a mensagem nos foi passada brilhantemente. Porém, chega a ser irônico o episódio que a jornalista viveu no último fim de semana ao lado de seus filhos e sobrinha. Segue abaixo seu relato:
“Adoro teatro e estimulo meus filhos a desenvolver esse gosto. Desde que eram pequenininhos, procuro peças adequadas à sua idade e vamos assistir juntos. Acho que parte da magia está na espera pela apresentação e, desta vez, fomos ansiosos assistir Cinderela, um de seus contos de fadas preferidos. Confesso que é um dos meus preferidos também.
No site do Teatro Ressurreição, onde a peça estava em cartaz neste final de semana, consta que há acessibilidade para pessoas “especiais”. Ao visitar a página do teatro, me incomodei com a terminologia inadequada e não resisti: mandei um e mail sugerindo melhorar o texto, utilizando “pessoas com deficiência”. Mal sabia que este incomodo não seria nada perto do que estava por vir.
Como faço por costume, me certifiquei do acesso num telefonema em que a atendente confirmou que o espaço era todo acessível para cadeirantes. Então, fui tranquila com meus dois filhos de 3 anos e meio, minha sobrinha de cinco, minha mãe e a babá. Cheguei com antecedência, uma hora antes do inicio do espetáculo, e aí os problemas começaram acontecer. Na entrada do teatro havia um degrau. Sim, um único degrau, mas o suficiente para impedir minha entrada. Pedi para a babá perguntar ao funcionário lá dentro onde estava a entrada acessível, pois não me passava pela cabeça que não houvesse, já que eu tinha me certificado disso antes. Um segurança chegou para me explicar que aquele ali era “o único degrau”, mas que ele me ajudaria a subir. Cadeiras de rodas motorizadas são pesadas, não é tão simples levantá-las… primeiro porque se a cadeira virar, eu me machuco e quem está me ajudando também pode se machucar. Depois porque a cadeira pode quebrar. Mas, ponderei, eu já estava ali… o degrau não era tão alto. Calculei os riscos e aceitei a ajuda.
Na bilheteria, outro problema. O funcionário informou que o lugar reservado para cadeirantes fica no fundo do teatro. Não havia espaço para que eu ficasse perto das crianças. Enquanto eu e minha mãe discutíamos com a funcionária, Mariana avisou que precisava ir ao banheiro. A babá a acompanhou até o saguão do teatro, um espaço confortável com ar condicionado, com quatro degraus altos na entrada. E como vou entrar no saguão para aguardar a peça?
Laura, uma moça linda e simpática que trabalha como estagiária no teatro não sabia mais o que fazer. Ela me explicou que o acesso ao teatro é feito por uma entrada lateral, um corredor de serviço usado para passagem de técnicos de cenário, figurino e elenco. Visivelmente chateada e constrangida, ela foi se informar mais. Voltou com o segurança Edson, outro fofo que tentou me ajudar. Ele sugeriu a outra entrada por onde, segundo ele, havia “apenas um degrau” para se chegar ao saguão. Descemos o degrau da primeira entrada, fomos pela rua até a segunda entrada onde havia um degrau igual ao primeiro. Subimos de novo. Então, vi o tal degrau para o saguão. Tinha uns 40 cm de altura, impossível. A essa altura, eu via meus filhos lá dentro com a minha mãe que me olhava aflita. Algumas pessoas que observavam tudo começaram a se manifestar, outras me reconheceram por causa do meu trabalho e se aproximavam para me cumprimentar, enquanto eu tentava raciocinar para decidir o que fazer.
Eu não ia fazer meus filhos e minha mãe ficarem comigo embaixo do sol forte daquele horário, aguardando do lado de fora do teatro. Eu até esperaria sozinha, mas se eu pudesse… pelo menos, estar ao lado deles para assistir a peça. Isso também não seria possível. Eu já estava nervosa e vendo a situação piorar, virar um tumulto. Se eu estivesse sozinha ou acompanhada só de adultos, talvez continuasse a briga.
Mas, eu levei as crianças para assistir Cinderela e não queria estragar o passeio deles. Acenei para minha mãe trazer meus filhos e minha sobrinha. Eles desceram os degraus e me ouviram explicar que eu ia esperá-los em casa. Minha filha e minha sobrinha lamentaram com um “ahhhhh…”, mas meu filho questionou severamente: ”Por que mamãe?”
- Filho, porque não dá para a mamãe entrar. Você está vendo…
Então, a conversa ficou séria.
- É por que você anda de cadeira de rodas?
- Não, filho, é porque aqui tem esses degraus.
- Mamãe, é proibido entrar pessoas de cadeiras de rodas nesse teatro?
- Não, Mateus. É proibido ter degraus no teatro.
- Então, eles precisam consertar!
- A mamãe vai trabalhar para isso.
Percebi a indignação das pessoas que assistiram as perguntas do meu filho. Não havia o que fazer. Eu queria acabar com aquilo. Queria que eles se divertissem e fui contornando a situação até que eles entraram felizes com minha mãe e a babá.
Voltei para casa de taxi, chorando de raiva e tristeza. Não chorei por mim, mas pela decepção deles, pela injustiça. Eu comprei ingressos de um teatro que se dizia com acessibilidade. Fiz tudo certo, confirmei por telefone e cheguei antes para não ter problema. Fiquei pensando se eles não sabem o que é acessibilidade ou se mentem para as pessoas. Pior que não ter acesso foi mentir que tinham, pois me obrigaram a viver com meus filhos a cena que eu tenho evitado e adiado desde que eles nasceram.
O relógio parecia parado. O tempo não passava. Enquanto os esperava voltar, ficava simulando mentalmente outros jeitos de reagir, tentando interpretar se eu havia feito o melhor. Eu detesto armar barraco e acho que não valeria a pena expor as crianças ainda mais. Eles chegaram entusiasmados, contando detalhes da peça. Até que…
- Ah, mamãe, tem outra coisa! Eu pedi para a fada da Cinderela te ajudar a fazer desaparecer os degraus. Ela disse que vai ajudar.
Me desculpe o desabafo, mas é que precisamos de muitas fadas para concretizar o “…e foram felizes para sempre”. Varinhas de condão estão disponíveis no Decreto 5296.”
Será que crianças de 3, 4, 5 anos têm mais maturidade e visão do que um bando de marmanjos? As perguntas dos pequenos servem de chacoalhão para que, de fato, possamos acordar para a realidade. Cadeirante ou não, cadê os direitos de ir e vir? O mundo é de todos. Vamos acordar!
Papo de criança

Criança é a prova viva da espontaneidade - Foto reprodução
Esse vídeo é pura diversão. A inocência e a espontaneidade de uma criança não tem preço. Vale a pena acessar:
Cantinho da leitora, Papo de criança

Ontem, o dia na redação ficou ainda mais animado e feliz! Sim, se normalmente o astral que impera na equipe de AnaMaria é superpositivo, imagine como não ficou na sexta-feira, quando nada menos que Isabella e Leonardo vieram nos visitar!
A tia coruja aqui se encheu ainda mais de orgulho dessas duas crianças lindas e fofas. Eles se esbaldaram com tanta coisa nova para ver e com tantas pessoas para conhecer. Todos voltaram à infância e brincaram com os pequenos sem parar.
Bella e Leo estavam felizes da vida e não queriam ir embora, não!
Meus amores, apareçam sempre. A vida por lá fica ainda mais doce e colorida na presença de vocês.

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alegria, astral, Bem-estar, brincadeira, Criança, felicidade, redação, visita
Karla Precioso
Karla Precioso é jornalista e amiga das leitoras de AnaMaria e Viva! Mais, com quem conversa todos os dias. Adora o contato com a natureza, onde geralmente se inspira para escrever mensagens em busca de uma vida mais feliz.
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