Famosos, novela, Tititi nas novelas
Anderson di Rizzi adota cadelinha abandonada
Por Wal Ribeiro postado em 31/01/2012 às 12h48
Quando foi entrevistado pela TITITI, no auge do sucesso do Sargento Xavier da novela Morde & Assopra, o ator Anderson di Rizzi me confidenciou que se inspirou nos seus cachorros para criar o jeito atrapalhado do policial. Apaixonado por animais, no último Natal, ele estava a caminho de Campinas, quando percebeu um vulto no acostamento da Rodovia Bandeirantes. Ao parar o automóvel a pedido da namorada Taíse Galante, se deparou com uma cadelinha vira-latas, deitada, sem forças para se levantar ou latir. Os dois recolheram o animal e o levaram para uma veterinária, onde descobriram que a situação do bichinho era pior do que imaginavam. Além de estar infestada de pulgas, desidratada e com sarna, Bandeirinha, como a batizaram, estava com uma das patinhas machucada e fraturada em dois lugares. Além de ser portadora de anemia e cinomose. Como precisou ficar internada, Anderson e Taíse passaram a visitar a cachorrinha todos os dias na veterinária. No início, de tão fraca, ela só conseguia levantar os olhos para eles. Embora a chance de recuperação fosse muito pequena, mesmo assim o ator e a namorada passaram a procurar um possível dono que adotasse Bandeirinha, caso ela sobrevivesse. No dia 03 desse ano, qual foi à surpresa do casal quando, ao visitar Bandeirinha, ela se dirigiu para eles mancando e abanando o rabinho. Você já imagina o fim dessa história? Curada da cinomose e com a patinha praticamente recuperada, Bandeirinha ganhou alta e foi adotada por Anderson e Taíse. Ou melhor, adotou os dois, entrando definitivamente para a família.
“Somos muito gratos a Deus por ter colocado este ser iluminado em nossa vida e por trazer alegria para nós”, derrete-se Taíse.
Vejam como a cadelinha foi encontrada e como está agora. Parabéns pela iniciativa Anderson e Taíse e muita saúde para Bandeirinha!
Famosos, novela, Tititi nas novelas
A Júlia, de Morde & Assopra, da vida real!
Por Raquel Borges postado em 31/05/2011 às 17h42
Adoreiiii fazer a matéria sobre a paleontologia, que vai estar na banca nessa semana em TITITI. E como sobrou assunto resolvi contar aqui e colocar os nomes dos museus em diversas cidades do país onde você possa descobrir um pouco mais sobre os dinossauros. Apaixonada pela profissão, assim como a Julia (Adriana Esteve) em Morde & Assopra, a paleontóloga de Aline Ghilardi explicou por que são poucas espécies são encontradas no Brasil e ainda contou muita história legal, que você encontra na revista. Essa pesquisadora também criou um blog chamado: Colcionadores de Ossos (colecionadoresdeossos. blogspot.com), onde outros paleontólogos contam suas histórias e discutem esse universo. Mas o que não coube no papel você lê aqui!
TITITI – Onde guardar são guardado os ossos de dinossauros?
Aline Grilardi - Eles são limpos com muito cuidado, por que são únicos e catalogados. E já que são patrimônio da União (Governo) eles necessariamente devem ser guardados na universidade da região e nem sempre os fosseis estão completos. É um pedaço de perna, um de costela, algumas vértebras…
Por que tem poucas espécies brasileiras?
Na verdade regiões como a Argentina e Estados Unidos tem muitos locais desérticos o que é mais fácil para se localizar um fóssil. Não tem a floresta amazônica ou o cerrado em cima, como aqui no Brasil. Por isso, é fácil encontrar uma ossada quase inteira lá. Esse trabalho, no nosso país é mais minucioso e difícil. E mais uma coisa interessante de se falar da paleontologia brasileira é que a gente guarda no nosso solo alguns dos primeiros dinossauros que existiram no mundo. Eles começaram a se diversificar aqui na América do Sul, e alguns dos mais antigos do planeta são encontrados no Rio Grande do Sul, há mais de 220 milhões de anos.
O paleontólogo vive só de pesquisa? Como ganham dinheiro?
Um paleontólogo tem vários meios de “sustento”, depende do caminho em que escolhe trabalhar.
1) Ele pode trabalhar para empresas: como as de consultoria ou a Petrobrás, por exemplo. Muitos paleontólogos são contratados pela Petrobrás por meio de concursos públicos. Eles recebem para realizar estudos no que diz respeito à prospecção do petróleo. Os fósseis são bons indicadores ambientais e ajudam o paleontólogo a identificar as zonas mais propensas à ocorrência desse tipo de combustível. Todavia, geralmente são micropaleontólogos que trabalham nesta área;
2) Paleontólogos também são contratados para trabalhar em órgãos do governo como o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) ou o CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) . São admitidos nestas instituições também por meio de concurso público;
3) Muitos paleontólogos brasileiros são contratados em museus como curadores de coleções. Aonde dedicam-se a zelar por, classificar e tornar disponíveis à pesquisadores e ao público as coleções de materiais fósseis. Oportunamente dedicando-se a pesquisa.
4) Ou eles podem seguir a carreira acadêmica. Dentro da carreira acadêmica, e dedicar-se ao ensino, à pesquisa, ou ao ambos.
Quer encontrar o museu mais perto de você? É só conferir!
Museu Nacional, Rio de Janeiro, RJ
Museu de Ciências da Terra do DNPM, Rio de Janeiro, RJ
Museu da Geodiversidade, Departamento de Geologia,campus da UFRJ, Rio de Janeiro, RJ
Museu de Zoologia da USP, São Paulo, SP
Museu de Paleontologia de Marília, Marília, SP
Museu de Paleontologia de Monte Alto, Monte Alto, SP
Museu de História Natural, Taubaté, SP
Museu dos Dinossauros, Centro Paleontológico Llewellyn Ivor Price, distrito de Peirópolis, Uberaba, MG (fica ao lado da área de escavação).
Museu de Ciências Naturais, PUC, Belo Horizonte, MG
Museu de Ciências Naturais da UFPR, Curitiba, PR
Centro Paleontológico de Mafra, CENPALEO, Florianópolis, SC
Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica, Porto Alegre, RS
Museu de Paleontologia da UFRGS, Porto Alegre, RS
Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS, Porto Alegre, RS
Parque dos Dinossauros, Sousa, PB
Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém, PA
Museu de Paleontologia da ESAM, Natal, RN
Museu dos Fósseis, Crato, CE
Museu de Paleontologia de Santana do Cariri, Santana do Cariri, CE
Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão, São Luís, MA
Museu de Pré-História Casa Dom Aquino, Cuiabá, MT
Grandes mulheres paleontólogas do Brasil:
Professora Maria Eugênia Marchesini Santos, uma das fundadoras da Sociedade Brasileira de Paleontologia em 1958.
Professora Maria Léa Salgado-Labouriau, uma das pioneiras nos estudos sobre a ecologia pretérita na América do Sul, utilizando grãos de pólen fossilizados. Professora da UnB.
Professora Lilian Paglarelli Bergqvist, Professora da UFRJ, grande estudiosa de mamíferos fósseis da Bacia de Itaboraí, RJ.
Tititi nas novelas
Inesperado, é o que se pode dizer. Hoje o SBT exibiu o último capítulo da novela Camaleões, exibida às 15h45. Isso aconteceu porque no último dia 18, o Ministério da Justiça reclasssificou a novela como imprópria para menores de 12 anos. De acordo com eles, as cenas de assassinatos e insinuação de consumo de drogas ilícitas não deveriam ser exibidas nesse horário. Em casos assim, as produções devem ser apresentadas sempre depois das 20h. O órgão pediu que a alteração ocorresse em até cinco dias.
Próximo do fim, a emissora decidiu encurtar a exibição do último capítulo, previsto para dia o dia primeiro de abril, exibindo-o hoje, dia 25.
Quem quiser descobrir o que acontece nos capítulos que não foram exibidos pode correr para o site do folherim, onde, apartir de segunda-feira, os episódios estarão disponíveis na íntegra.
Vocês concordam com o Ministério da Justiça? E com a decisão do SBT em encurtar os capítulos?
Tititi nas novelas
Rebelde Brasil: opinião dos fãs está dividida!
Por Ana Thais Sasso postado em 23/03/2011 às 14h00
Parece que Rebelde Brasil tem dividido a opinião dos fãs… Alguns amam, outros odeiam e uma boa parte deu uma chance à versão nacional. Vale lembrar que o folhetim mexicano também é um remake da original Rebelde Way, que é argentina.
Olha só alguns dos comentários que chegaram aqui:
“Assisti a versão mexicana e relutei um pouco em assistir a brasileira… Mas ao assistir me surpreendi muito com a qualidade e com os temas abordados. A novela consegue prender o espectador. Eles podem apenas reduzir os efeitos de transição de imagem, mas a direção se mostrou bem segura e o texto não tem clichês, ou seja, como foi dito é uma novela pra toda a família. E a RBR se mostrou bem superior à RMX, tanto em qualidade, como texto e atuação. E os núcleos foram todos bem desenvolvidos. A Record está de Parabéns!” – A. CSR
“Eu assisti a novela Rebelde mexicana e adorei , agora eu estou acompanhando a versão brasileira e simplesmente amei, pois tem a mesma pegada , mas com jeito brasileiro” – Fabiana
“Detestei, sério. Não se compara à versão mexicana” – Má Pontelli
“Assisti a versão mexicana e apesar de ter gostado, achei a versão brasileira também muito boa. Acho que antes de criticarem os fãs da versão mexicana devem acompanhar um pouco da novela e lembrar que não é pra ser uma cópia idêntica, mas contar as mesma historia numa versão diferente e totalmente brasileira” – Vania
“Eu achei que ia ser uma porcaria imitar uma novela que fez tanto sucesso, mas até que gostei, por enquanto. Os personagens nunca vão ser como os rebeldes originais, onde mesmo acabando a novela o grupo RBD ainda faz sucesso” – Luisa
“Muito estranho. Rebelde sempre será mexicano, não dá pra comparar. A atuação dessa adaptação nacional não pegou bem. Os atores não tem nada a ver com os eternos rebeldes” – Rosana Gouveia
Ah! Vocês já nos seguem no twitter? Pra saber todos os tititis antes de todo mundo, apareça por lá @tititirevista
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Rebelde: o que acharam os fãs da versão mexicana?
Por Ana Thais Sasso postado em 22/03/2011 às 16h32
Acabou o suspense! Sem nenhum intervalo comercial, a estreia de Rebelde, na Record, registrou média de 9 pontos de audiência e surpreendeu. Situada no Rio de Janeiro e com ‘jeitinho brasileiro’, a novela pretende abordar temas polêmicos – que nem sempre tem lugar nas tramas teens, como o alcoolismo entre jovens.
Com trilha sonora caprichada e pegada fashion (que pode até ser comparada com o seriado americano Gossip Girl), a Record investiu R$ 43 milhões na novela.
Mas já no início o folhetim enfrenta um grande desafio: será que conseguirá conquistar os fervorosos fãs de RBD? Ao blog Direto do México, Anahí disse que “os fãs verão que a novela pode ser tão boa quanto a versão mexicana” (veja mais aqui).

Eai, vocês concordam com Anahí? Acham que o remake pode surpreender? Conta pra gente!
Redação tititi
A redação da revista mais antenada fica de olho em tudo e em todos. E depois, é claro, conta as novidades para vocês!
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