Zíbia e você
Como os espíritos se materializam
Por Redação Viva!Mais postado em 01/03/2010 às 16h41
Há algumas semanas, vi no noticiário a história do homem que, durante 27 dias, ficou soterrado sob os escombros de um supermercado após o terremoto do Haiti. Ele foi retirado com vida. Estava desnutrido, desidratado, mas consciente.
Ninguém esperava por isso. Em condições naturais, não há quem consiga sobreviver tanto tempo debaixo da terra sem água ou alimentação. Mas ele conseguiu, está sendo tratado e certamente vai se recuperar.
O que mais me chamou a atenção foi que, quando lhe perguntaram como ele havia conseguido resistir, ele garantiu que durante o período em que ficou sob os escombros, foi visitado por alguns homens de branco que lhe deram água.
Os médicos não acreditaram na versão dele e afirmaram que tal história era consequência de alucinações provocadas por seu precário estado físico. Eu acredito que ele tenha dito a verdade. É bem possível que tenha mesmo sido ajudado por entidades espirituais. Só dessa forma poderia ter sobrevivido.
Como os espíritos teriam feito isso? Da única maneira possível: acionando o processo que chamamos de efeitos físicos. O homem deveria passar por essa terrível experiência, mas não estava na hora de morrer. Os espíritos procuraram uma pessoa encarnada, com certo tipo de emanação energética, extraíram uma porção dela e juntaram elementos astrais para criar o ectoplasma. Trata-se de uma energia que permite a intervenção no mundo físico, materializando objetos e até espíritos. Os efeitos, aliás, podem ser notados por todas as pessoas encarnadas. Tal fenômeno foi exaustivamente estudado por pesquisadores e é perfeitamente possível de acontecer. Eu mesma assisti a várias sessões de materialização de espíritos, realizadas com cuidados que não permitiriam fraude. Pude observar coisas extraordinárias!
Certa vez, na escuridão de uma sala, vi (e todos os presentes viram) formar-se uma energia branca. Então, surgiu metade do corpo de uma pessoa, que ficou parada no ar. Sorrindo e conversando com os presentes, ela esticou um dos braços até um vaso de margaridas que estava do outro lado da sala e foi apanhando uma a uma, sem sair do lugar. Apenas esticava o braço e distribuía as flores para cada um dos presentes. Era estranho ver aquele braço comprido se estendendo e oferecendo as flores.
Em outra ocasião, eu estava com meu filho Irineu. Nós vimos a materialização de um homem que se parecia tanto com uma pessoa encarnada que poderia até nos fazer pensar tratar-se de fraude. No entanto, a luz que saía de dentro do seu peito e dos seus braços não poderia ser produzida por um encarnado. Sei que você gostaria de assistir a uma sessão dessas. Mas no momento não sei de lugar algum que tenha este tipo de trabalho. Se souber de algum, me avise.
Voltando à tragédia do Haiti, eu acredito mesmo que aquele sobrevivente tenha dito a verdade. Apesar da descrença dos médicos, ele sabe que foi salvo por amigos espirituais. Certamente, sua vida vai se modificar depois desse acontecimento.
No momento certo, a vida chama a atenção das pessoas sobre os fenômenos espirituais. Jesus dizia que tais coisas acontecem para quem já tem olhos para ver. Isto é, para quem já está pronto para receber as revelações da vida.
Seja como for, os acontecimentos mostram que não estamos sozinhos e que a vida sempre trabalha a nosso favor. Aquele homem merecia ganhar uma nova chance de continuar na Terra. E agora, com a mente renovada por essa experiência, aprenderá muito mais. Quanto a nós, vamos aprender com esses fatos e procurar, a cada dia, nos tornarmos pessoas melhores.
Zíbia e você
Como desenvolver sua mediunidade
Por Redação Viva!Mais postado em 17/02/2010 às 17h03
O que é ser uma pessoa sensível? Você tem sensibilidade? Aliás, a palavra pode ser entendida de muitas formas. Seu significado pode variar de acordo com a conveniência ou com o conhecimento de cada indivíduo.
Há quem se utilize dela para justificar fraquezas, a falta de coragem para dizer o que pensa e para assumir erros. Também para se fazer de vítima, entre outras razões. Mas esses sentimentos são vícios de comportamento que sabotam o espírito e impedem o desenvolvimento da verdadeira sensibilidade.
Quem está neste processo valoriza as aparências e sente muito medo da opinião dos outros. Mesmo quando sozinho, tem a impressão de estar diante de uma plateia a qual precisa impressionar de maneira favorável.
Essa pessoa não expressa o que sente porque, no fundo, tem uma impressão desfavorável sobre seu desempenho. Ela também tenta ocultar seus pontos fracos – custe o que custar.
Gente assim vive se vigiando, se cobrando e se pressionando. Não suporta crítica e, quando ela surge, vai para o fundo do poço. Julga-se errada, cai em depressão e fica desmotivada. Sua vida perde o sabor e não sente mais prazer em nada. Torna-se frágil, de imaginação mórbida, crente que qualquer pequena dificuldade é capaz de derrubá-la.
Uma pessoa que tem sensibilidade é o oposto de tudo isso. Ela consegue perceber o que está atrás das aparências, é capaz de ler entrelinhas e sentir com a alma.
O espírito, quando domina as armadilhas culturais e se expressa livremente – inclusive, controlando nossas emoções -, se torna intuitivo e sensível para a beleza em todas as suas manifestações. Passa a apreciar as diferenças da vida com delicadeza e as aceita sem julgamento, com a maior naturalidade.
Ele assume seus erros, aprende com eles ou procura evitá-los. Se tiver recaída, não se critica, mas insiste em tentar melhorar. Tal forma de agir abre a sintonia com as forças superiores da vida e estabelece a conexão.
As pessoas me perguntam o que podem fazer para desenvolver a mediunidade. Frequentar cursos e reuniões em centros de estudos espirituais ajudam, mas não são suficientes para dar proteção espiritual. A conexão com os espíritos superiores só acontece com quem já consegue enxergar a vida sob o ângulo dos espíritos e age em função disso nas 24 horas do dia.
Na Terra, poucos conseguem se manter equilibrados todo o tempo. A ignorância a respeito das leis cósmicas que regem a vida faz com que muitos de nós escolham as más atitudes. Ela atrai problemas com as pessoas (encarnadas ou não) e nos tira da sintonia com o bem. Apenas quando se colhe resultados, aos poucos, é que se aprende como a vida funciona.
Algumas coisas que você precisa saber: a ética é uma lei que não permite transgressão. O respeito aos direitos dos outros é uma necessidade que nos conserva a liberdade. A generosidade abre as portas da prosperidade e da fartura. Ser verdadeiro dá mais resultado do que querer parecer mais do que é. O verdadeiro amor precisa ser incondicional e inteligente para ajudar a pessoa amada a amadurecer e ser feliz.
O espírito, quando reencarna, deve comandar a própria sensibilidade e mantê-la equilibrada. Ele é dotado para isso! Se você tem esse controle e sofre perturbações, ligue-se com Deus, peça ajuda espiritual, analise seu comportamento e eleve seu espírito. Com suas atitudes, atrairá a inspiração dos espíritos iluminados. Estou certa de que obterá resposta.
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Zíbia e você
Você não acredita em fantasmas?
Por Redação Viva!Mais postado em 16/11/2009 às 20h48
Você vê fantasmas? Acredita neles? Se não crê, vai ter uma surpresa agora, porque eles, de fato, existem. Muitos já foram vistos e até fotografados, não só em condições normais, mas em festas, comemorações e até em laboratórios sob rigoroso controle científico.
Quem afirmou isso foi a jornalista Elsie Dubugras, que durante muitos anos estudou o assunto, pesquisou médiuns e cientistas do mundo inteiro. Ela chegou à essa conclusão e publicou alguns resultados de suas muitas experiências.
Quando a conheci, Elsie estava com 75 anos. Muito lúcida, morreu aos 102, trabalhando. Ela nos procurou para assistir à uma sessão de pintura mediúnica do meu filho Luiz. De acordo com os espíritos, a convidamos para ir à minha casa. Lá, em uma pequena sala iluminada por uma luz vermelha, eu, Luiz e Elsie nos sentamos ao redor da mesa repleta de papéis, um saco cheio de tubos de tinta e uma caixa de crayon.
Ao som de Vivaldi, músico preferido dos espíritos, eles trabalharam pintando rapidamente vários quadros. Quando acabou a sessão e acendemos a luz, Elsie se emocionou ao conferir o resultado.
Nós não sabíamos que ela tinha sido uma pintora premiada e grande conhecedora de arte. Ao analisar as pinturas, reconheceu nelas os diversos estilos dos espíritos presentes, coisa que ignorávamos. Durante a pintura, ela segurou as folhas de papel e nos mostrou que em cada uma delas tinha feito uma dobra na ponta, para estar certa de que as folhas não haviam sido trocadas. Elas estavam todas lá!
Depois dessa noite, a jornalista convocou cientistas para testarem a mediunidade de Luiz. Entre eles, o fundador do Instituto de Psicobiofísica, Dr. Hernani Guimarães de Andrade, e a Dra. Marlene Severino Nobre, da Associação dos Médicos Espíritas, junto com outros estudiosos. Todos foram assistir a uma sessão de pintura no centro espírita “Os Caminheiros”, que nós mantínhamos.
Eles trouxeram vários instrumentos que foram utilizados para testar o cérebro de Luiz no transe e para captar energias do ambiente. O resultado revelou alterações: quando sob a ação de dois espíritos diferentes, ele pintara com ambas as mãos duas telas ao mesmo tempo. O aparelho comprovou a existência de dois cérebros.
Depois disso, Elsie levou Luiz para fazer demonstrações de pintura em Londres, onde ele se apresentou na BBC, em um especial que, devido ao sucesso, foi reapresentado várias vezes. Em seguida, viajaram também para as maiores capitais da Europa com esse trabalho.
Certa da imortalidade, Elsie dedicou-se à divulgação de suas pesquisas escrevendo, dando palestras e relatando casos verídicos que comprovam a continuidade da vida após a morte. Ela tornou-se nossa amiga muito querida. Tenho certeza que, mesmo no outro lado da vida, minha colega continua trabalhando pela divulgação das verdades do espírito.
Os espíritos dos pintores vivem no Vale das Artes, uma dimensão astral que congrega artistas de todos segmentos. Eles acreditam que a arte contribui para sensibilizar e elevar o espírito e, por isso, se dedicam a esse trabalho.
A pintura mediúnica foi um projeto deles, com tempo determinado e com a finalidade de chamar a atenção para a vida espiritual. Quando se quebra a barreira, as pessoas conseguem enxergar seu mundo interior e escolher melhor seu caminho.
O projeto terminou, mas, de vez em quando, eles avisam o médium que querem pintar. O encantamento volta, a alma se eleva e todos os presentes sentem descer sobre o ambiente energias vibrantes, harmoniosas e cheias de muita luz.
Zíbia e você
A morte do astro de "Ghost" e suas lições
Por Redação Viva!Mais postado em 21/09/2009 às 15h06
Você já assistiu ao filme Ghost? Ele fez muito sucesso e é constantemente reprisado na televisão. Trata-se de uma linda história de amor que continua depois que o protagonista – muito bem representado pelo ator Patrick Swayze – morre assassinado. O espírito do personagem acorda do outro lado da vida e se esforça para proteger a mulher, que corre perigo. Para isso, conta com a ajuda de uma médium trambiqueira de bom coração, que o auxilia a resolver as pendências e a provar para a viúva que a vida continua, prometendo à amada a união eterna do casal.
Na semana passada, li nos jornais sobre a morte do ator Patrick Swayze e pensei: como será que ele fez a passagem? Gostaria de conhecer mais sobre sua vida, já que o nível de conhecimento espiritual da pessoa, suas crenças e padrões de pensamento são os itens que determinam como se atravessa essa fase.
Ao preparar-se para viver o papel, é provável que Patrick Swayze tenha estudado o assunto. Nos Estados Unidos, há vários médiuns e muitos fenômenos paranormais, inclusive os de efeito físico (quando materializam objetos e pessoas), comprovados por pesquisadores que escreveram sobre suas experiências. Quando alguém lida com fenômenos de manifestação dos espíritos, é comum que eles estejam por perto, interferindo no processo. Eles querem inspirar coisas capazes de comprovar sua presença.
Hoje, pensando no sofrimento desse ator famoso, que passou pela provação de uma doença que o levou a abandonar o mundo, gosto de acreditar que a oportunidade de fazer aquele trabalho o tenha auxiliado a atravessar a situação com menos sofrimento. Faço votos que, tal como no final do filme, seu espírito possa estar envolvido por aquela luz maravilhosa que iluminou o personagem na despedida.
É interessante salientar que o fato de a médium do filme ser trambiqueira e não levar a sério sua mediunidade não impediu que o espírito se utilizasse dela e obtivesse êxito. Isso também acontece na vida real.
Dá para entender que, após ser assassinado, traído pelo amigo e vendo a esposa em risco, ao acordar no astral ele só pensasse em reverter a situação. Ao perceber que a médium tinha condições de ouvi-lo, não teve receio em persuadi-la para que fizesse o que ele queria. Claro que, sem saber, ele estava sendo monitorado pelos espíritos socorristas que recebem, no astral, os que voltam. Certamente, além de observá-los, também os auxiliam.
“Ghost” era um filme de ficção, mas com situações que já ocorreram várias vezes na vida real, embora tenham permanecido ocultas. Muitos imaginam que a mediunidade seja um patrimônio de pessoas mais evoluídas e analisam o teor das comunicações que eles recebem através dos pontos fracos que o médium possa ter. Dessa forma, rejeitam mensagens verdadeiras e nunca encontram um lugar bom para frequentar.
Para se comunicar, os espíritos evoluídos se utilizam dos mais versáteis, dos que não interferem na comunicação e dos que têm o teor de energia que eles precisam. Também não julgam o comportamento de ninguém e, ainda, doam energia boa ao médium, ajudando-o ainda a melhorar espiritualmente.
Lembre-se: cada um é responsável por suas escolhas. O médium que, apesar da ajuda dos bons espíritos escolhe fazer mau uso de sua sensibilidade, atrairá espíritos que vão interferir de modo negativo em sua vida. Ele se sentirá mal e aprenderá que o melhor caminho será ficar sempre só no bem.
Zíbia e você
O incrível poder das premonições
Por Redação Viva!Mais postado em 15/09/2009 às 20h11
Tenho recebido muitas cartas de pessoas que conseguem prever o futuro – seja por meio de sonhos que mais tarde viram realidade, seja através de visões de um fato que acaba acontecendo.
Houve uma sensitiva norteamericana que, tendo previsto o assassinato do presidente John Kennedy na cidade de Dallas (EUA), tentou evitar que ele fizesse a fatídica viagem. Procurou várias autoridades, jornalistas… Como era de se esperar, ninguém lhe deu crédito. Só lembraram do fato e o relataram após a tragédia que custou a vida do líder.
Outro presidente americano, Abraham Lincoln, sonhou com a própria morte. Algum tempo antes de ser assassinado, ele narrou o sonho ao amigo Ward Lamon. Este registrou-o em seu diário: “Há mais ou menos dez dias, Lincoln disse-me: ‘Fui deitar-me tarde e sonhei que saía da cama e vagava pelos quartos. Não via pessoa alguma, mas ouvia gente chorando… Para tentar descobrir o que estava acontecendo, fui para o east room (sala leste) da Casa Branca, onde, com grande surpresa, vi um cadáver coberto sobre uma plataforma. Perguntei a um guarda quem havia morrido e ele respondeu que ‘o presidente fora assassinado’.”
Lincoln tinha conhecimento dos fenômenos paranormais. Convidava médiuns para reuniões espíritas na Casa Branca – fato relatado no antigo livro Sessões Espíritas na Casa Branca. Não sei se continua sendo reeditado, mas vale a pena se informar, pois é interessante, escrito por um pesquisador sério.
Outro caso que comprova o fenômeno de premonição (ou precognição) aconteceu com Louise Rhine, esposa e colaboradora de Joseph Banks Rhine, o “criador” da parapsicologia. Certa vez, ela teve uma visão de seu filho Hubert caído no chão do banheiro. Anotou os detalhes e ficou atenta às ações do menino.
Dois anos se passaram e quase se esqueceu do fato. Certo dia, enquanto se aprontava para sair, notou que Hubert, que antes estava cantando no banheiro, de repente havia silenciado. Louise lembrou-se da visão e, preocupada, forçou a porta. Encontrou o filho no chão, sufocando pelo gás que se desprendia do aquecedor. Ele certamente teria morrido se a mãe não o tivesse socorrido graças à premonição que tivera anos antes.
Interessante como as pessoas sentem o que está por vir, mas não podem precisar quando… É que, na Terra, nossa contagem de tempo obedece aos movimentos do planeta. No mundo astral, porém, o conceito de tempo deve ser diferente.
No fenômeno de premonição, a pessoa viaja na faixa do tempo. Tanto pode ver coisas do passado como ir para o futuro. Por isso, quando há uma visão e o fato previsto não acontece, nem sempre se pode dizer que ela estava errada. É que o período de tempo que passou, antes que o fato ocorresse, as figuras envolvidas podem ter progredido, não precisando mais das lições que aquele acontecimento traria para sua vida.
Portanto, se alguém prever algo ruim, não se aflija. Você tem grandes possibilidades de reverter a situação. Comece se perguntando: o que a vida pretende me ensinar com esse fato? Fique atenta e, pode ter certeza, sentirá exatamente o que precisa mudar em sua vida. Não tenha medo de jogar fora velhas crenças nem de mandar embora o que não serve mais. Assim, além de evitar o pior, abrirá as portas para que as coisas boas aconteçam.
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Quando falamos em mediunidade, a maioria das pessoas acredita tratar-se de um fenômeno religioso. Entretanto, estudos científicos realizados por famosos pesquisadores comprovam: a percepção extrassensorial é parte da natureza de todo ser humano.
Um dos pesquisadores foi Joseph Banks Rhine, ao lado de sua esposa e colaboradora, Louise.
Primeiro, trabalharam no Laboratório de Parapsicologia da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, e, depois, no Instituto Americano de Parapsicologia, em Thomasville, na Geórgia (ambos nos Estados Unidos). Nos dois lugares desenvolveu os mais diferentes testes para verificar a existência da paranormalidade, chegando à conclusão de que o sexto sentido é capacidade intrínseca ao homem.
Infelizmente, o preconceito religioso estabeleceu conceitos errados sobre esse assunto. Assim, as pessoas se amedrontam e, em vez de aceitá-las como naturais, recorrem a igrejas e centros espíritas na intenção de livrar-se delas.
Abrem mão dessa abertura que, quando estudada, bem orientada e canalizada para o positivo, proporcionará progresso em todos os setores de suas vidas. Há, ainda, aqueles que alegam não querer entrar para o espiritismo nem serem obrigados a “trabalhar” em um centro espírita.
Essa crença surgiu pela desinformação de alguns voluntários que atendem nos centros espíritas e afirmam que, quando a mediunidade se manifesta, a pessoa PRECISA prestar serviços do próximo. Na verdade, nesse caso, o que determina as providências a serem adotadas é a maneira como o processo está acontecendo.
As atitudes, as crenças e o estado emocional do indivíduo atrairão energias afins, seja de espíritos desencarnados ou encarnados. Gente deprimida, negativa, maldosa e irritada atrairá espíritos semelhantes. Haverá uma troca energética, que aumentará as sensações que você estava sentindo. Contudo, se suas energias forem equilibradas, positivas, atrairá espíritos bons e se sentirá melhor do que estava.
Ao primeiro sinal de mediunidade, ir a um centro espírita é o lugar certo. Lá há cursos, com aulas teóricas e práticas, nas quais você aprenderá a lidar com as diferentes sensações – que nem sempre são fáceis de controlar!
A ignorância é o fator determinante do assédio de que se valem espíritos perturbadores, verdadeiros vampiros que sugam a energia das pessoas, dominando-as, infernizando suas vidas, acabando com sua paz…
Quando você se equilibra, dispondo-se a experimentar alguns fenômenos e comprova que a vida continua após a morte, sua visão se abre. Surgem novas perspectivas, que a fazem enxergar a perfeição e a beleza de viver.
Num primeiro momento, você se deslumbra, sente vontade de contar a todos sua descoberta. Só fala no assunto, quer convencer os outros da sua realidade, esquecida de que cada pessoa tem seu tempo certo para acordar e que nem todos estão preparados para a verdade.
Mas não precisa se preocupar: a vida tem meios mais adequados e seguros para, na hora certa, mostrar a cada um o que é preciso saber. Com o tempo, aprenderá que tudo lhe está sendo dado para agilizar seu progresso – e esse deve ser feito em primeiro lugar.
Depois, caso sinta vontade de trabalhar com a mediunidade para ajudar os outros, aí, sim, deve dedicar-se a esse trabalho. Pois a doação e o trabalho voluntário só devem ser exercidos quando há vocação e muito amor no coração. É a única forma de conseguir realmente ajudar!
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Um incrível caso de cirurgia espiritual
Por Redação Viva!Mais postado em 18/08/2009 às 16h01
Meu pai faleceu e, três anos depois, minha mãe conheceu Juca, um senhor solteirão. Era um homem alto, elegante, bonito, cuja simpatia conquistou de pronto família. Casaram-se, tendo meu marido e eu como padrinhos.
Meus filhos, que não tiveram oportunidade de conhecer meu pai, aprenderam a amar o Juca como a um avô carinhoso e amigo. Quando ele aparecia em casa, sempre trazia uma rosca doce para o café, guloseimas para as crianças – com as quais brincava ensinando truques com baralho e outras mágicas, o que sempre os deliciava!
Apaixonado por minha mãe, fazendo tudo para que ela fosse feliz, Juca tornou-se ainda mais querido. Até que, quando fizeram dez anos de casados, ele teve um problema de próstata. O dr. Marco Aurélio Cidade, médico de nossa família e grande cirurgião, diagnosticou um tumor e aconselhou uma cirurgia. Ao fazê-la, constatou tratar-se de um sarcoma, que foi retirado – mas sem a certeza de cura definitiva.
Levado para o quarto, Juca passou mal. Sua pressão foi a zero exatamente na hora em que o dr. Cidade entrou, agindo rápido e impedindo que ele morresse. Detalhe: não era hora de ele estar no hospital!
Perguntei-lhe, então, o porquê de ele ter ido até lá. Dr. Cidade disse ter sentido que algo não estava bem com Juca e foi verificar. Essa sensibilidade, somada à uma bondade extrema, que chegava ao ponto de pagar a internação quando o paciente não tinha condições financeiras, tornava-o um grande médico que salvou muitas vidas.
Ao voltar a si, Juca relatou que fora levado por duas pessoas para passear em um lugar cheio de pinheiros. Elas o mandavam respirar, ele obedecia e se sentia mais forte. Depois, o levaram de volta ao hospital e ele acordou.
Juca ficou dois meses em recuperação. Quando recebeu alta, o dr. Cidade afirmou que o câncer ainda continuava lá e que ele teria, no máximo, seis meses de vida.
Na época, o espírito de um médico alemão chamado Dr. Fritz estava fazendo extraordinárias operações através do médium Zé Arigó, na cidade de Congonhas do Campo, em Minas Gerais, chamando a atenção do mundo inteiro.
Com um canivete sem assepsia e sem provocar a menor dor, extirpava tumores, raspava os olhos das pessoas. As curas se multiplicavam!
Perseguido pelo Conselho de Medicina, só não foi preso graças ao então presidente da República, Juscelino Kubistchek, cuja filha ele curara algum tempo antes.
Reunimos a família, alugamos uma kombi, colocamos Juca em uma maca e fomos procurar Zé Arigó.
Havia muita gente! Juca foi colocado em uma fila de atendimento. Ele nos contou que, quando estava na fila, viu o rosto de Jesus Cristo olhando-o com amor e foi difícil controlar a emoção.
Dr. Fritz lhe disse que tivesse fé e que iria ajudá-lo. Prescreveu, então, uma receita. Fomos nos informar a respeito. Disseram-nos que, às vezes, Arigó receitava remédios que ainda não haviam chegado ao Brasil – nesses casos era para procurar no exterior.
De repente, Juca havia sumido. Fomos achá-lo num bar próximo, comendo pão de queijo, tomando café, disposto. Na volta, veio sentado e falante. Tomou os remédios e sentiu-se muito bem.
O curioso é que o câncer não desapareceu, mas ele se sentia muito bem. Os médicos ficavam surpresos, pois seria normal ele ter muita dor. Porém, não tinha nenhum incômodo! Viveu sempre bem e, oito anos depois, morreu de repente, não do câncer, mas de problema cerebral.
Oportunamente, voltarei a falar mais sobre José Pedro de Freitas, o Zé Arigó.
Zíbia e você
Cuidado ao falar com os mortos…
Por Redação Viva!Mais postado em 01/06/2009 às 18h26
Desde que desenvolvi a mediunidade de psicografia, muita gente me escreve solicitando mensagens de seus parentes ou amigos mortos – ignoram que esse “correio” só funciona de lá para cá… Descobri que é melhor não chamar esses espíritos porquanto não sabemos onde e como eles se encontram na nova situação. Pois, mesmo se impossibilitados de atender nosso chamado, eles sentem vontade de fazê-lo. Acabam, então, angustiados.
Alguns tentam se comunicar – ainda sem estarem preparados ou terem permissão. Resultado? Ficam desequilibrados. Por mais que conheçamos uma pessoa, estamos longe de saber o que vai em seu íntimo quando ela morre. Não temos como imaginar sua reação à passagem para o outro mundo.
Mas uma coisa é certa: quanto menos apegada ela for aos entes queridos e aos bens que deixou neste mundo, melhor reagirá. Agora, se for alguém de personalidade dramática, por exemplo, irá exagerar a situação, não aceitando com naturalidade o processo. Daí tornar-se problemático evocar espíritos de entes queridos.
Quando um deles se comunica conosco espontaneamente, sempre oferece uma prova de identificação a fim de não deixar dúvidas quanto à sua identidade. Para quem recebe a mensagem, tal prova é fundamental. Se você evoca o espírito de alguém e essa prova não acontece, fica a dúvida.
Assim como existe indivíduos apegados, que não se conformam com a morte de um ente querido e desejam o tempo todo que este fique a seu lado, há espíritos maldosos que se divertem, enganando-os ao fazer-se passar por quem partiu. Infelizmente, há pessoas muito crédulas e fantasiosas que se tornam presa fácil dessas entidades, quase sempre muito ardilosas – o que lhes ocasiona mais desequilíbrio emocional, físico e conduzem ao fanatismo.
Nesse processo, há risco de apegar-se a um médium, a um espírito. Você passa a não tomar nenhuma decisão sem consultá-los. Faz só o que eles dizem. Fica escrava do medo, incapaz de resolver os desafios que a vida coloca em seu caminho com o objetivo de fazê-lo amadurecer. Obscurece seu discernimento, seu bom senso, sua intuição. Enfim, apaga a própria luz!
O caminho, claro, acaba na desilusão. Aparece, então, a incredulidade, que age como antídoto para arrancar você do fanatismo. Só que tanto o fanatismo como a descrença estão distantes da verdade! Com o tempo, a vida conduzirá ao equilíbrio.
Há quem me escreva pedindo que eu os ensine sobre espiritualidade. Impossível fazer isso em um e-mail, pois os fundamentos da vida e os valores eternos da alma demandam estudos, vivências, análise dos fatos da própria vida e as lições que cada um pode tirar deles.
As leis cósmicas são iguais para todos, mas não existem duas pessoas iguais e cada um é responsável por suas escolhas. Seu processo de desenvolvimento é pessoal e único, depende só de você. Nem eu nem ninguém pode fazer a sua parte. Se deseja aprender mais sobre espiritualidade, vá em busca de conhecimento. Há muitos livros de pesquisadores sérios. Leia-os, questione-os, experimente e descubra o que funciona para você.
Se sua fé ainda é frágil, não tema confrontá-la. Se empenhar-se em encontrar a verdade, ela dará um jeito de manifestar-se e o fará de uma forma que lhe dará todas as provas de legitimidade.
Aí, você mandará embora todos os seus medos, confiará na vida, olhará o mundo com os olhos da alma. Será forte o bastante para enfrentar todos os desafios e os atritos de seu crescimento espiritual. E sentirá a divina presença e o carinho do criador abençoando sua vida.
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Zíbia e você
A escolha de com quem reencarnar
Por Redação Viva!Mais postado em 11/02/2009 às 20h21
“Antes de encarnar, todos nós obrigatoriamente escolhemos nossos pais e irmãos? Ou podemos nascer em uma família com integrantes com os quais nunca convivemos, em vida alguma?”
Eunice Esteves, Rio de Janeiro, RJ
A reencarnação é um processo complexo. Suas variáveis decorrem do nível espiritual de cada um, levando em conta as necessidades de aprendizagem não só do espírito que volta, mas também das pessoas com as quais ele irá conviver nesse período. Quando o espírito possui mais conhecimento, pode ajudar a programar sua próxima encarnação – mas sempre com a supervisão dos espíritos superiores.
Algumas vezes, ele pretende desenvolver algum lado seu que esteja dificultando seu progresso. Então, lhe é facultado reencarnar no meio de pessoas comas quais nunca tenha se relacionado antes, a fim de trocar conhecimento. Ao reencarnar, o espírito sabe que esquecerá do passado e sente-se inseguro com isso. Natural que queira ter, como pais, pessoas amigas de outras vidas, figuras nas quais confia. Mas é bom saber que isso só será possível se elas aceitarem a responsabilidade e se essa união favorecer o processo.
Reencarnar com pessoas com as quais o espírito tem afinidade é sempre muito bom, pois permite que, juntos, eles possam apoiar-se mutuamente e progredir. Tal oportunidade não é concedida a espírito que tenha prejudicado pessoas ou criado inimizades em outras vidas. Em casos assim, a reencarnação é compulsória e quase sempre ele terá de conviver na mesma família, exatamente em meio às pessoas com as quais se desentendeu.
É uma chance que a vida oferece para que ele conheça um pouco melhor seus desafetos e modifique sua maneira de se relacionar com eles. Então, os laços de parentesco servem, a princípio, para suavizar o confronto. A mesma oportunidade é dada aos espíritos que, apesar de terem feito muitos inimigos no passado, se arrependem.
Sentem remorso e necessidade de reparar seus erros. Aí, recebem a chance de programar, com o auxílio dos mentores, a reencarnação junto dos seus inimigos. Portanto, há, ainda no astral, um trabalho de aproximação entre eles, feito pelos por espíritos superiores, para que se entendam e corcordem em se relacionar de novo na Terra.
Às vezes, leva muito tempo para que eles aceitem e estejam prontos para essa nova encarnação. E, ainda assim, quando tudo está bem entre eles, podem surgir dificuldades práticas na concretização do projeto.
Em certos casos, a rejeição energética da futura mãe é tão grande que acaba se tornando uma gravidez de risco, que não chega a bom termo, sendo necessárias várias tentativas. Nesse caso, atuam também as energias do espírito reencarnante que, embora queira aproximar-se daquelas pessoas, reage instintivamente ao contato energético, que se torna insuportável para ele.
Pode acontecer que as pessoas com as quais o espírito se desentendeu no passado já a tenham perdoado – e aí elas estão livres, podendo seguir adiante sem precisar recebê-lo na família. Numa situação assim, pode reencarnar em meio a desconhecidos que precisem de ajuda. Ao ajudá-las, ele irá se libertar do remorso.
Quando o espírito progride, a noção da própria maldade lhe faz mal. Só poderá seguir adiante se conseguir livrar-se dela. Pois ninguém é vítima. Todos somos responsáveis pelas nossas escolhas. O respeito às leis cósmicas é fundamental para que nosso espírito prossiga na conquista do bem. Agir com inteligência é evitar sofrimento.
Zíbia e você
“É verdade que, quando uma pessoa reencarna, ela tende a ser testada, convivendo com as fraquezas que tinha na vida anterior, como roubar, beber e mentir?”
Gláucia Dutra, Rio de Janeiro, RJ
As pessoas sempre têm a intenção de fazer o que lhes parece ser o melhor. Porém, quanto mais ignorantes, mais distorcem os verdadeiros valores do espírito, escolhendo caminhos que julgam ser os mais fáceis para alcançar os objetivos de progresso e de felicidade.
Elas entram no mundo das ilusões ao achar que vale tudo para atingir seus fins e que, se ninguém descobrir, ficarão impunes. Como a vida responde a cada um conforme suas atitudes, acham que irão colher os resultados do que fizeram.
Os que enriqueceram à custa da corrupção, da ganância e da desonestidade, um dia serão colocados em situações e, assim, descobrirão ter coisas que o dinheiro não compra.
A desilusão, a falta de saúde, a frustração e o sofrimento os farão descobrir pontos fracos e erros. Quase sempre, depois da morte, ao tomar consciência da trajetória, sentem-se arrependidos e se dedicam aos estudos das leis cósmicas. Então, aprendem que essas leis são eternas porque aprimoram e disciplinam os seres no caminho da evolução.
Esses seres reconhecem seus pontos fracos, aceitam a orientação dos espíritos superiores e tendem a encarnar novamente para que, esquecidos do passado, possam testar sua melhora.
Outros, porém, se revoltam, acreditando terem sido injustiçados pela vida. Ao acusar os outros pelas suas dificuldades, aliam-se às falanges das trevas com o objetivo de se vingar de desafetos. Intitulam-se justiceiros e mergulham cada vez mais no mal, até que, não suportando mais a dor, decidam aceitar ajuda e recomeçar.
Diante das leis cósmicas, cada um é responsável pelas escolhas. Em qualquer etapa da evolução, colhe o que plantou.
Uma encarnação representa uma nova oportunidade para comprovar as conquistas espirituais que aquele espírito fez. Há muita alegria quando ele retorna à vida astral tendo conseguido algum progresso. Por esse motivo é que, ao renascer, o passado é esquecido. Porém, esse histórico de vida ainda está registrado em seu subconsciente. Se não houver um controle de suas tendências, ele poderá repetir tudo o que fez anteriormente e, assim, perder a oportunidade de progredir.
Alguns ficam durante anos nesse círculo vicioso, prometendo que na passagem pela Terra vão resistir às fraquezas, mas sempre fracassando na hora da prova.
O espírito que aceitou a orientação dos superiores reencarna sempre com um programa de reajuste. Ao lado dele estão amigos espirituais que o inspiram nos momentos de tentação para que não ceda. Não é a vida quem traz a oportunidade de fracasso, mas as tendências viciosas que o ser ainda não venceu. São elas que o tentam a voltar ao caminho do erro.
Uma pessoa com tendência ao alcoolismo, à violência e à desonestidade, só terá condições de vencer os vícios se reconhecer, aceitar sua realidade e, do fundo do seu coração, desejar vencer as fraquezas. Quem vence um vício e permanece resistindo a ele acabará por eliminar suas más tendências e tornar-se uma pessoa melhor.
Ninguém é vítima senão de si mesmo. Você contribuiu para ter o resultado que obteve. Se ele não foi bom, deve se perguntar:
O que a vida quer me ensinar com isso?
Aguarde e preste atenção, porque a vida sempre responde, identificando qual é o ponto fraco que provocou a situação, corrigindo-o. E, aprendendo a lição, a situação, finalmente, se modificará.
Padre Juarez de Castro
Apresenta programas de TV e rádio, já lançou quatro discos e é autor do livro As Chaves da Perseverança (Ed. Lua de papel/Leya).
Zíbia Gasparetto
Autora de livros psicografados que se tornaram best-sellers e colunista da Viva! Mais, é uma das escritoras mais lidas no País.
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