14 nov

Zíbia e você

Para aliviar as dores de quem amamos

Por Redação Viva!Mais postado em 14/11/2008 às 15h50

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“Minha filha de 3 anos e 8 meses é epilética e eu realmente gostaria de ajudá-la a se curar. Como podemos ajudar quem amamos a enfrentar seu carma com dignidade, alcançando paz e felicidade?”
Maria das Dores , Palmas, TO

Continuar com o tratamento médico é indispensável. Entretanto, é bom também procurar ajuda espiritual em algum lugar que tenha atendimento especializado ara crianças, onde ela possa receber energias de harmonização e paz.

Os amigos espirituais dizem que a epilepsia tem origem em assuntos mal resolvidos de vidas passadas. Ela pode surgir porque a pessoa se desentendeu com alguém de maneira muito forte no passado, provocando o ódio recíproco.

Quando uma dessas pessoas reencarna, mesmo sem se lembrar do fato, pode, durante o sono, se recordar do inimigo e alimentar esse desentendimento. Dessa forma, ambos se agridem em pensamento por causa de suas lembranças da briga. O espírito que ficou no astral remói seu ódio, agride o que está encarnado e provoca o ataque.

Para resolver isso, faça mentalizações de luz em favor do espírito desencarnado. Elas enviarão a ele pensamentos de esclarecimento espiritual, tais como paz, perdão e harmonização. Devem ser feitas de maneira persistente, não só quando o ataque se manifesta, mas quando tudo parece estar bem. Oriente a criança na mesma direção, fazendo-a entender que a raiva é uma força que deve ser educada e utilizada para venceros próprios desafios. Cabe a esse sentimento transformar pensamentos depressivos que prejudicam atitudes otimistas.

O ódio aparece quando a pessoa se julga vítima de injustiça e culpa o outro pela sua desgraça. Essa atitude é uma ilusão porque cada um é responsável por si e sempre colhe o resultado de suas escolhas.

Só somos vítimas por opção nossa. Quando entendemos isso, assumimos nossa parcela de responsabilidade entendemos nossos erros e evoluimos. Essa compreensão vai mudar completamente seu enfoque e a afastará do sentimento de vingança, ajudando-a a não mais atrair o mal em sua vida.

Agindo assim, as maldades do outro passam a ser vistas como um ponto fraco dele, que também terá como resposta o resultado que ele procurou. Não encontrando nada para perdoar,o sentimento de ódio desaparecerá. Aí, sim, acontecerá a libertação.

O ideal seria que ambos chegassem a esse nível, mas se apenas um deles consegue, estará livre do assédio. O outro, mesmo querendo, não conseguirá atingi-lo: ele prosseguirá colhendo o que plantou até chegar o momento em que esteja maduro para enxergar seus pontos fracos e procurar um caminho melhor.

Esse processo varia de intensidade e depende do nível espiritual de cada espírito envolvido. O tratamento médico vai aliviar a intensidade do ataque com medicamentos. Com a ajuda da família, do ambiente harmonioso em casa e do apoio espiritual, aumentam cada vez mais as chances de cura do paciente.

Mas é necessário insistir no bem, mesmo quando parece que a melhora ainda não aconteceu. O fato de o desencarnado perceber que está perdendo espaço pode fazer com que ele intensifique seu ataque, para que os parentes desanimem e desistam de procurar ajuda espiritual. O desencarnado pode também provocar vários desentendimentos entre as pessoas da casa, criando um ambiente desequilibrado onde ele possa atuar mais à vontade.

Maria das Dores, estou certa que você vai persistir e conseguir a cura que sua filha tanto merece.

Aline Barros

A pastora lançou 29 CDs, 6 DVDs e o livro Fé e Paixão (ed. Thomas Nelson Brasil).

Padre Juarez de Castro

Apresenta programas de TV e rádio, já lançou quatro discos e é autor do livro As Chaves da Perseverança (Ed. Lua de papel/Leya).

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