Dicas para você perder - de vez - o medo de conversar em inglês
Quem passou anos estudando a língua e ainda não se sente à vontade com ela precisa deixar de lado as barreiras e soltar o verbo. Veja algumas dicas
Publicado em 10/01/2012
Reportagem: Luciana Marinelli - Edição: MdeMulher
Treine o seu inglês: faça amigos estrangeiros em chats internacionais
Foto: Getty Images
Acontece com muita gente. Você acha que deveria falar inglês com fluência invejável, já que estudou durante anos. Mas que nada. Diante de um simples "how are you?", a voz trava. Embora no currículo afirme que conhece o idioma, torce para que a entrevista de trabalho seja feita em português e fica gelada só de pensar em atender o telefone e ouvir um estrangeiro do outro lado da linha. Dessa forma, a língua fundamental no mundo globalizado vira uma barreira na hora de conversar com clientes, participar de seminários ou trocar ideias com profissionais do exterior.
É basicamente um problema psicológico, que não costuma afetar crianças nem quem começou a ter contato com a língua muito cedo. Mas atinge em cheio aqueles que foram aprender inglês seriamente só na idade adulta e hoje estão na fase mais agitada da carreira.
A única forma de quebrar a barreira é diminuir o grau de cobrança a si mesma, perder a vergonha e deixar de lado questões sem importância. Como o sotaque. Basta assistir a entrevistas nos canais de TV a cabo para notar que cada povo tem o seu jeito de falar. O inglês irretocável dos americanos e britânicos da gema já é quase uma lenda. Erros gramaticais também podem ocorrer. Fique atenta para corrigi-los, mas não deixe que brequem a comunicação. Até porque a impressão de que você é a única a não dominar a língua é ilusória. Dados do Grupo Catho mostram que só 44,62% dos executivos com cargo de gerência possuem fluência. Ou seja, se você falar mais devagar ou cometer alguns erros, apenas fará parte da maioria.
Faça a coisa certa
Além de aulas regulares, há outras maneiras divertidas de melhorar o inglês:
· Aproveite os recursos do DVD para assistir a filmes com legendas em inglês. Você treina o ouvido e, ao mesmo tempo, confere a grafia das palavras.
· Pegue a pipoca e sente-se em frente da TV para uma sessão de desenho animado com a tecla SAP acionada. O vocabulário é simples e você se familiariza com a língua.
· Faça amigos estrangeiros em chats internacionais.
· Ande com CDs de conversação no carro. Pintou um congestionamento, você mata o tempo treinando.
· Tenha um caderninho sempre a postos para anotar palavras novas. Que tal 30 por semana? Em um mês serão 120. Em um ano, 1440.
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Comentários
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maria fabiana - Nossa, era o que eu realmente precisava. faço inglês mas é muito fraco, tenho prova oral e é uma boa dica. Agora, só depende de você. - 20/03/2012 21:45:33
Obrigada, Joe3o, pela oportunidade de ietnsr-me quase participando presencialmente deste congresso!Eu teria muitas coisas a comentar de seu longo post, mas vou ater-me a dois pontos que, em especial, chamaram-me a atene7e3o:1. Tambe9m me sinto bastante incomodada com problemas freqfcentes em congressos, como a auseancia injustificada de palestrantes, entra e sai de pessoas na plate9ia e apresentae7f5es monf3tonas, lidas de ponta a ponta, sem nenhuma interae7e3o com o pfablico. Sobre os buracos deixados nas sessf5es por conta da auseancia de palestrantes, alguns congressos, como os da ABED, tem buscado maior rigidez na confirmae7e3o da participae7e3o, ale9m de punie7e3o aos ausentes. Agora em setembro, vamos observar em Curitiba, se tais medidas funcionam efetivamente.Quanto ao entra e sai das pessoas, acho que se trata sobretudo, de falta de educae7e3o. Talvez os organizadores dos eventos pudessem divulgar mais esse problema e inibir a movimentae7e3o por meio de funcione1rios na entrada das salas.O terceiro ponto destacado apresentae7f5es feitas por meio de leitura sem interae7e3o e9 uma queste3o de estilo. Pode ser monf3tono, antiquado e nada agrade1vel, mas je1 vi muita gente competente que adota tal me9todo.Para finalizar, achei interessantes suas observae7f5es sobre a interatividade com o pfablico apontada no trabalho de Jeffrey Di Leo. Lembrou-me romances novelescos como o Memf3rias de um sargento de miledcias , cujos capedtulos saedam no jornal e sf3 no final juntava-se tudo e lane7ava-se um livro. A tv, sobretudo por meio de seriados norte-americanos, tem utilizado cada vez mais a interatividade com o pfablico. A popularizae7e3o da literatura e de seus autores parece-me algo inevite1vel, uma queste3o de sobreviveancia. - 02/03/2012 10:48:09
Cris - Poxa como é difícil está nessa situação, estudar durante anos e hoje me sinto uma incompetente, a minha auto estima é baixa pois só me culpo por este travamento.Mas vejo que é normal para todos esse problema, já me sinto melhor após ler esta entrvista.Só me falta assistir os filmes só em inglês. - 12/01/2012 13:53:46
Ana Paula - Sou autoditada no estudo da lingua inglesa a 1 ano e no pr¿ximo semestre tenho planos p/ fazer aulas de conversa¿¿o p/ perder o medo e tentar me soltar...:) - 10/01/2012 23:01:10



































