(none)

Juros baixos: quite dívidas e saia do vermelho

As taxas de juros no mercado estão caindo. O momento é ideal pra barganhar com o gerente do seu banco e se livrar do problemão. Siga as dicas do especialista!

Publicado em 08/08/2012

Job Henrique Casquel - Edição: MdeMulher

Conteúdo VIVA!MAIS

Foto: Getty Images


O Brasil virou um verdadeiro ringue de luta nos últimos meses. "Estamos num momento de competição entre os bancos, que estão baixando cada vez mais as taxas de juros do crédito", explica o especialista Miguel de Oliveira*. Por isso, as condições são ótimas para procurar seu banco e renegociar as dívidas.

Primeiro, entre em contato com a instituição financeira para tentar facilitar o pagamento da pendência. Foi o que fez a Karen Goulart, que tinha uma dívida de R$ 2 mil no cartão de crédito. Negociou e pagou tudo! Preste atenção nas dicas valiosas do especialista, compare as taxas do mercado no fim da página e saia do vermelho agora!


Dicas valiosas

1. Dê uma olhada nas taxas dos outros bancos. Caso algum deles ofereça condições melhores, você pode fazer a portabilidade da dívida. Mas Miguel recomenda não se precipitar: "Converse com o gerente. Ele pode oferecer taxas mais amigáveis para quem é cliente há um bom tempo", justifica. Se o banco não ajudar, vale ameaçar fazer a portabilidade e, em caso de negativa, levar a dívida para outro.

2. "Cartão de crédito e cheque especial são as piores modalidades de crédito", alerta Miguel de Oliveira. A saída é fazer um empréstimo com taxas de juros mais baixas para quitar a dívida de uma vez. A melhor opção é o crédito consignado, debitado no holerite do contratante. Quem é autônomo e não tem holerite deve optar pelo crédito pessoal.

3. Se você tem carro ou casa própria, proponha ao banco fazer um refinanciamento do bem, isto é, oferecê-lo como garantia. Isso pode contribuir para diminuir os juros, como explica Miguel: "Tendo uma garantia, a instituição financeira se sente mais à vontade para baixar as taxas".

Comentários

Os comentários são pessoais e não refletem a opinião do MdeMulher.

Comente

Li e concordo com os termos de uso do site.