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Veja o que muda com a queda da taxa juros

A notícia é boa sobretudo para quem já tem dívidas e poderá renegociar o pagamento. Saiba em quais situações vale a pena pedir um empréstimo ou investir em um financiamento

Publicado em 20/04/2012

Redação Sou Mais Eu!

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Cheque especial, cartão de crédito e empréstimos continuam sendo perigosos: só use em emergências
Foto: Getty Images

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil reduziram suas taxas de juros para o crédito de famílias e financiamento a micro e pequenas empresas. A notícia é boa - a redução das taxas do cheque especial chega a 67% ao ano - sobretudo para quem já tem dívidas e poderá renegociar o pagamento. Mas sem empolgação: cheque especial, cartão de crédito e empréstimos continuam sendo perigosos, pois podem levar ao endividamento da família. Só use em emergências.

Banco do Brasil

Financiamento de veículos: Terá uma redução de 19% ao ano, com taxas mensais de 0,99% ao mês.

Crédito consignado: Para os beneficiários do INSS, os juros ficarão entre 0,85% e 1,80% ao mês.

Crédito para empresas: A diminuição da taxa média das principais linhas de giro será de 15%. Assim, os juros caem para a partir de 0,95% ao mês.

Cartão de crédito: A taxa será de 3% ao mês - contra os atuais 12,25%. Para isso, o cliente deve optar por receber o salário no Banco do Brasil e aderir aos pacotes de serviços.

Caixa Econômica Federal

Cheque especial: Para correntistas com crédito de salário, os juros passarão de 8,18% para 3,50% ao mês. Os demais clientes terão taxa máxima de 4,27%. Depedendo da relação com o banco, é possível pagar juros de apenas 1,35% ao mês.

Cartões de crédito: Os clientes dos cartões Nacional, Internacional e Gold terão cerca de 40% menos juros ao longo de um ano, com cortes nas taxas mensais de 12,17% para 8,8% (caso do cartão Internacional).

Crédito pessoal: As taxas mensais do crédito contratado diretamente na conta corrente caíram de 5,40% para 3,88% e, para quem tem conta-salário, de 4,65% para 2,39%.

Crédito consignado: O empréstimo que é retido diretamente no salário teve os juros mensais reduzidos de 2,82% para 1,95%.

Financiamento de veículos: Caiu de 1,19% ao mês para 0,98% ao mês, dependendo do carro, do prazo e do cliente.

Crédito para empresas: As taxas das linhas de capital de giro para empresas passarão de 2,72% para 0,94% ao mês.

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