Dicas infalíveis para vencer o cansaço

Viver com mais saúde e disposição é possível. Reunimos o que você precisa saber para mudar suas atitudes do cotidiano e combater a fadiga em qualquer idade

“Para acordar bem-disposta, preciso 
ter dormido pelo menos oito horas.
Também tomo um copo grande de
 água assim que me levanto”
Guilhermina Guinle, atriz
Foto: Ernani D’ Almeida

Hoje em dia, é difícil achar alguém que não se queixe de cansaço.  O problema é quando essa fadiga não passa. 

Quase 10 milhões de brasileiros sofrem de cansaço permanente, segundo uma pesquisa da Associação Americana da Síndrome da Fadiga Crônica. E as mulheres, que costumam acumular múltiplas funções, ficam quatro vezes mais expostas a sofrer esse tipo de problema.

Risco de doenças
A falta de energia pode se manifestar em qualquer idade, mas costuma aumentar com o passar dos anos. “Noites maldormidas, alimentação inadequada, falta de atividade física e problemas psicológicos, como estresse, não deixam o corpo e a mente descansarem”, explica o médico cardiologista Hélio Castello, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 

O resultado do cansaço acumulado é um risco maior de sofrer diabetes, hipertensão e doenças do coração. A atriz Guilhermina Guinle, a Amarilys da novela Caras & Bocas, não sofre do problema porque cuida da prevenção. “Procuro me alimentar bem e pratico exercícios ao menos três vezes por semana.”Além disso, Guilhermina garante que as oito horas de sono recomendadas pelos médicos são sagradas para manter a saúde e o bom humor. Veja o que fazer para aumentar – e manter – o pique em cada etapa da vida e evite doenças crônicas

Quando o cansaço não passa

Tem gente que sofre demais com o cansaço. É a síndrome da fadiga crônica, uma doença que costuma se instalar após uma infecção. Por razões desconhecidas, quando a doença vai embora ficam os sintomas de indisposição, fadiga e fraqueza muscular. Para saber se você sofre desse mal, fique atenta a estes sinais:

– Dor de garganta
– Nódulos inflamados e dolorosos no pescoço 
– Dores musculares 
– Dor nas articulações, sem vermelhidão nem inchaço 
– Dores de cabeça persistentes 
– Dificuldade de memória ou concentração 
– Sono que não alivia a fadiga 
– Fraqueza intensa

 

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