Provavelmente um dos maiores símbolos da década de 1980, o Genius - ou Simon, depende da versão - unia luzes e cores em um divertido jogo de memorização. Com diversos níveis de dificuldade, o brinquedo exigia que o jogar repetisse uma sequência de cores sem errar
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Embora seja fabricado desde o final da década de 1970, o Pula Pirata só se popularizou mesmo no fim dos anos 80. O brinquedo funcionava com os jogadores inserindo espadas nos orifícios laterais do barril. Quando o pirata pulava, o jogador era eliminado, seguindo assim até que apenas uma pessoa se sagrasse vencedora
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Um dos brinquedos eletrônicos mais populares da década de 1990, os minigames comportavam até 9999 (como anunciavam na embalagem) diferentes jogos. Entre versões para tetris, corrida e ping-pongue, o destaque ficava por conta do preço baixo e da facilidade em encontrar em qualquer loja ou camelô
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Extremamente popular na década de 1980, o Aquaplay consistia em um brinquedo de plástico cheio de água, dois botões e diferentes funções. As atividades iam desde acertar uma cesta de basquete com uma bolinha, até jogar anéis em alguns pontos pré-determinados
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Febre no começo da década de 1990, o colecionável trocado por algumas tampinhas de refrigerantes imitava versões em menor escala de várias edições da Coca-Cola ou de outras bebidas da marca
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Um conjunto de réguas circulares e canetinhas coloridas, com estes "instrumentos", quem brincava com o espirograf poderia criar diferentes formas e estranhos desenhos coloridos. Com distintas combinações, o brinquedo possibilitava desde a criação de simples circunferências até formas mais elaboradas e complexas
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Popular no começo da década de 1990, a geleinha era uma espécie de massinha "evoluída". Grudenta, a substância era o terror das mães que tinham de esfregar as roupas das crianças à mão para tirar as manchas e o grude das peças
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Lançados durante a febre do seriado infantil, os bonequinhos dos Power Rangers foram um fenômeno entre meninos e meninas de todas as idades. Com várias cores, o destaque ficava por conta da possibilidade dos bonecos vestirem o capacete de batalha, ou melhor, virarem a cabeça, ficando prontos para o combate
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Para quem gostava de criar o próprio brinquedo e literalmente meter a mão na massa, a Super Massa era a alternativa mais acertada para isso. Vendidas em diferentes potinhos, a massinha de modelar permitia que os infantes criassem diferentes formas e personagens
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Se para as crianças de hoje criar e administrar cidades é um exercício típico de quem brinca com o computador, nas décadas de 80 e 90 a única forma para isso acontecer era com os blocos de madeira do Pequeno Arquiteto. Com diferentes cores e formatos, os blocos permitiam que a criança imaginasse todo um mundo fantástico arquitetado por elas
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Tensão se misturava com riso durante as partidas de Jogo da Operação. Com um paciente deitado em uma cama de hospital, os jovens médicos precisavam de concentração e destreza para retirar os ossos sem disparar o alarme, acionado sempre que alguém esbarrava nas laterais do brinquedo
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Febre durante boa parte da década de 1990, os bichinhos virtuais (ou tamagoochi) tinham uma simples tarefa: permitir que o jogador alimentasse e cuidasse de um animalzinho eletrônico. Além de cuidar da dieta do monstrinho, era necessário levá-lo para passear, dar banho e até aplicar injeções
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Fenômeno entre os meninos de todas as idades, as bolinhas de gude fazem parte das brincadeiras infantis há décadas. Entre diferentes variações de jogos, a principal característica da atividade estava relacionada à possibilidade do jogador capturar as bolinhas dos adversários
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A regra era simples: pescar o máximo de peixes possíveis em um curto espaço de tempo. Essa era a proposta do Pega Peixe, jogo em que peixinhos de plástico abriam e fechavam a boca enquanto as crianças tentavam pescá-los. Para fisgar, bastava juntar o imã da vara com o que estava dentro da boca do peixe. Quem pegava mais levava a partida
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Um dos maiores clássicos dos anos 90, o Cara a Cara era um jogo de adivinhações, onde os jogadores deveriam descobrir qual era o personagem escolhido pelo adversário, eliminando cartas conforme determinadas características. Quem não lembra de personagens como o gordinho Edu, o bigodudo Carlos ou a loirinha Sônia?
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Um dos jogos de tabuleiro mais antigos e lembrados de todos os tempos, o Jogo da Vida é ainda hoje um dos maiores e mais comprados jogos do gênero. Hoje é possível, inclusive, encontrar algumas versões modernas, que incluem divórcio, casamento homossexual e até problemas com drogas
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Aproveitando o sucesso do personagem infantil na televisão, foi lançado no final da década de 1980 uma linha de bonecos do Fofão. Segundo a lenda urbana, dentro do boneco havia um canivete, utilizado pelo brinquedo para atacar os infantes durante a noite. Tudo fruto da imaginação (ou da malícia de alguns), já que a estrutura que dava sustento ao pescoço do boneco era no formato de lâmina
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Um dos brinquedos mais queridos dos meninos da geração 80, o Forte Apache era o principal passatempo para unir boa parte das crianças do bairro em uma só atividade. Politicamente incorreto, o brinquedo servia para que crianças recriassem batalhas entre índios e cowboys no melhor estilo Western
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Três competidores se revezavam arremessando macaquinhos de plástico no topo de uma árvore. Quem conseguisse pendurar todos em primeiro lugar acumulava bananinhas e vencia a partida. Bastante popular no começo dos anos 90
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Desenvolvido no começo dos anos 30, o brinquedo de montar alcançou a popularidade no final dos anos 60. Quando chegou ao Brasil em princípios da década de 1980 virou uma febre, fenômeno que se mantém até hoje. Posteriormente o brinquedo ganhou versões especiais, baseadas em filmes, jogos ou demais elementos da cultura pop
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Uma das brincadeiras mais antigas, o pega varetas consistia em uma atividade simples: pegar o maior número de varetas individuais sem derrubar ou mexer as que estão próximas. Cada cor dos palitos equivalia a uma pontuação diferente, logo, quem pontuava mais ganhava a partida
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Hoje objeto cultuado por adultos e moderninhos, o Playmobil foi durante a década de 1980/90 um dos brinquedos mais queridos das crianças. Com diferentes versões, os infantes podiam criar um mundo de histórias e aventuras usando os bonecos como ferramenta para abrir as portas da imaginação
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Brinquedo perfeito para as crianças que queriam se divertir dentro de casa e terror das mães que viam boa parte das louças e objetos de decoração quebrados, o Pogobol era uma espécie de pula-pula remodelado
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Apresentados no final da década de 1990 os Geloucos são colecionáveis lançados pela Coca-Cola como uma tentativa de fidelizar a marca do refrigerante. Para conseguir os bonequinhos era necessário acumular dez tampinhas de lata da bebida e trocar por um pacotinho que continha dois geloucos, um card e um adesivo dos bonequinhos
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"Foi o Coronel Mostarda, com o candelabro na cozinha". Quem se aventurou no jogo de tabuleiro detetive sabe o que essa frase significa, afinal, nada mais emocionante do que desvendar quem era o grande assassino do jogo, que é um dos mais antigos jogos de tabuleiro já criados
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Sucesso por conta do seriado infantil Mundo da Lua, os gravadores infantis se transformaram em objeto de desejo de grande parte das crianças no começo da década de 1990. Com cores atraentes e a possibilidade de gravar em fitas K-7, o brinquedo deve ser responsável por um bom número de cantores e cantoras que existem hoje por aí
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Sonho de boa parte das garotas, o brinquedo consistia em um bonequinho de plástico ou borracha em formato de pônei, sempre em cores encantadoras, como tons de rosa, azul ou amarelo. Além da vasta cabeleira, o animalzinho era a passagem para um mundo de sonhos e fantasias
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Talvez para as crianças de hoje, a mola maluca seja um objeto sem sentido e estranho, mas para a geração que cresceu nos anos 80/90, o curioso brinquedo foi sem dúvidas responsáveis por boas gargalhadas e momentos de pura diversão. Quem é que não soltou a mola do alto da escada e viu ela pulando de degrau para degrau?
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Comprar salgadinhos na década de 1990 tinha um significado todo especial: os tazos. Espécie de cards circulares, os "brinquedos" serviram para levar boa parte das crianças para as padarias e mercearias em busca dos tão sonhados colecionáveis. Com diversas edições - incluindo os personagens de desenhos como Tiny Toons, Pokemon e O Máskara -, os tazos são referências nostálgicas de quem cresceu nessa época
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Para reunir a família inteira nada melhor do que uma boa partida de War. Com o objetivo de conquistar territórios, o jogo poderia se estender durante horas à fio, até que algum engraçadinho (ou revoltado) virasse a cartela com as peças e fizesse co que o jogo começasse novamente
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Atualizado em Por Cleber Facchi