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Contigo
  • Margaret Thatcher

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    Primeira mulher a comandar uma potência econômica e política, Margaret Thatcher foi primeira-ministra da Grã-Bretanha entre 1979 e 1990. Venceu a Guerra das Malvinas em 1983 e é tida como um dos maiores ícones do pensamento neoliberal. Os soviéticos a apelidaram de "Dama de Ferro".

    Thatcher morreu em 2013, aos 87 anos. A causa da morte da ex-premiê, segundo seu porta-voz lorde Bell, foi um derrame cerebral. Ela já havia deixado a vida pública em 2002 por causa de um outro derrame

    Relembre nos próximos slides outras mulheres inspiradoras...
    Foto: Reprodução

    Margaret Thatcher
  • Hebe Camargo

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    Amada por todos, Hebe tem sua história confundida com a da própria televisão brasileira. Hebe surpreendeu em 2008, quando anunciou que estava lutando contra um câncer. Aos 81 anos, a apresentadora se curou da doença, trocou de emissora (saiu do SBT e foi para a Rede TV) e começou uma nova etapa em sua vida, mostrando que a idade não é motivo para parar, nunca.
    Foto: Getty Images

    Hebe Camargo
  • Angelina Jolie

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    Angelina é o exemplo de como a beleza pode ser superada pela competência. Linda como sempre, a atriz é mais do que consagrada como uma das principais de sua geração. Mas Angelina já afirmou mais de uma vez que a carreira não é seu papel principal. Mãe de seis filhos (Zahara, Madoxx, Pax Tien, adotados; e Shiloh, Knox e Vivienne, naturais), mulher de Brad Pitt, um dos mais cobiçados partidos de Hollywood, ela se desdobra para garantir toda a atenção do mundo à família. Como se fosse pouco, Angelina ainda arranja tempo para partir em missões humanitárias como embaixadora da Boa Vontade da ONU. Tudo o que ela faz é do bem.
    Foto: Getty Images

    Angelina Jolie
  • Pagu

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    Jornalista, namoradeira e comunista. Patrícia Galvão, conhecida pelo apelido de Pagu, tinha a fórmula perfeita para enfurecer os mais conservadores no começo do século 20. Tanto fez que foi diversas vezes presa e até torturada pela ditadura na era Vargas. Casou-se com o escritor Oswald de Andrade - que se separou de Tarsila do Amaral para ficar com ela. Além de tudo isso, ainda era desenhista, tradutora e escritora de romances. Pagu era incansável.
    Foto: Reprodução

    Pagu
  • Oprah Winfrey

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    São 25 anos à frente do programa mais influente da TV norte-americana. Mulher, negra e fora dos padrões mais extremos de beleza, Oprah superou todo e qualquer preconceito para reinar absoluta na mente dos americanos com seu carisma contagiante. A apresentadora sempre apoia projetos e políticos, muitas vezes influenciando os rumos da história de seu país com seu aval. Obama que o diga: dizem que seu apoio ao presidente norte-americano rendeu mais de um milhão de votos ao partido nas eleições congressistas. Esta, diz ela, é a última temporada de seu programa. Isso porque em breve a apresentadora deve lançar seu próprio canal televisivo nos Estados Unidos.
    Foto: Getty Images

    Oprah Winfrey
  • Marta Suplicy

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    A sexóloga brasileira quebrou tabus e levantou polêmicas ao discutir temas como orgasmo na televisão, no programa matinal TV Mulher, da Rede Globo, exibido entre 1980 e 1986.
    Foto: Divulgação

    Marta Suplicy
  • Madonna

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    Cantora, atriz, dançarina, empresária, mãe... não há o que Madonna não possa fazer. Ambiciosa, ela nunca se contentou em ser apenas a rainha do pop. Quer mesmo fazer a diferença em todos os sentidos. Seu estilo camaleoa e suas músicas são incansavelmente copiados pelas novas divas do pop, mas Madonna não passou o bastão, ela continua no reinado. E promete inovar cada vez mais.
    Foto: Getty Images

    Madonna
  • Cissa Guimarães

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    Ela parecia nunca estar triste, nem mesmo séria. Com três décadas de carreira na televisão, onde quer que estivesse, Cissa Guimarães distribuía sorrisos magnéticos. Mas, infelizmente, seu sorriso foi arrancado do rosto com a notícia da morte de seu filho mais novo, Rafael, em 2010. A atriz recebeu todo o apoio de amigos e do público e até afirmou se sentir culpada por voltar a trabalhar após o acidente, mas ela recuperou seu sorriso e agora voltará às novelas em "Morde e Assopra", na Globo.
    Foto: Rede Globo / Divulgação

    Cissa Guimarães
  • Dilma Rousseff

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    Poucos imaginavam que a luta contra a ditadura fosse apenas o começo da carreira política de Dilma Rousseff. Com fama de pulso firme no comando da Casa Civil no governo Lula, Dilma se tornou sua pupila e sucessora na presidência. Depois de uma eleição bastante atribulada - e de uma transformação física notável -, assumiu o cargo como a primeira presidente do sexo feminino no Brasil.
    Foto: Agência Brasil

    Dilma Rousseff
  • Brigitte Bardot

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    Sex simbol dos anos 60, Brigitte Bardot conseguiu a façanha de desviar as atenções de Hollywood para o cinema francês. Os filmes new wave, como Barbarella, renderam notoriedade internacional à loira, que no Brasil fez a fama da cidade de Búzios - há até uma estátua da atriz na cidade. Em 1973, ela decidiu encerrar a carreira de atriz. Desde então, Bardot dedica-se à proteção dos direitos dos animais.
    Foto: Reprodução

    Brigitte Bardot
  • Leila Diniz

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    "Leila Diniz: &$7!" dizia a manchete do jornal O Pasquim ao anunciar a entrevista com a atriz Leila Diniz. Seus infindáveis palavrões simplesmente não poderiam sair no jornal, então a solução foi essa. Sua controversa barriga de grávida à mostra na praia e sua posição contra a ditadura a fizeram pagar um preço muito caro, sendo rejeitada nas principais emissoras de TV. Mesmo assim, Leila não deixou de dizer o que pensa. A entrevista ao Pasquim gerou tanta polêmica que a ditadura militar adotou a censura prévia, lei que foi apelidada de "Decreto Leila Diniz".
    Foto: Joel Maia

    Leila Diniz
  • J. K. Rowling

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    O que seria de nós sem Harry Potter? A saga do bruxinho alimenta a imaginação de milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo. As aventuras de Potter, Hermione e Ron surgiram durante uma viagem de trem entre Manchester e Londres. A autora, J.K Rowling, transformou-se em uma das britânicas mais ricas do mundo em apenas cinco anos. Nada mal para quem só queria escrever um livro infantil.
    Foto: Getty Images

    J. K. Rowling
  • Clarice Lispector

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    A autora de "Perto do Coração Selvagem" era um grande enigma até para si mesma. Suas palavras profundas que refletiam a inquietude de simplesmente estar viva conquistaram admiradores em todo o mundo. Clarice foi esposa, mãe de dois filhos e uma das escritoras mais misteriosas do país.
    Foto: S. Hassad e Antonio Andrade

    Clarice Lispector
  • Gisele Bündchen

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    A brasileira, que é a modelo mais bem paga do mundo, revolucionou o conceito de beleza nos anos 2000. Com sua aparência saudável e natural, marcou o fim da era das modelos esquálidas e pálidas, o padrão dos anos 1990.
    Foto: Divulgação

    Gisele Bündchen
  • Angélica

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    Nos holofotes desde os quatro anos, Angélica provou que é possível, sim, ser feliz, bem-sucedida e muito bem casada sem que o sucesso todo suba à cabeça. Com Luciano Huck, forma o casal-modelo do Brasil. Angélica inspira felicidade em todos os campos, mas também garante que o trabalho para manter tudo isso não é pouco!
    Foto: Rede Globo / Divulgação

    Angélica
  • Anita Garibaldi

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    A jovem Anita é uma das figuras mais marcantes da Revolução Farroupilha, a guerra pela independência do Rio Grande do Sul. Ela se tornou heroína de guerra ao conhecer o grande amor de sua vida, o italiano Giuseppe Garibaldi. Seu ímpeto pela batalha era tanto que nem o fato de ter engravidado cinco vezes a fez diminuir o ritmo. Anita Garibaldi morreu aos 27 anos, no parto de seu quinto filho, na Itália, e se tornou um exemplo de luta nos dois países.
    Foto: Reprodução

    Anita Garibaldi
  • Rainha Elizabeth II

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    Deus salve a rainha! A letra do hino nacional do Reino Unido - e também da música mais famosa dos Sex Pistols - mostra que Elizabeth II tem uma tremenda reputação a zelar. E ela o faz com destreza há 59 anos de reinado. Mais do que ninguém, a rainha sabe o que é ter todos os seus passos seguidos por paparazzi desde o nascimento. Reservada, Elizabeth mantém a elegância e sobriedade nas cerimônias reais. Sua figura foi retratada no cinema em "A Rainha", filme que rendeu o Oscar de melhor atriz em 2007 a Helen Mirren.
    Foto: Getty Images

    Rainha Elizabeth II
  • Lina Bo Bardi

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    Criar um símbolo que define toda uma cidade - e não qualquer cidade, a maior da América Latina - não é tarefa fácil para nenhum arquiteto. Imagine ser do sexo feminino e, ainda por cima, estrangeira. Lina Bo Bardi, a italiana que definiu a cara da Avenida Paulista ao desenhar o Masp, o fez daquela maneira para que a população pudesse continuar a admirar a vista do vale, logo abaixou do museu. O vão livre virou o palco preferido para todo tipo de manifestação na cidade.
    Foto: Irmo Celso

    Lina Bo Bardi
  • Marilyn Monroe

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    50 anos após sua morte, Marilyn Monroe ainda é lembrada pelo glamour e brilho que trouxe aos cinemas com seus estonteantes personagens.
    Foto: Divulgação

    Marilyn Monroe
  • Eva Péron

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    No processo de aprovação da lei para permitir o voto feminino, Eva Perón, já casada com o presidente argentino Juan Perón, virou porta-voz das mulheres. Ela criou a fundação que leva seu nome - sustentada por doações e impostos - e passou a lutar pela causa das minorias. Isso a tornou popular, mas ao mesmo tempo criticada pela elite.
    Foto: Divulgação / Arquivo Gráfico de La Nacion

    Eva Péron
  • Frida Kahlo

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    A artista mexicana Frida Kahlo superou um acidente que a deixou imobilizada por anos para se tornar uma das maiores pintoras de seu país. Casou com outro grande monstro da arte mexicana, Diego Rivera, um relacionamento muitas vezes explosivo, mas superou o marido já famoso com seus autorretratos cheios de carga emocional e cores fortes. A artista teve sua história contada no filme "Frida", de 2002, cujo papel principal foi vivido pela atriz mexicana Salma Hayek.
    Foto: Reprodução

    Frida Kahlo
  • Madre Teresa de Calcutá

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    Símbolo de generosidade e devoção, Madre Teresa dedicou sua vida a educar crianças pobres. Sua dedicação era tanta que viajou o mundo inteiro promovendo sua causa, convenceu dois papas a colaborar com suas missões e ganhou o prêmio Nobel da paz em 1979. Influente entre ricos e famosos, soube usar sua fama para alimentar suas obras de caridade, iniciando uma onda de celebridades "do bem".
    Foto: Luciano Andrade e Samuel Iavelberg

    Madre Teresa de Calcutá
  • Gabrielle Andersen-Scheiss

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    Ela parou o mundo ao entrar cambaleante no estádio LA Coliseum, durante os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984 (confira o vídeo). Gabrielle Andersen só precisava percorrer mais 400 metros para completar a maratona, mas parecia não ter mais de onde tirar forças. Foram cinco minutos de agonia e muita torcida até que a corredora suíça cruzasse a linha de chegada. Sua perseverança foi tão marcante que muito poucos se lembram de quem foi a vencedora da prova, mas não há quem nunca tenha visto a imagem de Gabrielle.
    Foto: Getty Images

    Gabrielle Andersen-Scheiss
  • Halle Berry

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    Halle Berry saiu de Bond girl para o posto de primeira mulher negra a receber um Oscar. Ela mesma se mostrou surpresa e atônita na entrega pelo papel principal no filme "A Última Ceia" (na foto acima). Halle amargou alguns papeis ruins, mas manteve o bom humor - chegou até a ir à cerimônia do Framboesa de Ouro para receber seu troféu de pior atriz pelo papel principal em "Mulher-Gato", em 2005.
    Foto: Divulgação

    Halle Berry
  • Coco Chanel

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    O século 20 trouxe muitas heroínas e libertadoras. Coco Chanel, nascida Gabrielle Bonheur Chanel, na França, também fez seu papel de heroína ao libertar as mulheres do vestuário desconfortável e pesado do século anterior, criando peças simples e extremamente elegantes, sem abrir mão do bem estar. Seu estilo se mantém inabalado há quase cem anos, à espera da próxima revolucionária da moda.
    Foto: Divulgação

    Coco Chanel
  • Michelle Obama

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    A primeira-dama norte-americana é a nova cara de seu país: negra, estilosa e confiante, com uma carreira sólida de advogada, não se esqueceu das duas filhas, Sasha e Malia, quando seu marido virou presidente, pondo a carreira em segundo plano para cuidar das meninas. Michelle esbanja elegância - mesmo ao usar um vestido nada exclusivo, vendido a meros R$ 60 na rede de lojas H&M (na foto acima, durante a entrevista com Matt Lauer, no programa The Today Show, na NBC), provando que não é preciso ser rica para estar na moda.
    Foto: Reprodução

    Michelle Obama
  • Fernanda Montenegro

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    A diva maior da dramaturgia brasileira não poderia deixar de figurar entre as mulheres que mais nos inspiram. Há mais de 60 anos Fernanda Montenegro vive todos os tipos de mulheres na TV, no cinema e no teatro. Cria personagens inesquecíveis e é motivo de orgulho para uma nação inteira devido à sua paixão pela arte.
    Foto: Zé Paulo Cardeal/ TV Globo

    Fernanda Montenegro
  • Marie Curie

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    A cientista franco-polonesa Marie Curie foi certamente uma das mentes mais brilhantes do século 20. Ela foi a primeira mulher a ganhar um Nobel. Aliás, ganhou dois: em física e química, por sua pesquisa com radioatividade no começo do século 20. E tudo isso vivendo uma história de amor (com Pierre Curie) e lutando para ser reconhecida em uma área em que os homens sofrem para atingir o êxito. 2011, aliás, foi declarado o ano de Marie Curie, na França e na Polônia.
    Foto: Reprodução Nobelprize.org

    Marie Curie
  • Kate Middleton

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    O jeito doce de Kate Middleton fez o mundo todo compará-la com a amada princesa Diana, mãe do príncipe William, que faleceu em 1994. À espera de um herdeiro real, a Duquesa de Cambridge se firmou como ícone de moda e estilo no Reino Unido e em todo o mundo.
    Foto: Getty Images

    Kate Middleton
  • Beatriz Milhazes

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    Beatriz Milhazes foi a primeira artista plástica brasileira viva a ter um quadro avaliado em 1 milhão de dólares. A obra foi comprada pelo argentino Eduardo Constantini, mesmo dono de Abaporu, de Tarsila do Amaral.
    Foto: Agência O Globo

    Beatriz Milhazes
  • Lady Di

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    A princesa mais carismática da história lutou por causas humanitárias, como o combate à aids, e dividiu com o mundo seu sofrimento pela traição do marido, o príncipe Charles. Diana faleceu no dia 31 de agosto de 1997, em Paris.
    Foto: Reprodução

    Lady Di
  • Zilda Arns

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    A pediatra brasileira Zilda Arns diminuiu os índices de mortalidade infantil no país ao disseminar entre as mães a fórmula do soro caseiro. Ela fundou a Pastoral da Criança em 1983 para realizar ações de combate à mortalidade infantil, à desnutrição e à violência. Faleceu em 2010, no terremoto do Haiti.
    Foto: Agência Estado

    Zilda Arns
  • Elis Regina

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    Era da gaúcha Elis Regina o maior cachê musical no país nos anos 1960. Seu disco Dois na Bossa, com Jair Rodrigues, foi o primeiro álbum brasileiro a vender 1 milhão de cópias. Foi também pioneira ao registrar sua voz como instrumento na Ordem dos Músicos do Brasil.
    Foto: Reprodução

    Elis Regina
  • Dorothy Hodgkin

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    Química inglesa e ganhadora do prêmio Nobel em 1964, Dorothy Hodgkin desvendou a estrutura de biomoléculas, o que permitiu a sintetização da insulina e melhorou a vida dos diabéticos.
    Foto: Reprodução

    Dorothy Hodgkin
  • Audrey Hepburn

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    Tida como o rosto mais belo do cinema, a atriz consagrou a elegância simples: calça de corte masculino, gola rulê e o pretinho básico.
    Foto: Reprodução

    Audrey Hepburn
  • Hillary Clinton

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    Ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Hillary Clinton é hoje Secretária de Estado e responsável pela política externa de seu país. Colocou a defesa dos direitos da mulher como tema da sua agenda internacional.
    Foto: Reprodução / Reuters

    Hillary Clinton
  • Helen Brown

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    Editora de 1965 a 1997 da Cosmopolitan, publicada no Brasil como NOVA, pela Editora Abril, a jornalista americana Helen Brown inovou ao incluir pautas de carreira e sexo em revistas femininas.
    Foto: Reprodução / Associated Press

    Helen Brown
  • Maria da Penha

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    A brasileira lutou por 20 anos para ver preso o ex-marido, que tentou matá-la duas vezes. Por causa da demora da Justiça em condená-lo, a Organização dos Estados Americanos (OEA) puniu o Brasil por negligência à violência doméstica e recomendou a criação de uma lei para o tema, em vigor desde 2006.
    Foto: Reprodução

    Maria da Penha
  • Carmen da Silva

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    A gaúcha Carmen da Silva levou milhares de leitoras a pensar sobre temas feministas em sua coluna "A arte de ser mulher", publicada em CLAUDIA entre 1963 e 1984.
    Foto: José Antônio

    Carmen da Silva
  • Janete Clair

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    A mineira foi a primeira mulher a escrever novelas no país. É autora de sucessos como Irmãos Coragem (1970-1971) e Selva de Pedra (1972-1973), cujo último capítulo teve 100% de audiência no Rio de Janeiro.
    Foto: Reprodução

    Janete Clair
  • Jane Fonda

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    Nos anos 1980, a atriz americana Jane Fonda estimulou milhões de mulheres a praticar exercícios em casa e ter uma vida mais saudável com uma série de vídeos de ginástica. Vendeu 17 milhões de cópias.
    Foto: Divulgação

    Jane Fonda
  • Bertha Lutz

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    Para lutar pelo nosso direito de votar, ela organizou até um vôo num aeroplano, de onde lançou folhetos sobre o Congresso Nacional, o Palácio do Catete, sede do governo federal no Rio de Janeiro, e os jornais da cidade. Bertha também teve atuação internacional, batalhando com as sufragistas nos Estados Unidos e em países latino-americanos.
    Foto: Reprodução

    Bertha Lutz
  • Shakira

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    Em 2011 a cantora colombiana Shakira doou 800 mil dólares por meio de sua ONG, "Pés Descalços". O dinheiro serviu para construir uma escola no Haiti, após o terremoto de 2010 que destruiu grande parte do país. A atuação humanitária da colombiana, sobretudo através de sua fundação Pies Descalzos, lhe rendeu uma medalha da Organização Internacional do Trabalho (ILO).
    Foto: Shakira

    Shakira
  • Nicole Kidman

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    Em 2006 a atriz Nicole Kidman foi nomeada "Embaixadora da Boa Vontade da ONU" por promover e apoiar projetos que defendem e lutam pelos direitos das mulheres e contra a violência doméstica.
    Foto: Getty Images

    Nicole Kidman
  • Diane von Furstenberg

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    Diane von Furstenberg é uma das estilistas mais influentes da atualidade. Sua história na moda começou em 1972, quando ainda era casada com um príncipe alemão, de quem manteve o sobrenome, com uma mala cheia de vestidos de jérsei que vendia a amigas. Dois anos depois ela criou o wrap-dress, ou vestido-envelope, peça icônica que se tornou sua marca registrada até hoje.
    Foto: Divulgação

    Diane von Furstenberg
  • Graça Foster

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    Dois milhões e meio de barris por dia; 132 plataformas em ação; 291 navios em alto-mar. O comando da Petrobras, quinta maior petrolífera do mundo - uma gigante que vale 186,6 bilhões de dólares - está nas mãos de Graça Foster
    Foto: Agência Petrobras / Divulgação

    Graça Foster
  • Malala Yousafzai

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    Malala Yousafzai voltava da escola, que frequentava escondido, quando um radical islâmico do Talibã atirou em sua cabeça. O grupo é autor da absurda probição que afasta meninas da sala de aula. Ao todo, 150 escolas foram fechadas e 15 alunas queimadas com ácido. Desde 2009, Malala escrevia sobre o tema em um blog da BBC. Além de criticar, revelava o medo de não cursar medicina, seu sonho. Por sua coragem, ela ganhou o Prêmio Nacional da Paz para a Juventude em 2011
    Foto: Reprodução

    Malala Yousaf-zai
  • Andrea Jung

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    Presidente desde 2001 da Avon, Andrea Jung foi eleita pela revista americana de negócios Forbes como uma das 50 executivas mais importantes do mundo em 2010. Junto com a empresa, ela promoveu diferentes ações e campanhas pelo fim da violência contra mulheres.
    Foto: Pablo Saborido

    Andrea Jung
  • Gloria Perez

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    Faz 20 anos que a atriz Daniella Perez, filha de Gloria Perez, foi assassinada pelo então colega de elenco Guilherme de Pádua e pela esposa dele na época, Paula Thomaz. Após duas décadas do crime, a novelista ainda luta para preservar a memória da filha
    Foto: Divulgação

    Gloria Perez
  • Helena Lunardelli

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    O projeto Flor Gentil presenteia idosos em casas de repouso na cidade de São Paulo. A ideia surgiu em 2010 por iniciativa da florista Helena Lunardelli. Aos sábados e domingos, integrantes da ONG aguardam o fim de casamentos e formaturas para recolher sobras da decoração ainda de madrugada. O material é enviado ao galpão onde funciona a sede da entidade. Durante a semana, voluntárias se dedicam a montar os arranjos e entregá-los aos idosos. O negócio surgiu do incômodo que Helena costumava sentir ao ver centenas de plantas acabarem no lixo a cada fim de festa. Outra vertente da ONG é o Fundo Gentil. A ideia consiste em reciclar as flores para enfeitar festas e eventos de pessoas carentes ou de instituições.
    Foto: Reprodução / Veja

    Helena Lunardelli
  • Eliana Calmon

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    Depois de conhecer o Poder Judiciário "em suas entranhas", a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, lançou seu olhar rigoroso para a formação dos magistrados. Ela ficou conhecida por sua determinação em caçar e punir juízes corruptos.
    Foto: Reprodução

    Eliana Calmon
  • Elizabeth Taylor

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    Elizabeth Taylor foi uma das primeiras megacelebridades a se engajar na luta contra a aids, depois que um amigo dela, o ator Rock Hudson, morreu, vítima da doença. Em 1991, ela criou a própria fundação de pesquisa sobre o vírus, a Elizabeth Taylor Aids Foundation.
    Foto: Divulgação

    Elizabeth Taylor
  • Zuzu Angel

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    A estilista mineira Zuzu Angel se tornou símbolo da resistência à ditadura no Brasil ao denunciar nos Estados Unidos a tortura e o sumiço de militantes que se opunham aos generais, entre eles seu filho, Stuart Angel. Zuzu morreu em 1976, num acidente de carro mal explicado, tentando encontrar o corpo de seu rebento
    Foto: Acervo Instituto Zuzu Angel

    Zuzu Angel
  • Nise da Silveira

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    Antigamente, os procedimentos usuais para cuidar de quem sofria de transtornos mentais incluíam a retirada de uma parte do cérebro. A psiquiatra alagoana Nise da Silveira, uma das primeiras médicas brasileiras, recusava-se a aplicar técnicas agressivas em seus pacientes. Em vez disso, usava o desenho e a pintura para que eles se expressassem e retomassem o contato com a realidade. Os trabalhos foram para o Museu de Imagens do Inconsciente, que ela fundou no Rio de Janeiro em 1952
    Foto: Reprodução

    Nise da Silveira
  • Marta Vieira da Silva

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    Mulheres são craques nos campos - hoje, ninguém duvida disso. Quando a paixão nacional deu mostras de abalo, uma garota de Alagoas apareceu jogando o futebol dos sonhos de qualquer homem: Marta Vieira da Silva, da nossa seleção feminina
    Foto: Reprodução

    Marta Vieira da Silva

55 mulheres inspiradoras

Brasileiras e cidadãs do mundo inspiram há anos gerações de mulheres com suas conquistas e lições de vida

Atualizado em Por Redação MdeMulher

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