14 séries protagonizadas por negros para assistir JÁ

Representatividade importa SIM e a safra atual de seriados está cheia de ótimas produções para você maratonar!

Se ao pensar em séries com protagonistas negros você só consegue lembrar de sitcoms à la Um Maluco no Pedaço e Todo Mundo Odeia o Chris, então você está perdendo tempo, amiga. Isso porque a safra atual tem produções para todos os gostos!

Verdade seja dita: a representatividade negra poderia ser maior na lista VIP da televisão, especialmente quando se fala em seriados protagonizados por mulheres, como ressaltou Viola Davis ao receber o Emmy, em 2015. Mas, para a nossa alegria, as coisas estão mudando, graças a pessoas como Shonda Rhimes, que é hoje um dos nomes mais poderosos da televisão. Ela é autora de Grey’s Anatomy e Scandal, além de ser a produtora por trás de How to Get Away with Murder. Além de um currículo invejável, Shonda tem o compromisso de dar cada vez mais espaço para atrizes negras, e também de apresentar tramas focadas em mulheres fortes.

E quem também promete fazer história na TV é a cineasta Ava DuVernay. Ela assina a mais nova série da emissora de Oprah Winfrey, intitulada Queen Sugar. Além de ser protagonizado, criado e produzido por negros, o seriado tem outro diferencial: será dirigido apenas por mulheres.

E tem várias outras produções maravilhosas rolando atualmente. Confira aqui 13 séries contemporâneas que você precisa colocar já na sua lista:

Greenleaf

(OWN/Divulgação)

Essa série é um drama com pitadas de mistério, a respeito de uma poderosa família de evangélicos. O patriarca é um bispo importantíssimo e muito rico, mas o clã esconde segredos bem pesados. Destaque para a personagens femininas, em especial a maravilhosa Grace (Merle Dandridge). Greenleaf é produzida pela emissora de Oprah Winfrey, mas teve os direitos de transmissão comprados pela Netflix. Melhor pra gente!

Scandal

Divulgação Divulgação

Criada por Shonda Rhimes (que também é autora de Grey’s Anatomy), a série é protagonizada pela maravilhosa Kerry Washington. Ela interpreta Olivia Pope, uma espécie de RP poderosíssima, especializada em gerenciar crises. Tudo se passa em Washington DC e, além de ser consultora do presidente dos EUA, Olivia também vive um romance com ele.

Cara Gente Branca

(Netflix/Divulgação)

Inspirada em um filme de mesmo nome, a série se propõe a “mandar um recado” para as pessoas brancas a respeito da realidade de quem vive o racismo na pele. De maneira ácida e sem meias palavras, Dear White People vai direto ao ponto na abordagem do tema. A série gerou polêmica mesmo antes de estrear e milhares de pessoas têm atacado a Netflix, desde que o primeiro trailer foi divulgado, em fevereiro.

Empire

Reprodução Reprodução

A história gira em torno de Lucious, um magnata do hip-hop que está doente e precisa nomear um sucessor para cuidar dos negócios da família. Mas a escolha não é muito fácil, já que nenhum de seus três filhos manja do assunto. Para completar, a ex-mulher dele acaba de sair da prisão. Destaque para a ótima Taraji P. Henson, que já ganhou um Globo de Ouro pelo papel de Cookie, a ex de Lucious.

Black-ish 

Divulgação Divulgação

Cheia de referências à cultura pop e falando sobre racismo sem perder o bom o humor, essa comédia consegue ser inteligente e engraçada ao mesmo tempo. A série conta a história de uma família negra de classe média alta que mora em Los Angeles e lida com o fato de que basicamente só há brancos na comunidade onde eles vivem.

Pitch

Divulgação Divulgação

Se você não entende bulhufas de baseball, bem vinda ao clube, mas saiba que não é preciso manjar do esporte para curtir a série. Isso porque Pitch trata, essencialmente, sobre uma história de empoderamento feminino e superação. A trama gira em torno de Ginny Baker, garota que se torna a primeira mulher a competir junto com os homens na liga profissional de baseball. Infelizmente, a história não é real, mas vale a pena assistir.

Luther

Divulgação Divulgação

John Luther é um policial brilhante que investiga assassinatos e a série foca nos casos que ele desvenda, além de mostrar o impacto psicológico que esse trabalho causa. Pode parecer uma sinopse clichê, mas essa é uma das chamadas “séries limitadas” (daquelas com poucos episódios por temporada), produzida com maestria pela BBC. Além disso, Luther alavancou a carreira do excelente Idris Elba, que ganhou um Globo de Ouro e foi indicado quatro vezes ao Emmy pelo papel principal.

Insecure

Divulgação Divulgação

Essa é a aposta da HBO para substituir Girls e a segunda temporada estreia em julho. A trama gira em torno de Issa Dee, uma garota de 29 anos que mora em Los Angeles com o namorado. Quem protagoniza e assina a criação da série é a escritora/atriz Issa Rae, que, apesar de não ser muito conhecida no Brasil, já tem um best-seller no currículo: The Misadventures of Awkward Black Girl (As Desventuras da Garota Negra Esquisita, em tradução livre).

Mister Brau

Divulgação Divulgação

E tem produção brasileira na lista, sim, senhor. Essa série conta a história de Brau, um cantor famosíssimo, casado com a extravagante e controladora Michele, que também é sua empresária e coreógrafa. No ar desde 2015 na Globo, Mister Brau é protagonizado pelos sempre ótimos Lázaro Ramos e Taís Araújo e tem roteiro assinado por Jorge Furtado. Taís dá um show a parte e seu figurino babadeiro é basicamente um personagem por si só.

The Get Down

Divulgação Divulgação

Essa é a primeira série musical da Netflix e também a primeira protagonizada por negros. A trama mostra o surgimento do hip-hop no Bronx (subúrbio de Nova York), na década de 1970. The Get Down é assinada por ninguém menos do que Baz Luhrmann, que dirigiu e roteirizou os clássicos Moulin Rouge e Romeu + Julieta (na versão com Leo DiCaprio). No elenco, o destaque vai para a novata Herizen F. Guardiola, que canta muito!

How to Get Away with Murder

Divulgação Divulgação

Produzido pela poderosa Shonda Rhimes, o seriado consagrou a excelente Viola Davis, com a primeira mulher negra a vencer o Emmy de Melhor Atriz. Na trama ela é Annalise Keating, uma advogada criminal brilhante, que também é professora universitária. A série gira em torno dos casos defendidos por ela e seus estagiários, além de mostrar os dramas particulares vividos por eles.

Queen Sugar

Divulgação Divulgação

Criada por Ava DuVernay (cuja obra prima, Selma, concorreu ao Oscar em 2015), essa série é produzida por Oprah Winfrey e estreou em setembro de 2016 na emissora dela (OWN). Queen Sugar retrata a história de três irmãos que perdem o pai e passam a brigar pela herança de uma imensa plantação de cana de açúcar. Destaque para a atriz Rutina Wesley (de True Blood) e também para o fato de que, segundo Ava, todos os episódios da série serão dirigidos por mulheres.

American Crime Story: The People v. O. J. Simpson

Divulgação Divulgação

Assim como sua “irmã mais velha”, American Horror Story, essa série se propõe a contar histórias isoladas a cada temporada. Só que American Crime Story se baseia crimes reais que causaram grande comoção nos Estados Unidos. A primeira temporada retrata o caso de O. J. Simpson, um célebre jogador de futebol americano acusado de ter assassinado sua ex-mulher e o namorado dela, em 1995. A produção abocanhou nada menos do que nove Emmys nas categorias de “série limitada” e concorreu a um total de 22 estatuetas.

Luke Cage

Divulgação Divulgação

Luke é um homem que foi preso injustamente e acaba sendo usado num experimento científico. Assim, ele adquire uma força sobre-humana e sua pele passa a ser indestrutível. A produção estreou no final de setembro e é a primeira série da Marvel protagonizada por um herói negro. Assim como Jessica JonesDemolidor e Punho de Ferro, Luke Cage faz parte de um combo de séries interligadas entre si. Juntos, esses heróis formam o grupo chamado de Os Defensores.

 

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