A ex-satanista Zeena Lavey é muito mais do que a cópia da Taylor Swift. Ela é uma quebradora de regras!

Mesmo que ela pareça mais com a Taylor do que a própria Taylor!

Esta é a Taylor Swift!

Larry Busacca/Getty Images

Larry Busacca/Getty Images

Talvez a cantora mais famosa do mundo, Taylor Swift foi, também, a que mais faturou dinheiro no planeta em 2015. Dona de incontáveis hits, entre eles “Bad Blood”, 10 prêmios Grammy e um squad de celebridades poderosíssimo, a artista possui outro grande talento: entrar em “tretas” e polêmicas (mas a deste texto não é culpa dela!).

E esta é Zeena Schreck (ex-Zeena LaVey)

Reprodução

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A norte-americana Zeena Galatea LaVey, hoje com 52 anos, foi, entre 1985 e 1990, a Grande Sacerdotisa da Igreja de Satã. Porta-voz, o trabalho dela era divulgar e enaltecer em todos os cantos os feitos da religião. Aos três anos de idade, teve um dos batismos mais controversos de todos os tempos. Celebrado pelo pai dela, Anton LaVey, fundador da tal seita, a cerimônia gerou um publicidade absurda. Porém, cansada e sufocada pela doutrina, largou tudo e foi viver na Alemanha. Saiba mais sobre ela abaixo! 

E, bem, estas são Taylor Swift e Zeena lado a lado. Não são idênticas?

Jason Merritt/Getty Images e Reprodução

Jason Merritt/Getty Images e Reprodução

A verdade é que a comparação entre as duas já existe há algum tempo, mas, por algum motivo (satânico? rs), este vídeo se tornou viral somente há alguns dias. A internet, claro, já tratou de criar diversas teorias. A principal delas diz que Tay Tay é um clone illuminati criado a partir do DNA de Zeena, já que a famosa sociedade secreta é, principalmente, conhecida por “clonar” pessoas de sucesso para, assim, continuar a agenda de ~dominação cultural~.

E claro que fizeram a piada com a cobra.

” Zeena LaVey seduzindo o clone dela, Taylor Swift”

Mais evidências!

Teorias da conspiração à parte, a real é que toda essa maluquice serviu para que o mundo conhecesse a história de Zeena LaVey. Sério, ela é uma sobrevivente!

Criada totalmente dentro da doutrina satanista dos pais dela, a garota desde cedo conviveu com ameaças de morte e estupro, além dos vários entulhos, ovos e bombas que jogavam na porta de casa. E, bem, de acordo com ela, nem o pai acreditava muito nessa história de satanismo…

Ela explica:

Meu pai estava experimentando várias coisas: reservar a sexta-feira à noite para palestras chamadas de ‘o círculo mágico’, promover shows burlescos com strippers vestidas como bruxas e vampiras, mas nada que fosse necessariamente ‘satânico’. Ele até tinha um leão de estimação e costumava andar com ele pelas ruas de São Francisco. Foi somente quando um publicitário local escreveu uma matéria na qual se referia a ele como o ‘primeiro sacerdote de satanás’ que teve a ideia de criar a própria religião. […] E ele tinha seguidores que levaram as coisas muito a sério e realmente acreditavam nesta entidade Satanás e não tanto na ideia de Anton LaVey do satanismo

Outra coisa que ela precisou conviver desde cedo foi a curiosidade da ~mídia ~, fazendo dela, algo como uma celebridade infantil. Aos três anos teve o primeiro batismo satânico da história. Aos 13, deu à luz Stanton LaVey e nunca revelou a identidade do pai dele (algumas histórias bizarras dizem que ele é fruto de abusos sofridos por ela pelo pai – horrível assim!).

A partir de 1985 se tornou a porta-voz da Igreja de Satã. Alguns anos antes ela havia rompido com a seita para buscar uma certa independência, mas, segundo ela, resolveu voltar por se sentir triste ao ver fundamentalistas cristãos colocando a culpa de todas as mazelas do mundo na religião dela.

Fez as pazes com Anton e começou um trabalho para, de certa forma, visitar programas televisivos e ~mudar a imagem~ da doutrina. Deu certo.

Mas, aos 27, desacreditada novamente, rompeu de vez com a religião, com a família, deu mais atenção à banda na qual era líder, a Radio Werewolf, e foi viver na Europa.

Atualmente se dedica, junto do marido Nikolas Schreck, ao Movimento Setiano de Libertação, uma espécie de organização para auxiliar pessoas que se sentem oprimidas de alguma forma: viciados, ex-estrelas infantis, membros de seitas abusivas e religiões como a Cientologia… De acordo com ela, a ideia é fornecer assistência para que, da mesma forma que ela, essa galera consiga uma libertação.

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