O brilho de Larissa Maciel

A atriz gaúcha fala da emoção e da responsabilidade de protagonizar a minissérie Maysa - Quando Fala o Coração

Larissa caracterizada como Maysa, que aparece em retrato ao fundo
Foto: João Miguel Jr/ Rede Globo

Evocando um passado recente e provocando fortes emoções, Maysa – Quando Fala o Coração, da Rede Globo, estreou na segunda, 5, em grande estilo. A minissérie trata da vida e da carreira de Maysa, que, além de cantar e compor, foi grande intérprete do bolero e do samba-canção, o som dominante nas décadas de 1950 e 1960.
 
Larissa Maciel, 31 anos, que vive Maysa Monjardim Matarazzo, impressiona pela semelhança com a cantora. E isso, no início das gravações, até surpreendeu a atriz. “Ninguém nunca falou que eu era parecida com a Maysa, nem eu achava. Mas, quando o maquiador Fernando Torquatto acabou a caracterização para o teste, tomei um susto”, contou. Ela estava, de fato, igualzinha à artista.
 
Larissa foi escolhida entre mais de 200 candidatas para o papel da estrela da MPB na telinha. Formada em teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, essa gaúcha de Porto Alegre tem mais de 11 anos de experiência nos palcos. Na televisão participou de projetos de dramaturgia na RBS (emissora afiliada da TV Globo, no Sul do país).
 
A atriz se mudou para o Rio de Janeiro no ano passado, exatamente para mergulhar de cabeça na personagem. Foram três meses de preparação e mais oito de gravações. Bonita e com uma interpretação marcante, ela vem agradando em cheio, tanto que já foi contratada pela Globo para novos trabalhos. Confira, aqui, o nosso bate-papo com a bela.
 
tititi – O que você achou mais complicado de fazer como Maysa?
Larissa Maciel –
Olha, tudo foi muito intenso, como ela era. Não teve nada fácil, mas o processo inteiro foi bastante prazeroso. Fiquei emocionada ao ver as cenas na TV e, ao mesmo tempo, senti saudade dos parceiros da minissérie.

Alguma sequência em especial foi muito difícil?
A cena em que a Maysa morre. (A cantora faleceu num acidente de carro em 22 de janeiro de 1977, na ponte Rio-Niterói, no Rio). A gente acaba se apegando ao personagem. Eu fiquei muito íntima dela. Aquele acidente aconteceu de verdade e custou a vida de Maysa… É muito forte.

O fato de o diretor Jayme Monjardim ser filho de Maysa a deixou constrangida em alguma situação mais delicada da história?
Não, porque o Jayme se preparou bastante pra dirigir esse trabalho. Além disso, ele é muito bem resolvido com a memória da mãe e, em cada cena, sabia o que queria.

Você escutou as músicas que ela cantava? O que achou?
Escutei toda a discografia de Maysa. E não tinha como não gostar, né? O repertório é basicamente de boleros, bem característico da época das cantoras de rádio. E muitas coisas que ela cantava, inclusive em inglês ou francês, permanecem bastante atuais.

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