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PUBLICADO EM

29/10/2014

ATUALIZADO EM

05/03/2015

6 motivos para você começar a lutar

As lutas são opções mais agressivas contra as gordurinhas e a favor de um corpo desenhado
Mulher praticando luta
Fabio Mangabeira

Musculação, bike e localizada vão ter sempre público cativo na academia, mas, de uns tempos para cá, as mulheres estão aderindo golpes mais agressivos contra as gordurinhas e a favor de um corpo desenhado com aulas de boxe, muay thai, MMA e outras lutas. 

De fora, as atividades parecem truculentas e, apesar de renderem uma canela roxa às vezes, a ideia não é se machucar nem mostrar que é mais forte que a adversária. Emagrecer, relaxar e conquistar mais saúde é o que você lucra quando decide ir à luta. 

1. Tchau, calorias 

"Em uma aula de boxe, em que você corre e pula corda para aquecer, salta e movimenta braços e tronco, gasta perto de 800 calorias", fala Fábio Grieco, professor da Reebok Sports Club, em São Paulo. Mas o resultado é ainda mais animador: um estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, revelou que exercícios intensos, que trabalham ao máximo o aproveitamento de oxigênio pelo organismo prolongam a queima de energia até 14 horas depois que você parou de malhar. Alguma dúvida de que as lutas e artes marciais estão nessa categoria? 

2. Músculos na medida 

Não desanime achando que vai ganhar braços grandes demais ou ficar com o corpo masculino se começar a lutar. Esse tipo de treino não faz os músculos bombarem, pelo contrário. "Além de ser ótimo para secar gordura, o exercício define o corpo sem aumentar a massa muscular. Neles, o foco não é hipertrofia", explica Mauro Cardaci, coordenador de lutas da Bodytech, em São Paulo. Combinando mais de uma modalidade de aula, você consegue tonificar a musculatura do corpo inteiro por igual. O boxe, por exemplo, modela braços, ombros e costas, enquanto no taekwondo, os membros inferiores são mais trabalhados, porque a aula mistura uma variedade de chutes. O muay thai é completo - você exercita socos, chutes e joelhadas. Todas têm em comum a malhação para o abdômen, que precisa estar ativado o tempo todo. E mais: para dominar os golpes, você precisa treiná-los à exaustão. "Cada movimento chega a ser repetido mais de 100 vezes em uma aula, o que aumenta o gasto calórico e contribui para definir os músculos", comenta Letícia Klimas, professora da Bio Ritmo, em São Paulo. 

3. Estressou? Vá lutar! 

Sabe aquele dia em que você precisa se segurar para não mandar o chefe passear? Ou quando quer sentar e chorar de tanta coisa que tem para fazer? Soltar os bichos no ringue é uma alternativa certeira para segurar a onda nessas horas e tirar de letra as tensões e a ansiedade do dia a dia. "Todo tipo de luta e arte marcial é ótimo para eliminar a energia interna represada e recuperar o equilíbrio e a calma", fala o psicólogo do esporte João Ricardo Cozac, de São Paulo. Ou seja, passar alguns minutos socando um saco de areia é tiro e queda para mandar embora a raiva, a irritação e o nervosismo. Um estudo publicado na revista científica americana Psychology Today comprovou: pessoas que praticam artes marciais com frequência têm níveis mais baixos de stress e mais altos de autoestima e inteligência para enfrentar situações difíceis do dia a dia. 

4. Sexo a mil 

Quando você começa a praticar uma luta se sente mais capaz, poderosa e autoconfiante. Sem contar as mudanças no corpo, que fica mais forte e definido e faz com que se sinta mais bonita. Tudo isso já é suficiente para melhorar sua vida na cama, afinal, a gente sabe que autoestima em dia é chave para transar mais gostoso, sem neuras com gordurinhas ou celulite. Junte a esse benefício outras habilidades que esse tipo de treino desenvolve - flexibilidade, agilidade e resistência - e o resultado é mais energia e diversão a dois. E um nocaute (de prazer, é claro) no seu parceiro. 

5. Cérebro tinindo 

Para uma lutadora, o treino mental é tão importante quanto o condicionamento físico e a força - controlar as emoções e os pensamentos negativos durante o combate é o segredo para a vitória (ou, pelo menos, para não ir ao chão). "Na aula, é preciso ter foco no adversário e atenção para coordenar os golpes e evitar lesões", explica Fábio Grieco. Um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) concluiu que a prática de artes marciais contribui para melhorar o nível de concentração em crianças e jovens com transtorno de déficit de atenção, de modo que os prejuízos na vida adulta sejam menores. Se você já é grandinha e o que procura é mais foco no trabalho e menos esquecimento (do aniversário dos amigos, de onde colocou as chaves do carro...), tem muito a ganhar indo à luta. 

6. Sem dor nas costas 

A barriga retinha e definida de quem pratica alguma modalidade de luta é resultado da malhação pesada que essas aulas são para o core (a musculatura que inclui abdômen, glúteos e parte de baixo das costas), que é o centro de força do corpo. Em outras palavras, é ele que dá sustentação à coluna e garante que você resista em pé aos ataques do oponente durante o treino. De quebra, fortalecer esses músculos é fundamental para estabilizar as costas, acertar a postura e prevenir dores. No entanto, quem já sofre de algum desconforto em alguma região das costas não deve sair lutando sem antes conversar com um médico e o professor da academia para saber a causa do incômodo. É que a agilidade e o impacto dos golpes podem acabar piorando a situação e tirando você do combate.

Que aula é essa?

Entenda as modalidades que vão transformar seu corpo e escolha a sua:
 
Boxe: malha braços, ombros, costas e abdômen além de panturrilhas, já que no treino você salta na ponta dos pés enquanto se esquiva dos golpes do adversário. Exige bastante agilidade e reflexo. 
 
MMA: a modalidade (abreviação da sigla em inglês para artes marciais mistas) da moda já foi chamada de vale-tudo e é uma mistura de técnicas e golpes de diversas lutas (boxe, muay thai, caratê e judô, entre outras). O combate acontece dentro do octógono, que nada mais é do que um ringue com oito lados. Em uma aula, você malha o corpo todo, mas não pode ter medo de cair no chão. 
 
Muay thai: conhecido também como boxe tailandês, desenvolve concentração e agilidade e modela membros inferiores e superiores, pois trabalha socos, chutes altos e baixos e joelhadas. 
 
Kung fu: executados com força e precisão, os golpes são inspirados nos movimentos dos animais e exercita concentração e foco na respiração. Trabalha bastante a parte da frente da coxa e o glúteo, já que boa parte das posturas é feita com os joelhos flexionados e a musculatura contraída. 
 
Jiu-jítsu: os movimentos em pé têm a finalidade de jogar o adversário no chão, onde acontece a maior parte da luta. Os golpes - estrangulamentos, torções, encaixe de pernas e de braços - visam imobilizar o adversário. 
 
Taekwondo: as pernas e o abdômen são as partes mais usadas nesta arte marcial. Para desferir os chutes (que só são válidos da cintura para cima), é preciso ter bastante flexibilidade, equilíbrio, força e velocidade.

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Ciências

  • Adriana Melo
    Adriana Melo

    Especialista em medicina fetal comprovou a relação entre infecções por zika em e as malformações em bebês

  • Eliana Abdelhay
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    Desenvolve pesquisas a fim de melhorar os prognósticos de doenças graves e agiliza o diagnóstico de câncer

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    Restringe o desmatamento nas florestas e emissão de poluentes, responsáveis pelas mudanças climáticas

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    Destaca-se por criar projetos de empoderamento e por conseguir apoio internacional para as causas feministas

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    Desenvolveram uma cobertura para ruas e estradas mais resistente, econômica e sustentável que a convencional

Negócios

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    Criou o Nubank, cartão de crédito que pode ser administrado pelo celular, dispensa o banco e não tem anuidade

  • Mariana Alves Madureira
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    Trabalha para impulsionar o desenvolvimento econômico de lugares pobres estimulando o potencial turístico

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    Criou uma rede de consultórios que oferece tratamento odontológico a um custo acessível na periferia

Cultura

  • Anna Muylaert
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    Diretora do filme Que Horas Ela Volta?, aqueceu a discussão sobre a exploração do trabalho doméstico no Brasil

  • Mari Corrêa
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    Realiza oficinas de cinema em aldeias do Xingu e ensina os índios a registrar sua cultura, história e hábitos

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    Imprime sua arte em murais e performances e oferece oficinas para prevenir a violência contra as mulheres 

Políticas Públicas

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