Finalistas - Saúde nas Empresas

Qualidade de vida para quem cuida da saúde dos outros


Da esquerda para a direita, Cinthia Alves, Cristiane Maria Talala Zogheib, Cátia Cristina Guerbali, Rosana Betoni, Guilherme Laranja Gomes, Antonio Cesar de Melo, Leonardo Piovesan Mendonça, Juliana Dogue Dicezare, Marcio Henrique Chaves Meireles e Rodrigo Bornhausen Demarch. (crédito: Sílvia Zamboni)


Eles lidam o tempo todos com pessoas que precisam de cuidados e muita atenção. Com o objetivo de garantir que seus funcionários tenham preparo físico e emocional para as tarefas do dia a dia, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, criou o Programa Bem-Estar, organizado com a participação de médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais, educadores físicos e fisioterapeutas. Para aderir ao projeto, os colaboradores preenchem uma avaliação online sobre seu estilo de vida (nutrição, prática de atividade física, uso de álcool e tabagismo), saúde mental (estresse, sinais e sintomas de ansiedade e depressão) e dão informações como índice de massa corporal, níveis de colesterol e glicose, entre outras. Em seguida, passam por uma consulta médica na qual definem um plano com metas para ter ou manter uma vida saudável. Atividades como ioga, caratê e dança de salão podem ser feitas na academia de ginátisca instalada no hospital. No Bosque Bem-Estar, uma área verde de 2 mil metros quadrados, eles encontram um espaço para relaxamento e leitura. O programa incentiva ainda a participação em grupos de caminhada e oficina de canto e de culinária. A ideia é que uma equipe saudável ofereça mais qualidade no atendimento aos pacientes do hospital e seus familiares.

Programa Bem-Estar - Sua vida em equilíbrio

Autores: Rodrigo Bornhausen Demarch, Marcio Henrique Chaves Meireles, Leonardo Piovesan Mendonça, João Aquino Filho, Guilherme Laranja Gomes, Antonio Cesar de Melo, Rosana Betoni, Juliana Dogue Dicezare, Carmen Silvia Roncato, Cristiane Maria Talala Zogheib, Cátia Cristina Guerbali, Cinthia Alves, Talita Cangane Negrão Belan e Cleusa Ramos Enck

Instituição: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo


Apoio ao empregado afastado


Da esquerda para a direita: Nágila Bonomo Oliveira, Renata Tassi dos Santos, Elizabeth Fillard, Ana Clara Arruda, Elizandra Peres, Letícia Basotto, Letícia Dias, Darli Rosa Mocelim, Luiz Antonio Setti Barbosa e Flávia Cristina Bonomo. (crédito: Marcelo Almeida)


Quando uma pessoa precisa parar de trabalhar em razão de licença médica, além da preocupação em se recuperar do problema, ela se vê às voltas com uma série de entraves burocráticos relacionados a esse período. No Grupo O Boticário, localizado na cidade paranaense de São José dos Pinhais, uma equipe multidisciplinar de saúde realizou um estudo para avaliar o impacto do Programa de Apoio ao Empregado Afastado na vida de seus funcionários que enfrentaram algum tipo de doença. O projeto dá suporte no agendamento das perícias médicas previstas, subsidia os medicamentos necessários e faz complementação salarial por determinado período. Do seu lado, o trabalhador precisa comparecer a consultas mensais no serviço de saúde da empresa, para acompanhamento da evolução do tratamento. Nos últimos dois anos, 306 colaboradores integraram o programa, o que representa 100% de adesão. A iniciativa facilita ainda a readaptação desses indivíduos quando eles retomam suas atividades na empresa.

Suporte ao afastado – liberalidade da empresa ou diferencial no cuidado da saúde?

Autores: Luiz Antonio Setti Barbosa, Renata Tassi dos Santos, Darli Maria da Rosa Mocelim e Nágila Aparecida Bonomo Oliveira, Darli Rosa Mocelim

Instituição: Grupo Boticário


De olho na alimentação do trabalhador noturno


Da esquerda para a direita, Glaucia Gaetano Santos, Claudia Regina Laselva, Paula Morelli Oliveira e Silvia Piovacari. (crédito: Sílvia Zamboni)


Quem trabalha durante a noite corre maior risco de ganhar peso e desenvolver doenças cardiovasculares. Isso em função de mudanças na quantidade e na qualidade das refeições, o elevado consumo de bebidas estimulantes como chá e café, além de muito cigarro. Para complicar, a privação do sono ainda está associada a baixos índices de atividade física. No Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, camareiros, copeiros, cozinheiros e auxiliares de cozinha que começam o expediente depois que o sol se põe foram convidados a entrar para um programa de orientação nutricional. Eles foram pesados e responderam a um questionário sobre hábitos alimentares e estilo de vida. Dos 52 participantes, 83,8% apresentavam sobrepeso e 46% tinham risco considerável para doenças cardiovasculares, o que era indicado pela circunferência da cintura. A maioria deles relatou fazer apenas duas refeições por dia, sem o fracionamento ideal. A partir da análise dessas informações, a equipe de Nutrição Clínica do hospital preparou um ciclo de palestras para tirar dúvidas e falar sobre a importância da alimentação no controle da obesidade e de outras doenças. A distribuição de folhetos com medidas simples de serem incorporadas ao dia a dia também fez parte da estratégia de demonstrar que trabalhar ao longo da madrugada não pode ser desculpa para negligenciar a própria saúde.

Programa de orientação nutricional e qualidade de vida para o trabalhador noturno. A alimentação saudável é possível?

Autores: Glaucia Fernanda Corrêa Gaetano Santos, Paula de Carvalho Morelli Oliveira, Silvia Maria Fraga Piovacari, Claudia Regina Laselva

Instituição: Serviço de Nutrição Clínica do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo


Rede MdeMulher
Publicidade

realização:

patrocínio:

publicidade: