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Simples assim

Jogo sem jogo

Quatro idéias com pouco (ou nenhum) material para você brincar com os amigos texto Leandro Quintanilha foto André Spinola e Castro

Todos competem individualmente no Stop, um clássico dos jogos caseiros. Cada pessoa anota no topo de uma folha um número determinado de categorias (nome próprio, cidade, carro, profissão, cor, filme e animal são os mais comuns – mas a lista pode ser tão extensa quanto você quiser). O objetivo é preencher o maior número de categorias com a letra determinada a cada rodada. E a letra é determinada quando alguém pensa mentalmente o abecedário e outra pessoa fala “stop” para escolher a letra. Quem terminar de preencher as categorias primeiro grita “stop” e todos têm de parar de escrever. Cada acerto exclusivo vale 10 pontos. Se a palavra coincidir com a de alguém, o valor cai para 5 pontos. Vence quem fizer 400 pontos primeiro.

Material: papel e canetas
Participantes: a partir de 2 pessoas

Os participantes se dividem em duplas adversárias, que se sentam em uma mesa de forma alternada. Desse modo, você fica diante de seu parceiro. O adversário da esquerda fala uma palavradesafio em seu ouvido (“natação”, por exemplo). Você e ele terão de induzir seus respectivos parceiros a adivinhar o vocábulo em questão, por meio de palavras relacionadas (“água”, “esporte” etc.), uma de cada vez. O parceiro que a adivinhar primeiro marca ponto para o time. Em seguida, será sua vez de combinar um vocábulo com o adversário da direita e assim por diante. As palavras usadas nas dicas não podem ter o mesmo radical do vocábulo a ser adivinhado. Ganha o jogo Palavra-chave a dupla que fizer dez acertos. Mas os erros é que são mais divertidos.

Material: nenhum
Participantes: 4 pessoas

É um jogo de mímica em que se deve conhecer filmes e seriados. São dois times. Cada grupo escolhe um filme para um membro da equipe adversária. O objetivo dele é fazer com que seus colegas adivinhem o nome do longa – sem emitir um único som em um minuto, no máximo. A escolha dos filmes é que vai determinar o grau de dificuldade da brincadeira (é muito mais fácil fazer a mímica de Tubarão, por exemplo, que a de Em Algum Lugar do Passado). A cada rodada, mudam os mímicos de cada equipe. Vocês podem ter dez acertos como objetivo ou jogar Cinema-mudo madrugada adentro, até esquecer o placar.

Material: relógio ou cronômetro
Participantes: a partir de 4 pessoas

O primeiro jogador será o “dono do jogo”. Com um dicionário em mãos, ele escolhe uma palavra incomum e copia uma de suas definições. Em seguida, informa aos participantes qual é a palavra, mas omite o significado. Caberá a cada um elaborar uma definição que possa ser “aceita” como a correta pelos colegas. Todas as definições são passadas ao dono do jogo, que as embaralha para leitura em voz alta, incluindo a correta. Depois, cada participante vota, indicando qual entende ser a definição verdadeira. Neste jogo do Dicionário, ganha 1 ponto aquele que acertar a definição do dicionário. As definições incorretas garantem 1 ponto ao autor por cada voto recebido. Se ninguém vota na definição verdadeira, o “dono do jogo” marca 1 ponto. A cada rodada, muda o “dono” do dicionário. É divertido e aumenta o vocabulário.

Material: papel, canetas e um dicionário
Participantes:
a partir de 4 pessoas

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