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Pamukkale

Água morninha e cascatas alvas e deslumbrantes fazem deste patrimônio mundial da Turquia um dos lugares mais incríveis, inesperados e poéticos do planeta

texto Leandro Sarmatz

slideshow_pamukkale_1.jpg|Penhascos que até parecem feitos do mais puro mármore

Águas tépidas, algodão, história
Os romanos eram mesmo uma gente muito esperta. Além de reinarem sobre o mundo, descobriam uns lugarezinhos únicos em suas marchas imperiais. É o caso desse incrível antepassado turco de Araxá e outras estações de águas termais, Pamukkale, literalmente “Castelo de Algodão” na língua turca.

É mesmo o que evocam essas piscinas em degraus, com água tépida e “sacadas” tão alvas que parecem chantilly, formadas pela paciente ação do tempo e do óxido de cálcio. Pelas cascatas desce uma água morninha e revigorante, há séculos um elixir para locais, exploradores e (atualmente) uma infinidade de turistas branquelos de bonés e sandálias Birkenstock. Como é possível ver ao longo destas páginas, há algo de futurismo retrô nessa paisagem alva e cheia de formas singulares.

Situada perto da antiga cidade romana de Hierápolis e da moderna Denizli turca, Pamukkale já passou por poucas e boas graças ao desleixo e à cobiça de empreendedores locais – que chegaram a erguer hotéis em suas encostas, pecado semelhante ao de pendurar bandeirinhas de São João na Torre Eiffel. Pois o lugar merece ser conhecido – sem gambiarras – pelas próximas gerações. Somente em 1988, com a escolha pela Unesco de Pamukkale como Patrimônio Mundial (junto com Hierápolis), foi que as coisas se acalmaram. Hotéis tiveram que ser demolidos e várias obras foram feitas para preservar o local da cobiça e da devastação, as marcas do nosso tempo. Nada mais adequado para um lugar que foi uma “cidade-spa” pioneira, conhecida desde os tempos do Império Romano – que deixou ali numerosas ruínas em meio a uma vegetação luxuriante.

Todas essas circunstâncias, anedotas e resvalos são rapidamente esquecidos pelo observador, que fica de queixo caído com as águas que, caprichosas, mudam de cor ao longo do dia graças à ação da luz do sol e ao contraste com a pedra que, de longe, parece mármore dos mais nobres. Uma verdadeira visão do paraíso. Mas aqui mesmo na Terra, hoje, enquanto ainda estamos vivos e sensíveis à beleza.

Roteiros especiais A Turquia oferece ao turista uma infinidade de lugares e experiências impressionantes. Da cosmopolita Istambul, passando pelas quase inacreditáveis Capadócia e Pamukkale, o cardápio de passeios atende a todo tipo de viajante. Diversas companhias aéreas (como TAP, Alitalia e Lufthansa) fazem a rota São Paulo-Istambul, geralmente com uma escala. Na chegada, é recomendável alugar um carro em agências internacionais, como Hertz, e então seguir rumo às atrações turcas.

EXTRA
http://www.youtube.com/watch?v=9uqFUc_K5wk
Um vídeo turco (em inglês) sobre Pamukkale
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slideshow_pamukkale_2.jpg|O céu azul refletido nas piscinas naturais

Águas tépidas, algodão, história
Os romanos eram mesmo uma gente muito esperta. Além de reinarem sobre o mundo, descobriam uns lugarezinhos únicos em suas marchas imperiais. É o caso desse incrível antepassado turco de Araxá e outras estações de águas termais, Pamukkale, literalmente “Castelo de Algodão” na língua turca.

É mesmo o que evocam essas piscinas em degraus, com água tépida e “sacadas” tão alvas que parecem chantilly, formadas pela paciente ação do tempo e do óxido de cálcio. Pelas cascatas desce uma água morninha e revigorante, há séculos um elixir para locais, exploradores e (atualmente) uma infinidade de turistas branquelos de bonés e sandálias Birkenstock. Como é possível ver ao longo destas páginas, há algo de futurismo retrô nessa paisagem alva e cheia de formas singulares.

Situada perto da antiga cidade romana de Hierápolis e da moderna Denizli turca, Pamukkale já passou por poucas e boas graças ao desleixo e à cobiça de empreendedores locais – que chegaram a erguer hotéis em suas encostas, pecado semelhante ao de pendurar bandeirinhas de São João na Torre Eiffel. Pois o lugar merece ser conhecido – sem gambiarras – pelas próximas gerações. Somente em 1988, com a escolha pela Unesco de Pamukkale como Patrimônio Mundial (junto com Hierápolis), foi que as coisas se acalmaram. Hotéis tiveram que ser demolidos e várias obras foram feitas para preservar o local da cobiça e da devastação, as marcas do nosso tempo. Nada mais adequado para um lugar que foi uma “cidade-spa” pioneira, conhecida desde os tempos do Império Romano – que deixou ali numerosas ruínas em meio a uma vegetação luxuriante.

Todas essas circunstâncias, anedotas e resvalos são rapidamente esquecidos pelo observador, que fica de queixo caído com as águas que, caprichosas, mudam de cor ao longo do dia graças à ação da luz do sol e ao contraste com a pedra que, de longe, parece mármore dos mais nobres. Uma verdadeira visão do paraíso. Mas aqui mesmo na Terra, hoje, enquanto ainda estamos vivos e sensíveis à beleza.

Roteiros especiais A Turquia oferece ao turista uma infinidade de lugares e experiências impressionantes. Da cosmopolita Istambul, passando pelas quase inacreditáveis Capadócia e Pamukkale, o cardápio de passeios atende a todo tipo de viajante. Diversas companhias aéreas (como TAP, Alitalia e Lufthansa) fazem a rota São Paulo-Istambul, geralmente com uma escala. Na chegada, é recomendável alugar um carro em agências internacionais, como Hertz, e então seguir rumo às atrações turcas.

EXTRA
http://www.youtube.com/watch?v=9uqFUc_K5wk
Um vídeo turco (em inglês) sobre Pamukkale
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slideshow_pamukkale_3.jpg|A alegria dos turistas em busca de águas termais

Águas tépidas, algodão, história Os romanos eram mesmo uma gente muito esperta. Além de reinarem sobre o mundo, descobriam uns lugarezinhos únicos em suas marchas imperiais. É o caso desse incrível antepassado turco de Araxá e outras estações de águas termais, Pamukkale, literalmente “Castelo de Algodão” na língua turca.

É mesmo o que evocam essas piscinas em degraus, com água tépida e “sacadas” tão alvas que parecem chantilly, formadas pela paciente ação do tempo e do óxido de cálcio. Pelas cascatas desce uma água morninha e revigorante, há séculos um elixir para locais, exploradores e (atualmente) uma infinidade de turistas branquelos de bonés e sandálias Birkenstock. Como é possível ver ao longo destas páginas, há algo de futurismo retrô nessa paisagem alva e cheia de formas singulares.

Situada perto da antiga cidade romana de Hierápolis e da moderna Denizli turca, Pamukkale já passou por poucas e boas graças ao desleixo e à cobiça de empreendedores locais – que chegaram a erguer hotéis em suas encostas, pecado semelhante ao de pendurar bandeirinhas de São João na Torre Eiffel. Pois o lugar merece ser conhecido – sem gambiarras – pelas próximas gerações. Somente em 1988, com a escolha pela Unesco de Pamukkale como Patrimônio Mundial (junto com Hierápolis), foi que as coisas se acalmaram. Hotéis tiveram que ser demolidos e várias obras foram feitas para preservar o local da cobiça e da devastação, as marcas do nosso tempo. Nada mais adequado para um lugar que foi uma “cidade-spa” pioneira, conhecida desde os tempos do Império Romano – que deixou ali numerosas ruínas em meio a uma vegetação luxuriante.

Todas essas circunstâncias, anedotas e resvalos são rapidamente esquecidos pelo observador, que fica de queixo caído com as águas que, caprichosas, mudam de cor ao longo do dia graças à ação da luz do sol e ao contraste com a pedra que, de longe, parece mármore dos mais nobres. Uma verdadeira visão do paraíso. Mas aqui mesmo na Terra, hoje, enquanto ainda estamos vivos e sensíveis à beleza.

Roteiros especiais A Turquia oferece ao turista uma infinidade de lugares e experiências impressionantes. Da cosmopolita Istambul, passando pelas quase inacreditáveis Capadócia e Pamukkale, o cardápio de passeios atende a todo tipo de viajante. Diversas companhias aéreas (como TAP, Alitalia e Lufthansa) fazem a rota São Paulo-Istambul, geralmente com uma escala. Na chegada, é recomendável alugar um carro em agências internacionais, como Hertz, e então seguir rumo às atrações turcas.

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http://www.youtube.com/watch?v=9uqFUc_K5wk
Um vídeo turco (em inglês) sobre Pamukkale
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slideshow_pamukkale_4.jpg|Aqui, as ruínas da velha cidade romana de Hierápolis

Águas tépidas, algodão, história
Os romanos eram mesmo uma gente muito esperta. Além de reinarem sobre o mundo, descobriam uns lugarezinhos únicos em suas marchas imperiais. É o caso desse incrível antepassado turco de Araxá e outras estações de águas termais, Pamukkale, literalmente “Castelo de Algodão” na língua turca.

É mesmo o que evocam essas piscinas em degraus, com água tépida e “sacadas” tão alvas que parecem chantilly, formadas pela paciente ação do tempo e do óxido de cálcio. Pelas cascatas desce uma água morninha e revigorante, há séculos um elixir para locais, exploradores e (atualmente) uma infinidade de turistas branquelos de bonés e sandálias Birkenstock. Como é possível ver ao longo destas páginas, há algo de futurismo retrô nessa paisagem alva e cheia de formas singulares.

Situada perto da antiga cidade romana de Hierápolis e da moderna Denizli turca, Pamukkale já passou por poucas e boas graças ao desleixo e à cobiça de empreendedores locais – que chegaram a erguer hotéis em suas encostas, pecado semelhante ao de pendurar bandeirinhas de São João na Torre Eiffel. Pois o lugar merece ser conhecido – sem gambiarras – pelas próximas gerações. Somente em 1988, com a escolha pela Unesco de Pamukkale como Patrimônio Mundial (junto com Hierápolis), foi que as coisas se acalmaram. Hotéis tiveram que ser demolidos e várias obras foram feitas para preservar o local da cobiça e da devastação, as marcas do nosso tempo. Nada mais adequado para um lugar que foi uma “cidade-spa” pioneira, conhecida desde os tempos do Império Romano – que deixou ali numerosas ruínas em meio a uma vegetação luxuriante.

Todas essas circunstâncias, anedotas e resvalos são rapidamente esquecidos pelo observador, que fica de queixo caído com as águas que, caprichosas, mudam de cor ao longo do dia graças à ação da luz do sol e ao contraste com a pedra que, de longe, parece mármore dos mais nobres. Uma verdadeira visão do paraíso. Mas aqui mesmo na Terra, hoje, enquanto ainda estamos vivos e sensíveis à beleza.

Roteiros especiais A Turquia oferece ao turista uma infinidade de lugares e experiências impressionantes. Da cosmopolita Istambul, passando pelas quase inacreditáveis Capadócia e Pamukkale, o cardápio de passeios atende a todo tipo de viajante. Diversas companhias aéreas (como TAP, Alitalia e Lufthansa) fazem a rota São Paulo-Istambul, geralmente com uma escala. Na chegada, é recomendável alugar um carro em agências internacionais, como Hertz, e então seguir rumo às atrações turcas.

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http://www.youtube.com/watch?v=9uqFUc_K5wk
Um vídeo turco (em inglês) sobre Pamukkale
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slideshow_pamukkale_5.jpg|Águas tépidas, algodão, história
Os romanos eram mesmo uma gente muito esperta. Além de reinarem sobre o mundo, descobriam uns lugarezinhos únicos em suas marchas imperiais. É o caso desse incrível antepassado turco de Araxá e outras estações de águas termais, Pamukkale, literalmente “Castelo de Algodão” na língua turca.

É mesmo o que evocam essas piscinas em degraus, com água tépida e “sacadas” tão alvas que parecem chantilly, formadas pela paciente ação do tempo e do óxido de cálcio. Pelas cascatas desce uma água morninha e revigorante, há séculos um elixir para locais, exploradores e (atualmente) uma infinidade de turistas branquelos de bonés e sandálias Birkenstock. Como é possível ver ao longo destas páginas, há algo de futurismo retrô nessa paisagem alva e cheia de formas singulares.

Situada perto da antiga cidade romana de Hierápolis e da moderna Denizli turca, Pamukkale já passou por poucas e boas graças ao desleixo e à cobiça de empreendedores locais – que chegaram a erguer hotéis em suas encostas, pecado semelhante ao de pendurar bandeirinhas de São João na Torre Eiffel. Pois o lugar merece ser conhecido – sem gambiarras – pelas próximas gerações. Somente em 1988, com a escolha pela Unesco de Pamukkale como Patrimônio Mundial (junto com Hierápolis), foi que as coisas se acalmaram. Hotéis tiveram que ser demolidos e várias obras foram feitas para preservar o local da cobiça e da devastação, as marcas do nosso tempo. Nada mais adequado para um lugar que foi uma “cidade-spa” pioneira, conhecida desde os tempos do Império Romano – que deixou ali numerosas ruínas em meio a uma vegetação luxuriante.

Todas essas circunstâncias, anedotas e resvalos são rapidamente esquecidos pelo observador, que fica de queixo caído com as águas que, caprichosas, mudam de cor ao longo do dia graças à ação da luz do sol e ao contraste com a pedra que, de longe, parece mármore dos mais nobres. Uma verdadeira visão do paraíso. Mas aqui mesmo na Terra, hoje, enquanto ainda estamos vivos e sensíveis à beleza.

Roteiros especiais A Turquia oferece ao turista uma infinidade de lugares e experiências impressionantes. Da cosmopolita Istambul, passando pelas quase inacreditáveis Capadócia e Pamukkale, o cardápio de passeios atende a todo tipo de viajante. Diversas companhias aéreas (como TAP, Alitalia e Lufthansa) fazem a rota São Paulo-Istambul, geralmente com uma escala. Na chegada, é recomendável alugar um carro em agências internacionais, como Hertz, e então seguir rumo às atrações turcas.

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http://www.youtube.com/watch?v=9uqFUc_K5wk
Um vídeo turco (em inglês) sobre Pamukkale
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