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Empinando fotos

De carona na pipa, a câmera clica ângulos inusitados

edição Rafael Tonon

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É só o carretel ser desenrolado e a pipa ganhar o céu que a câmera começa a registrar seus cliques. Na rabeira da pipa solta ali da areia da praia, ela passeia pela orla observando os frequentadores estirados sob o sol, visita os hotéis e as propriedades vizinhas bisbilhotando a vida alheia e tem uma visão privilegiada das falésias e do encontro do mar com o continente. Segurando a carretilha, está o programador de softwares Ricardo Mendonça Ferreira, que sempre foi um admirador de fotografias “do alto”. Mas a coisa virou mesmo paixão quando ele descobriu, ao ler um artigo sobre fotos aéreas com pipas (FAP), como prender uma câmera à linha do papagaio (através de um sistema de suspensão por roldanas) e poder ver o mundo de cima – sem tirar os pés do chão! “Não consegui descansar até ler tudo o que pude achar a respeito”, afirma. Apesar de ser um dos poucos praticantes, ele não é o único: há um grupo cada vez mais representativo disposto a colocar suas máquinas para voar. Tanto que há um movimento para reunir os “fapers” (como são chamados) do mundo todo através de um banner que deve viajar por diversos países. Cada praticante registra sua assinatura, empina sua máquina e tira uma foto para comprovar. Depois, tem que postar o cartaz para outro membro da comunidade fazer o mesmo. A vez de Ricardo deve demorar a chegar. Mas ele já pensa no clique. “Gostaria de criar uma composição bacana, provavelmente na praia”, diz ele, que já fotografou dos Lençóis Maranhenses à costa da Califórnia. Quer mostrar as belezas do Brasil – mas de uma perspectiva um tanto quanto inusitada.
www.altoretrato.com.br

Cenas do litoral do Ceará vistas pela perspectiva da pipa

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É só o carretel ser desenrolado e a pipa ganhar o céu que a câmera começa a registrar seus cliques. Na rabeira da pipa solta ali da areia da praia, ela passeia pela orla observando os frequentadores estirados sob o sol, visita os hotéis e as propriedades vizinhas bisbilhotando a vida alheia e tem uma visão privilegiada das falésias e do encontro do mar com o continente. Segurando a carretilha, está o programador de softwares Ricardo Mendonça Ferreira, que sempre foi um admirador de fotografias “do alto”. Mas a coisa virou mesmo paixão quando ele descobriu, ao ler um artigo sobre fotos aéreas com pipas (FAP), como prender uma câmera à linha do papagaio (através de um sistema de suspensão por roldanas) e poder ver o mundo de cima – sem tirar os pés do chão! “Não consegui descansar até ler tudo o que pude achar a respeito”, afirma. Apesar de ser um dos poucos praticantes, ele não é o único: há um grupo cada vez mais representativo disposto a colocar suas máquinas para voar. Tanto que há um movimento para reunir os “fapers” (como são chamados) do mundo todo através de um banner que deve viajar por diversos países. Cada praticante registra sua assinatura, empina sua máquina e tira uma foto para comprovar. Depois, tem que postar o cartaz para outro membro da comunidade fazer o mesmo. A vez de Ricardo deve demorar a chegar. Mas ele já pensa no clique. “Gostaria de criar uma composição bacana, provavelmente na praia”, diz ele, que já fotografou dos Lençóis Maranhenses à costa da Califórnia. Quer mostrar as belezas do Brasil – mas de uma perspectiva um tanto quanto inusitada.
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Cenas do litoral do Ceará vistas pela perspectiva da pipa

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É só o carretel ser desenrolado e a pipa ganhar o céu que a câmera começa a registrar seus cliques. Na rabeira da pipa solta ali da areia da praia, ela passeia pela orla observando os frequentadores estirados sob o sol, visita os hotéis e as propriedades vizinhas bisbilhotando a vida alheia e tem uma visão privilegiada das falésias e do encontro do mar com o continente. Segurando a carretilha, está o programador de softwares Ricardo Mendonça Ferreira, que sempre foi um admirador de fotografias “do alto”. Mas a coisa virou mesmo paixão quando ele descobriu, ao ler um artigo sobre fotos aéreas com pipas (FAP), como prender uma câmera à linha do papagaio (através de um sistema de suspensão por roldanas) e poder ver o mundo de cima – sem tirar os pés do chão! “Não consegui descansar até ler tudo o que pude achar a respeito”, afirma. Apesar de ser um dos poucos praticantes, ele não é o único: há um grupo cada vez mais representativo disposto a colocar suas máquinas para voar. Tanto que há um movimento para reunir os “fapers” (como são chamados) do mundo todo através de um banner que deve viajar por diversos países. Cada praticante registra sua assinatura, empina sua máquina e tira uma foto para comprovar. Depois, tem que postar o cartaz para outro membro da comunidade fazer o mesmo. A vez de Ricardo deve demorar a chegar. Mas ele já pensa no clique. “Gostaria de criar uma composição bacana, provavelmente na praia”, diz ele, que já fotografou dos Lençóis Maranhenses à costa da Califórnia. Quer mostrar as belezas do Brasil – mas de uma perspectiva um tanto quanto inusitada.
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É só o carretel ser desenrolado e a pipa ganhar o céu que a câmera começa a registrar seus cliques. Na rabeira da pipa solta ali da areia da praia, ela passeia pela orla observando os frequentadores estirados sob o sol, visita os hotéis e as propriedades vizinhas bisbilhotando a vida alheia e tem uma visão privilegiada das falésias e do encontro do mar com o continente. Segurando a carretilha, está o programador de softwares Ricardo Mendonça Ferreira, que sempre foi um admirador de fotografias “do alto”. Mas a coisa virou mesmo paixão quando ele descobriu, ao ler um artigo sobre fotos aéreas com pipas (FAP), como prender uma câmera à linha do papagaio (através de um sistema de suspensão por roldanas) e poder ver o mundo de cima – sem tirar os pés do chão! “Não consegui descansar até ler tudo o que pude achar a respeito”, afirma. Apesar de ser um dos poucos praticantes, ele não é o único: há um grupo cada vez mais representativo disposto a colocar suas máquinas para voar. Tanto que há um movimento para reunir os “fapers” (como são chamados) do mundo todo através de um banner que deve viajar por diversos países. Cada praticante registra sua assinatura, empina sua máquina e tira uma foto para comprovar. Depois, tem que postar o cartaz para outro membro da comunidade fazer o mesmo. A vez de Ricardo deve demorar a chegar. Mas ele já pensa no clique. “Gostaria de criar uma composição bacana, provavelmente na praia”, diz ele, que já fotografou dos Lençóis Maranhenses à costa da Califórnia. Quer mostrar as belezas do Brasil – mas de uma perspectiva um tanto quanto inusitada.
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É só o carretel ser desenrolado e a pipa ganhar o céu que a câmera começa a registrar seus cliques. Na rabeira da pipa solta ali da areia da praia, ela passeia pela orla observando os frequentadores estirados sob o sol, visita os hotéis e as propriedades vizinhas bisbilhotando a vida alheia e tem uma visão privilegiada das falésias e do encontro do mar com o continente. Segurando a carretilha, está o programador de softwares Ricardo Mendonça Ferreira, que sempre foi um admirador de fotografias “do alto”. Mas a coisa virou mesmo paixão quando ele descobriu, ao ler um artigo sobre fotos aéreas com pipas (FAP), como prender uma câmera à linha do papagaio (através de um sistema de suspensão por roldanas) e poder ver o mundo de cima – sem tirar os pés do chão! “Não consegui descansar até ler tudo o que pude achar a respeito”, afirma. Apesar de ser um dos poucos praticantes, ele não é o único: há um grupo cada vez mais representativo disposto a colocar suas máquinas para voar. Tanto que há um movimento para reunir os “fapers” (como são chamados) do mundo todo através de um banner que deve viajar por diversos países. Cada praticante registra sua assinatura, empina sua máquina e tira uma foto para comprovar. Depois, tem que postar o cartaz para outro membro da comunidade fazer o mesmo. A vez de Ricardo deve demorar a chegar. Mas ele já pensa no clique. “Gostaria de criar uma composição bacana, provavelmente na praia”, diz ele, que já fotografou dos Lençóis Maranhenses à costa da Califórnia. Quer mostrar as belezas do Brasil – mas de uma perspectiva um tanto quanto inusitada.
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