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PUBLICADO EM

29/10/2014

ATUALIZADO EM

21/09/2015

De olho no estresse: aprenda a reconhecer os 10 principais sintomas

Uma pesquisa da International Stress Management Association revelou que, de cada dez trabalhadores brasileiros, três sofrem de estresse no nível mais alto. Preparamos um guia para você reconhecer os dez principais sinais do estresse.
De olho no estresse: aprenda a reconhecer os 10 principais sintomas
Reportagem: Jennifer Abbasi e Ivonete Lucirio - Edição: MdeMulher

As ansiosas perdem muito mais do que o sono
Foto: Sam Kaplan

 

1. Queda de cabelo

Além de adrenalina, noradrenalina e cortisol, o trio hormonal estressante por natureza, situações que exigem demais da gente levam à produção de uma proteína chamada NGF. Ela provoca infamação em várias partes do corpo, inclusive nos folículos por meio dos quais nascem os pelos e o cabelo. Aí, eles caem em um ritmo muito mais acelerado do que o normal, algo em torno de 100 fios diários. “Uma dieta equilibrada, com frutas e vegetais, ajuda a diminuir a infamação”, diz a dermatologista Roberta Sengelmann, de Santa Bárbara, nos Estados Unidos.

 

2. Dor de estômago

O cérebro e o trato digestório estão intimamente relacionados. Daí, quando a cachola fica sobrecarregada, estômago e companhia pagam o pato. Em situações de estresse agudo, até diarreia pode ocorrer. A adrenalina e a noradrenalina produzidas pelo organismo agem sobre a motilidade do intestino e fazem o esfíncter relaxar. Para aliviar a dor de estômago, por exemplo, uma dieta rica em fibras cai superbem. Isso porque, além de evitar a prisão de ventre, equilibra a produção de bactérias do aparelho gástrico.

 

3. Pálpebras trêmulas

Embora os médicos não tenham decifrado ainda o mecanismo que defagra o fenômeno, pálpebras que tremem são um dos principais sinais de estresse. Normalmente, ele se restringe a um olho. “É provável que seja o resultado de uma contração muscular exagerada em um músculo bastante sensível”, sugere a psicóloga Ana Maria Rossi, diretora da International Stress Management Association (Isma-BR). Fechar os olhos por alguns instantes para relaxá-los costuma ajudar. Também vale pressionar levemente com os dedos a região pulsante ou usar colírios que imitam lágrimas.

 

4. Sinais na pele

Acne, psoríase e coceiras costumam surgir no momento em que a gente menos precisava delas. Um estudo realizado pela Isma-BR revelou que 30% da população desenvolve algum problema dermatológico por causa do estresse. Os fatores são múltiplos, no entanto, mais uma vez envolvem o hormônio cortisol, que interfere na hidratação da pele, tornando-a muito ressecada ou bastante oleosa. Sabonetes bactericidas e hidratantes à base de ureia podem ajudar no caso da acne e das coceiras. Para a psoríase, melhor procurar um médico mesmo, que deve prescrever remédios específicos.

 

5. Corpo travado

Os hormônios que inundam o corpo nas situações estressantes deixam os músculos contraídos. Se você precisa fugir de um predador, até que esse efeito é útil. Do contrário, resta a dor. Mexer-se é a melhor forma de não travar. Se não der para ir à academia, pelo menos se alongue em casa ou no escritório: tente alcançar as pontas dos pés com os dedos das mãos sem dobrar as pernas, incline o pescoço de um lado para o outro, gire os ombros.

 

6. Ranger os dentes

Há uma forte associação entre o estresse e o ranger ou apertar demais os dentes, sobretudo na calada da noite. No final das contas, isso gera dor na face e na mandíbula. “A solução é usar placas de acrílico, feitas sob medida, para diminuir a pressão”, diz o dentista Jorge Faber, da Universidade de Brasília. Utilizar o acessório reduz a dor e o desgaste dentário excessivo.

 

7. Pés e mãos gelados

A adrenalina faz com que os vasos do corpo se comprimam. “Assim, menos sangue circula pelas regiões periféricas, como mãos e pés”, diz Ana Maria Rossi. As extremidades ficam geladas, mesmo com o termômetro na casa dos 30 ºC. Não há motivos para preocupações. Assim que relaxar, a temperatura nessas áreas volta ao normal.

 

8. Insônia

O estresse tem diferentes fases. A primeira é a do alerta e “a última é a da exaustão, quando os primeiros sinais de insônia aparecem, a pessoa demora a adormecer ou tem o sono picotado”, descreve a psicóloga Carolina Michaella, do Centro Psicológico de Controle do Stress, em São Paulo. Para não piorar o problema, evite tudo o que atrapalha o suave adormecer: cafeína depois das 18 horas, álcool, claridade no quarto e cochilos durante o dia.

 

9. Mau humor

A fase intermediária do estresse – entre o alerta e a exaustão – é a da resistência. “Nela, o corpo trabalha para impedir o desgaste total da energia. A pessoa se mostra mais cansada, repetitiva e fala o tempo todo do motivo do estresse, tornando-se chata”, diz Carolina. Há outra razão por trás disso. O cortisol nas alturas leva a um desequilíbrio nos sistema imunológico que, segundo uma pesquisa da Universidade de Ohio, nos EUA, está ligado ao estado de espírito.

 

10. Libido baixa

Tudo culpa da torrente hormonal que interage com outros hormônios, os sexuais, acabando com a motivação para o rala e rola. Um estudo do Hospital das Clínicas de São Paulo, realizado em 2010, revelou que 90% das mulheres que procuraram o ambulatório de sexualidade relatavam estar estressadas. Para reverter o quadro, estimule o parceiro a investir nas preliminares para ajudá-la a entrar no clima. Ou faça isso com suas próprias mãos.

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