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Contigo
  • Mulheres de Areia

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    Olha só quem veio ver a sua escultura na areia, Tonho da Lua! Vividas por Eva Wilma na primeira versão, de 1973, as gêmeas Ruth e Raquel passaram para dar uma olhadinha na arte do inocente artesão, vivido por Marcos Frota no remake de 1993 (na foto, ao lado de Vilma (Denise Milfont)). Tanto a primeira versão, que foi transmitida na Tv Tupi, quanto a segunda, já na Globo, foram escritas por Ivani Ribeiro, que ainda acrescentou elementos de outra trama sua, O Espantalho (1977). A trama sobre a rivalidade das irmãs, interpretadas por Glória Pires no remake, ficou quase um ano no ar. Quem não parava o que estava fazendo quando escutava a abertura da novela: "A noite vai ter lua cheia…"
    Foto: PAULO SALOMAO/Divulgação

    Montagem de Mulheres de Areia
  • Cabocla

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    "Tira o olho dessa menina que ela já tem noivo!". Provavelmente era isso que Tobias (no remake de 2004, vivido por Malvino Salvador) estaria dizendo sobre a noiva, a doce Zumira (Glória Pires, menininha, na primeira versão de 1976). Apaixonado pela moça, o peão temia perdê-la para o forasteiro Luís Jerônimo, que vinha para o povoado, onde o casal vivia, para se tratar de uma doença. Com este enredo, a trama de Benedito Ruy Barbosa ganhou uma segunda chance nas mãos de suas filhas, Edmara e Edilene Barbosa, que se mantiveram fiéis à trama do pai. Na nova versão, Vanessa Giácomo interpretou a cabocla Zuca e Daniel de Oliveira deu vida a Luís. Nos bastidores, os protagonistas engataram um romance que acabou em casamento. E quer saber mais uma ironia do destino? Foi nessa trama que Gloria Pires também se apaixonou Fábio Jr., com quem viria a se casar.
    Foto: ZÉ PAULO CARDEAL / TV Globo/Divulgação

    Montagem de Cabocla
  • Gabriela

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    Não era O Rebu, mas o casamento de Gabriela (Juliana Paes) com Nacib (Humberto Martins) foi uma festança! Tanto que até personagens da primeira versão de 1975, como Malvina (Elizabeth Savalla), Coronel Ramiro Bastos (Paulo Gracindo) e seu filho Tonico (Fúlvio Stefanini) resolveram dar uma passadinha na festa do casal da segunda versão, de 2012. Adaptada do romance de Jorge Amado, Gabriela, Cravo e Canela, a novela se passava em Ilhéus, na Bahia, durante a década de 1920. E claro, era focada na cativante Gabriela, papel icônico de Sônia Braga, que Ju Paes teve a chance de reviver. Você sabia que o sucesso da novela - adaptada originalmente por Walter George Dust e mais tarde, por Walcyr Carrasco - foi tão estrondoso, que chegou a ser reprisada quatro vezes antes mesmo do remake?
    Foto: MATHEUS CABRAL/LUCIO MARREIRO

    Montagem de Gabriela
  • Sinhá Moça

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    O que tanto estas moças estariam proseando na cozinha da fazenda? Inspirada no livro de mesmo título escrito por Maria Dezonne, a trama original adaptada por Benedito Ruy Barbosa, contava a história de Sinhá Moça (Lucélia Santos), uma moça romântica, filha de um rico coronel (Barão, na segunda versão), que se apaixona por Rodolfo (Marcos Paulo), um abolicionista. Já na versão de 2006, atualizada pelas filhas de Benedito, Edmara e Edilene Barbosa, Débora Falabella deu vida à heroína e foi, pela primeira vez, protagonista de novela. Nas duas versões, a fiel escudeira da Sinhazinha era (Chica Xavier na primeira versão, e Zezé Motta, na segunda).
    Foto: REDE GLOBO / Divulgação.

    Montagem de Sinhá Moça
  • Ti-ti-ti

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    Imagina se as duas versões de Victor Valentin e Jacques Leclair se encontrassem em uma única cena? Ih! Sairia agulhada e alfinetada para todos os lados! Na primeira versão, de 1985, escrita por Cassiano Gabus Mendes, os briguentos costureiros eram interpretados por Luis Gustavo e Reginaldo Faria. Já no remake, foi a vez de Murilo Benício e Alexandre Borges brilharem como os eternos inimigos Ariclenes e André, nomes verdadeiros dos estilistas na trama, que eram rivais em todas as áreas da vida. Vale lembrar, que a segunda versão de TI-TI-TI (2010), de Maria Adelaide Amaral, ainda foram incorporados elementos e personagens de outras tramas antiguinhas como Plumas e Paetês, Elas por Elas e Locomotivas. Luis Gustavo, o Victor Valentim da primeira versão, voltou ao folhetim como o detetive Mário Fofoca, originalmente da novela Elas por Elas. Tudo junto e misturado!
    Foto: IRINEU BARRETO FILHO/ Dedoc e REDE GLOBO/Divulgação.

    Montagem de Ti-ti-ti
  • Saramandaia

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    Mas que rebuliço é esse em Bole-Bole?! A cidade onde tudo é possível precisou ganhar uma segunda versão tamanha a potência da história! A primeira versão de Saramandaia, de 1976, deu o que falar. Recheada de um surrealismo fantástico emprestado da literatura latino-americana, a trama surpreendeu com personagens que iam além do tradicional mocinha-vilão-galã. Com um homem alado, um lobisomem e até uma senhora gorda que explodia de tanto comer, Saramandaia, criação de Dias Gomes, girava em torno de um polêmico plebiscito sobre a troca do nome da cidade. O elenco também era estrelado: a saudosa Dina Sfat era Risoleta, dona do bordel da cidade, apaixonada pelo lobisomem. No remake, assinado por Ricardo Linhares, a tecnologia de 2013 ajudou a dar um ar ainda mais fantástico aos tipos exóticos da trama. Dona Redonda, no original interpretado por Wilza Carla, dessa vez foi vivida por Vera Holtz. E você sabia que foi a primeira novela de Antonio Fagundes na Globo? Histórica em todos os sentidos!
    Foto: LUCIO MARREIRO/ALEX CARVALHO

    Montagem de Saramandaia
  • Guerra dos Sexos

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    Ah, a antológica cena da guerra de comida! Se o caos já estava armado com a briga dos primos Charlô (Fernanda Montenegro) e Otávio (Paulo Autran), imagina se o casal briguento da segunda versão, desta vez vividos por Irene Ravache e Tony Ramos, estivessem participando! Em 1983, na primeira versão da novela de Sílvio de Abreu, o pano de fundo era a disputa entre homens e mulheres, representada a partir da briga dos primos, apelidados de Bimbo e Chimbica. Já em 2012, com o conflito devidamente atualizado pelo mesmo autor, a trama ainda prestou uma homenagem à Fernanda Montenegro e ao falecido Paulo Autran. Os dois eram lembrados com retratos na parede, que se moviam, como sendo tios de Charlô II e Otávio II. Um barato!
    Foto: TV Globo/Divulgação

    Montagem de Guerra dos Sexos
  • A Escrava Isaura

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    A Isaura (Bianca Rinaldi) da segunda versão, caidinha de amores por Álvaro (Edwin Luisi) da trama original? Taí um romance que atravessou séculos! A trama original de 1976 sobre a escrava branca que sofria com a obsessão de seu senhor, Leôncio (Rubens de Falco), fez com que Lucélia Santos fosse conhecida no mundo todo. É que a novela foi vendida para mais de 27 países e se tornou febre até na China e na Polônia. Tamanho sucesso motivou a Record a apostar no remake em 2004, assinado por Tiago Santiago e Anamaria Nunes. A protagonista ficou nas mãos de Bianca Rinaldi, queridinha da Record na época.

    Você sabia que A Escrava Isaura vai ganhar uma continuação? Saiba como será a trama sobre a mãe de Isaura, próxima novela da Record.
    Foto: FERNANDO SEIXAS/Dedoc e REDE RECORD/Divulgação.

    Montagem de A Escrava Isaura
  • Carrossel

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    Era só a Professora Helena começar a chamada de classe, que todas as crianças colavam na tv. Em 1991, foi ao ar pela primeira vez no SBT, uma das tramas juvenis de maior sucesso no México, Carrossel. Recorde de audiência no Brasil também - chegou a bater a trama das 21h da Globo-, o folhetim (que veja só, também era remake da trama argentina Jacinta Pichimahuida, la Maestra que no se Olvida) ganhou um remake em 2012, de autoria de Íris Abravanel. Teve quem duvidasse que faria tanto sucesso quanto o original, mas fato é, que a audiência foi boa e ficou comprovado que a história das crianças da Escola Mundial era mesmo irresistível. Uma das tramas que mais emocionava os fãs era o amor inocente de Cirilo e Maria Joaquina. Será que se misturássemos as versões, a Maria Joaquina (Ludwika Paleta) mexicana trataria melhor nosso pobre Cirilo (Jean Paulo Campos) brasileirinho? "Embarque nesse Carrossel…

    Mais uma trama mexicana ganhará remake em 2014. Saiba qual!
    Foto: TELEVISA/Divulgação e SBT/Divulgação

    Montagem de Carrossel
  • O Rebu

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    O corpo na piscina não é o mesmo, mas assim como na primeira versão, essa será uma festa inesquecível para todos os presentes, não é mesmo, Duda (Sophie Charlotte)? Imagina então, se os convidados se misturassem no tal rebu? O Kiko (Pablo Sanábio) da versão atual flertaria com a ricaça Helena (Maria Claudia), do original, observados pelo olhar atento do próprio Kiko (Rodrigo Santiago) de 1974. Moderna desde sempre, O Rebu, escrita por Bráulio Pedroso, causou rebuliço em 1974 por ser o primeiro folhetim que se passava em apenas dois dias, a noite da festa e a manhã seguinte. O enredo também era bem polêmico para época: um corpo aparecia boiando durante uma mega festa na mansão de Conrad Mahler (Ziembinski). Diferente desta versão, em que logo no primeiro capítulo ficamos sabendo que quem morreu foi Bruno (Daniel de Oliveira), no folhetim original, o telespectador só descobria que se tratava de Silvia (Bete Mendes) na metade da trama. Lá em 1974, o culpado era o dono da casa, Mahler, que matou a moça por ciúmes de Cauê (Buza Ferraz), seu protegido. Hum, será que desta vez a culpada também será da família Mahler?

    Perdeu a primeira semana da novela? Calma! A gente te conta tudo que rolou!
    Foto: REDE GLOBO/ALEX CARVALHO

    Montagem de Rebu

Remakes de novela: relembre as tramas que tiveram uma segunda versão

Na segunda 14, uma versão atualizada de O Rebu, sucesso de 1974, estreou retumbante na telinha da Globo. Mas como seria se os personagens do original contracenassem com os do remake? Veja a brincadeira e relembre as tramas que ganharam novas versões.

Atualizado em Por Fernanda Tsuji / Edição Contigo! Online

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