JP Rufino, ator mirim de Além do Horizonte, ganhou o coração do público!

Ele é apaixonante! Não tem quem não se encante com JP Rufino, que na verdade se chama João Pedro. Carioca, aos 11 anos ele está arrasando no papel do curioso Nilson.

Atualizado em 13/02/2014

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JP Rufino, na pelo do curioso e descolado Nilson, em cena com Yanna Lavigne
Foto: TV Globo/Divulgação

Em sua estreia na telinha, logo de cara, o garoto mostrou total desenvoltura ao atuar com o consagrado Isaac Bardavid, o arqueiro Klaus, e agradou a alta cúpula da Globo. Quer saber mais sobre esse gatinho? Então confira a entrevista!
 
Conte um pouquinho sobre você...
JP Rufino – Eu me acho uma criança bem fácil de conviver... Sou educado, simpático, dedicado e bem calmo desde pequeno (risos). Geralmente falam que sou maduro para a minha idade.
 
Pode falar dos seus pais?
Falar só um pouquinho do meu pai e da minha mãe (Martha) é difícil, né? São tantas coisas que teria para dizer... Nasci com o pai e a mãe que pedi a Deus (risos). Eles são minha fortaleza, minha muralha, meu exemplo... Posso falar em uma palavra que o meu pai é o esforço e minha mãe, a garra.
 
Tem irmãos?
Sim, por parte de mãe, tenho o Rodrigo, de 23 anos. E, por parte de pai, o Paulo Sérgio, de 19, e o Sérgio Jr., que tem 7, e está sempre ao meu lado. Fazemos os mesmos cursos de teatro e as mesmas atividades, mas claro que pintam umas briguinhas, né? Afinal, somos crianças, e ele, ao contrário de mim, é bem agitado.
 
O que gosta de fazer quando não está gravando?
Jogo videogame, brinco de pique-esconde, a brincadeira de que mais gosto, encontro meus amigos e assisto à TV. Adoro ver filmes e, os que me agradam, assisto várias vezes.
 
Como é sua rotina agora com as gravações de Além do Horizonte?
Vou à escola e continuo fazendo tudo o que fazia antes, mas à tarde tenho as gravações.
 
Em qual matéria você se dá bem no colégio? E de qual você não gosta?
A matéria de que mais gosto é história. Não curto muito ciências, mas, mesmo assim, tiro notas boas.
 
Nestas férias, que passeio mais gostou de fazer?
Nas férias, aproveitei pra ir à praia, ao cinema, ao teatro, aos parques e me encontrei com amigos... Enfim, fiz tudo o que as pessoas da minha idade geralmente fazem!
 
Como pintou de você virar ator?
Desde pequeno via muitos filmes e shows. E ficava imitando os personagens e os cantores. Depois, resolvi fazer teatro e entrei num curso de interpretação.
 
Seu pai é músico. Nunca pensou em seguir a carreira dele?
Admiro muito o trabalho do meu pai, sou fã e acho que ele é o melhor no que faz. Mas não pensei em ser músico. Minha mãe sempre disse que devemos fazer o que gostamos e trilhar nosso próprio caminho, e não apenas nos beneficiar ou ficar presos ao caminho e à fama que meu pai conquistou. Cada um seguindo sua escolha, conseguindo seu próprio espaço e escrevendo sua história.
 
Alguém o inspirou na carreira de ator?
A vontade sempre foi minha mesmo, amo o que faço. Poder interpretar e dar vida aos personagens é fantástico. Sei perfeitamente que o Nilson não é o JP, mas, quando entro no personagem, vivo intensamente como se fosse o próprio.
 
Como faz para compor o Nilson?
Esqueço o meu mundo real e vivo de verdade a história do Nilson. Aquilo que está escrito no roteiro.
 
Você tem alguma característica de seu personagem?
Ah! Acho que tenho a simpatia e um pouquinho da curiosidade também, mas nem tanto como o Nilson (risos). Assim como ele, sou do bem e, se tivesse que passar por perigos para salvar alguém, eu passaria.
 
Como é contracenar com Mariana Rios, Yanna Lavigne e Isaac Bardavid? O que mais aprendeu com eles?
É um sonho! São atores e pessoas maravilhosas! Amo demais. O Isaac é um ídolo, um exemplo. Quando crescer, quero ter um pouquinho do talento dele. A Mariana é demais: "o amor da minha vida". Linda, carinhosa, atenciosa... Digo que parece uma boneca, viu? Já a Yanna é o "meu primeiro amor" (risos), acho que é a pessoa mais doce e meiga que conheço, sem dizer que é linda, claro!

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