Para viver bem com seu animal de estimação
Aproveite a estação da fruta e faça sobremesas deliciosas
Confira nossa seleção e divirta-se!

Sábado, nove de agosto, quase 13h. Chego à entrada da Editora Abril para uma missão: levar as cinco vencedoras do concurso cultural “Assistir à missa do Padre Marcelo Rossi será dez porque...” para conhecer o religioso mais carismático do país. Atravesso a porta giratória e me deparo com rostos ansiosos. Lá estavam elas, as premiadas e suas acompanhantes: Ângela da Silva, Denise de Oliveira, Emília Lima, Laudicena Figueiredo, Márcia Conegundes, Marcionília de Souza, Regiane Mendes, Rosiane Casciano, Rosimar Casciano e Yuri Mayeta.
Ao me apresentar, de cara, percebo uma empatia enorme entre o grupo que, junto comigo e a fotógrafa Sylvia Gosztoniy, somam 12 pessoas. Sem mais delongas, embarcamos rumo ao esperado destino. No caminho, lemos as frases escritas por elas e que lhes garantiu o passaporte para essa viagem. Ouço histórias engraçadas, emocionantes e, claro, muitas, muitas perguntas sobre como será nosso encontro com o Padre. Confesso, diante de tanta expectativa, temi alguma decepção por parte delas.
Chegamos ao Santuário do Terço Bizantino. Enquanto combino com seu Ribeiro, o motorista, a hora de nos buscar, percebo que elas já desembestaram em direção à capela. Preocupado em perdê-las de vista, converso com o moço sem mirá-lo. Então, timidamente, ele me pede para se juntar ao grupo e prestigiar a missa. Agora, somos 13. Minutos depois, 14. A assessora de imprensa da gravadora Sony & BMG, Ana Paula Aschenbach, que articulou esse encontro, entra na nossa trupe. Ela me ajudou a lidar com os imprevistos, como acompanhar uma ao banheiro e descolar uma barra de cereal para outra que não podia ficar muito tempo sem comer.
Antes da missa, fizemos um pit stop em uma sala onde elas compram cds, terços e outras lembrancinhas religiosas. Aproveitamos para registrar a primeira foto do grupo. Rápidas, acomodaram um totem do Padre Marcelo entre elas, simulando o futuro encontro. Em seguida, quiseram fotografar comigo. Me senti um pop star. No entanto, minha fama não durou 15 minutos. Quando convocadas para subir ao altar, me abandonaram, deixando claro: a estrela ali não era eu.
Já no altar, diante de uma platéia de sete mil pessoas, nos posicionamos. Quando o Bispo Dom Fernando Figueiredo e o Padre Marcelo deram o ar da graça, fixei em cada gesto das meninas, senti as boas vibrações, respeitei as lágrimas e, de alguma forma, vivencie um pequeno trecho da história de cada uma delas.
Fim da missa, é chegada a hora de ter um momento exclusivo ao lado do Padre Marcelo. Fomos levados a uma sala para aguardá-lo. Lá, haviam algumas imagens de Jesus e Nossa Senhora. Uma das sortudas me pede com cumplicidade: “Fique na porta e vigie. Se aparecer alguém, nos avise, pois queremos fotografar tudo!”. E dispararam seus flashes. Mais tarde, descobrimos, não havia restrições para registrar imagens no local.
Ontem (2 de julho), fui na comemoração dos 25 anos da Democrata, marca de calçados masculinos. A empresa começou numa pequena garagem em Franca (SP) e hoje produz dezesseis mil sapatos por dia, em suas três fábricas. Esse texto, no entanto, não é sobre a Democrata. Seu proprietário, o simpático Sr. Urias, que me perdoe, mas a sensação da noite foi mesmo o garoto-propaganda da marca, Reynaldo Gianecchini.
Ele entrou na sala reservada para a imprensa já sorrindo. Sabia que fotógrafos estariam a sua espera. Lindo. Exatamente como vemos na TV. Disse gostar de ter sua imagem associada a uma marca que chamou “batalhadora” (estipula-se um cachê de R$ 150 mil para campanha e desfile) e confessou sentir falta do tempo que era só mais um modelo, desconhecido sobre a passarela.
Quando os fotógrafos deram um tempo nos flashes e os jornalistas se aproximaram, Reynaldo ficou “maish perrrto”, como diria o próprio ator, nascido em Birigui, interior de São Paulo, e hoje morando no Rio de Janeiro. Sorrindo, falou sobre as cenas picantes que fez com Paola Oliveira no longa Entre Lençóis, com estréia em 2009: “no começo é meio estranho, mas logo a gente se acostuma”, disse, repetindo resposta dada após estréia de Primo Basílio, onde dividiu a cama, também em pouquíssimos trajes, com Débora Falabella. “Ele gosta de mostrar a bumbum, né?”, brincou uma colega – bem longe do moço, é claro.
Gianne ainda revelou estar em uma fase mais “tranqüila, de ficar em casa” e confirmou sua solteirice. Aliás, esse foi o único momento que o ator desfez o sorriso ensaiado e tropeçou em meio a respostas ponderadas: ao ser questionado por uma jornalista, diversas vezes, sobre seu roteiro de homem livre, leve e solto, mandou um “você quer saber onde estou f...endo, é isso?” que fez corar até a assessora. Imediatamente depois, claro, pediu que a frase não fosse publicada. Oops!
Fim da coletiva, início do desfile, Reynaldo arrasa. Nem uma calça que teimou em ficar justa demais nas pernas de Gianne (mais forte que os demais modelos) tirou o brilho daqueles olhos e sorriso. Lindo. Ah, e os sapatos também.
O cantor Daniel acaba de despejar nas lojas o 14º CD de sua carreira solo, Difícil Não Falar de Amor. Agora, dará início à divulgação do novo trabalho em programas de TV, rádio, shows... Porém, em meio a tudo isso, arrumou um espaço na agenda para estrelar a refilmagem de O Menino da Porteira, obra que fez sucesso nos cinemas na década de 70. Daniel será o boiadeiro Diogo, papel vivido por Sérgio Reis no passado.
Na edição 453 de Viva! você confere uma entrevista exclusiva com o ídolo sertanejo. O bate-bola foi feito por e-mail, pois o cantor estava isolado, no interior de São Paulo, filmando em uma locação onde não pegava celular. Sem rodeios, o futuro boiadeiro das telonas falou sobre a saudade de João Paulo, o namoro de cinco anos com a bailarina Aline de Pádua, a relação com as fãs e a aproximação dos 40 anos.
Agora, a pergunta que não quer calar: Você acha que o filme de Daniel fará tanto sucesso quanto Dois Filhos de Francisco?
Gente, nessa semana, enquanto trabalhávamos a todo vapor na edição 451 de Viva!, ouvimos no nosso andar, bem perto de onde fica nosso QG, uma movimentação nada contida. Curiosos, decidimos seguir o som dos assobios e risinhos maliciosos, em geral, emitidos pela ala masculina. A festa fora de hora nos levou até o departamento de marketing e publicidade. O motivo de tanta alegria? Andressa Soares, a Mulher Melancia, que já foi capa de uma edição especial da Playboy e, agora, vai brilhar em uma das próximas edições mensais da revista, veio nos visitar. Encontramos a morena, com um microvestido decotado, sendo disputada pelos marmanjões. Todos queriam uma imagem ao lado da musa da dança do Créu, inclusive as mulheres. Porém, antes do click, rolava aquela olhadela básica em suas regiões, digamos, mais protuberantes. Afinal, todos querem conferir de perto os atributos da moça – e que atributos!
Alguns minutos depois, em trajes menos voluptuosos, coberta por um sobretudo preto, Melancia deu uma passadinha na redação de Viva! Claro, aproveitamos para registrar visita para vocês. Na primeira foto, ela posou com as meninas do texto, da esquerda para direita: Natália, Lígia, Paula e Sabrina. Na segunda imagem, Melancia foi envolvida pelos meninos da equipe: Fabricio, Fernando e Luiz.
E aí, quem mais você gostaria de ver aqui na nossa redação, hein?

Vocês não têm idéia o delicioso trabalho que dá pesquisar, apurar e desenhar cada página de Viva! para a revista chegar cada vez melhor em suas mãos. E nada mais justo do que compartilhar a nossa alegria com quem nos estimula semanalmente! Explico: fomos indicados ao Prêmio Abril de Jornalismo na categoria Matéria Completa de Beleza com o Curso de Maquiagem (Não viu? Confira todas as aulas aqui!) e concorremos com algumas das melhores revistas da casa: Men's Health, Gloss e Claudia! Toda a redação, em especial Gi (à direita na foto), Jair (fotógrafo) e eu (à esquerda na foto), – os autores do Curso – estamos vibrando com a indicação. A entrega dos prêmios será dia 14 de abril. Vamos torcer!!! Ah! E para entrarmos no páreo no ano que vem de novo, contamos com a sua colaboração: que matérias ou cursos vocês gostariam de ver na Viva!?
Beijos,
“Você está linda!”, repetia o fotógrafo Rodrigo Lopes durante ensaio fotográfico em seu estúdio, no Rio de Janeiro. O alvo das lentes do profissional não era uma top model, mas a cantora gospel Aline Barros. E, justamente por isso, impressionou toda a equipe por sua desenvoltura diante dos flashes. Com cara e jeito de menina, a artista mostrou seu lado mulherão, mas sem apelos vulgares.
Enquanto a produtora de moda Roseane Amora apresentava os modelitos disponíveis para o ensaio e a maquiadora Rita Fisher realçava a beleza de Aline, demos início à nossa entrevista. Durante o bate-papo, falamos sobre família, Deus, milagres, conquistas pessoais e profissionais. “Tenho uma família linda, um marido abençoado e um filho maravilhoso. Na minha carreira profissional também sou bem-sucedida. Deus tem me feito prosperar e me colocado em lugares que nem imaginava estar”, revelou orgulhosa.
Aline é uma das poucas cantoras evangélicas que consegue trafegar por programas de televisão e revistas dedicadas à todos os tipos de público. “Acredito que tenha sido uma das primeiras a abrir portas em lugares que nenhum cantor evangélico tenha ido. É sempre um desafio, mas gosto. No dia-a-dia temos que querer novas conquistas para crescer”, conta a mãe de Nicolas, de cinco anos.
Você acha que, com exceção de Aline, a música gospel ainda encontra resistência?
Olás, sou a Ana Agiz, "ex"-pesquisadora de fotografia da Viva!Mais. Hoje é meu último dia aqui na redação da revista e, por isso, vim deixar um beijão pra vocês!!! E agradecer por acompanharem nosso trabalho. Me formei (em Contabilidade) no fim de 2007. Agora, vou em busca de um novo desafio: o mundo das finanças!!!
Fiquei por aqui durante 3 anos e aprendi muito com todos que trabalhei, e olha que, hoje, a redação está muito diferente de quando entrei. Nesse período, conheci e convivi com pessoas diferentes e levo muitas experiências, amizades, alegrias, lembranças de ótimos momentos e, principalmente, uma saudade sem fim.
Gostaria de deixar um big beijo para algumas pessoas que passaram pela minha vida durante esses anos: Lana Bitu, Kaíke Nanne, Kika, Carolina Pasquali, Gizele Agozzino, Raquel do Valle, Glau Gasparetto, Ana Ruiva (ops!, Vieira), Suzana Dias, Fatima Kadri, Raquel Bocato, Isabel Malzoni, Catarina Favero, Paula Aftmus, Fabricio Pellegrino, Ana Fassone, Alexandre Guedes, Jean Takada, Andreia Costa, Luiz Felipe Monteiro, Ligia Menezes, Sabrina Felix, Daniela Torres, Karla Precioso, Felipe Dourado, Silvana Silva, Tereza (a ora apereceu), Roberta Cuasoli, Danile Maia, Sandra Paton, Natália Chagas, Renata Yamaguti... espero não ter esquecido ninguém...
Queria poder falar de cada um, mas isso não seria mais um post no blog e sim um livro. Teria muita coisa a dizer, então, melhor deixar só no big beijo!
Sentirei saudades!!!
Beijosssss
Ontem fui ao cinema ver uma comédia romântica. Estava no clima de um filminho light. Ao chegar lá, comprei meu ingresso, escolhi meu ligar. Até esse momento estava tudo ótimo. Mas, o pior estava prestes a acontecer.
Sabe aqueles chatos que não param de falar um segundo, dentro do cinema? Os mesmos que não colocam o celular no vibracall ou simplesmente não desligam! Pois bem, ao meu lado estavam eles. Eram uns cinco. Irritantes.
A “platéia” já estava a ponto de explodir com a grosseria daquelas pessoas – o celular de um deles tocou duas vezes, alto! E, se não bastasse esse mico, a pessoa ainda atendeu. Fora isso, os comentários durante o filme não paravam um momento sequer.
Enfim, pessoas muito inconvenientes me acompanharam nessa sessão.
Eu estava tão revoltada que decidi não ser passada para trás: fui falar com o gerente do cinema. Reclamei com ele que não havia um “lanterninha”, ou fiscal, vigiando a sala, e que isso jamais tinha me acontecido em uma sala de cinema. Um tremendo desrespeito.
E não é que adiantou? Ganhei mais um ingresso para qualquer filme!
Fiquei feliz com o resultado, e aliviada. Confesso, é muito bom ser consumidora e ser tratada com respeito. Muitas vezes temos “medo” ou “vergonha” de reclamar. Porém, isso não pode continuar assim. Não só no cinema, mas em tudo. Exija ser bem tratada.
A partir de hoje, decidi: não passo mais sufoco!
E vocês? Já passaram por algo parecido? Como foi?
No Brasil, dizem, o ano começa depois do carnaval. O meu teve início em plena Sapucaí. Não necessariamente na passarela do samba, mas pelos camarotes, na concentração, enfim, nos bastidores da festa que movimenta o Rio de Janeiro e seduz o mundo. E olha que fui a trabalho. Se fosse uma viagem de férias não seria tão empolgante.
Minha presença na cidade do samba estabeleceu um desafio profissional. O tour envolveu uma equipe empenhada em transportar você àquele universo mágico por meio de notas quentinhas e rápidas em nossa página virtual, diretamente do olho do furacão. Lana Bitu, (redatora-chefe de Viva!), Glau Gasparetto (editora-responsável pelo site da revista), Sandra Paton (Coordenadora administrativa da Viva!), Silvana Silva (assistente de redação) e Ana Agiz (responsável pelas imagens) se articularam para viabilizar essa aventura. Juntos, trabalhamos para conquistar o melhor resultado. Eu de lá e elas daqui.
Em princípio, fiquei temeroso ao cair de pára-quedas em um evento dessa magnitude. Sim, tanto luxo, glamour e grandiosidade inibem, mas por pouco tempo. Afinal, é preciso arregaçar as mangas enquanto as passistas exibem o rebolado. No começo, convivi com a sensação de que me perderia a cada esquina da Sapucaí. Ao final do segundo dia do carnaval conhecia aquele espaço como o quintal da minha casa.
Por nada nesse mundo desgrudei do meu bloco de anotações, da máquina fotográfica e do notebook. Tudo merecia registro. Algumas vezes, para não perder tempo, cheguei a cruzar a avenida do samba em pleno desfile. A chuva me fazia patinar na pista lisa. Fiquei com medo de despencar em plena Sapucaí e ser arrastado por uma ala qualquer. Se caio embaixo da fantasia de uma baiana, seria arrastado até a dispersão sem ser notado. Como elas rodam, não? Cheguei a ficar zonzo só de ver. Deve haver alguma técnica para não bambear.
Também visitei os camarotes da Brahma, Nova Schin e Grande Rio. Trafeguei pela concentração, carros alegóricos, equipes de apoio e sambistas. Vi a multidão em êxtase diante dos seus ídolos e da beleza das rainhas e madrinhas de bateria. Todo mundo merece, um dia, viver essa experiência. Até quem não gosta de carnaval vai se deixar levar pela cadência contagiante dos pandeiros e afins.
E as histórias dos bastidores? Que delícia! Luiza Brunet, a musa do camarote Brahma, era pura simpatia. Ellen Jabour, repórter do Vídeo Show, espontânea que só, um encanto. Serginho Groisman e Lázaro Ramos, sempre divididos entre a Bahia e a cidade do Cristo Redentor, em 2008, ficaram no Rio de Janeiro. Susana Vieira, além do samba, se jogou no funk com o marido e o filho. Juliana Paes, Grazzi, Natália Guimarães, Viviane Araújo, Adriana Bom Bom... quantas rainhas naquele império. Mas show à parte mesmo foram os beijos quentes entre Monique Evans e André Gonçalves. Alí, juntou a fome com a vontade de comer.

Quer saber mais do que rolou na Sapucaí? Confira em: http://mdemulher.abril.com.br/especiais/carnaval.shtml Ah, e dê uma olhadinha nas muitas fotos que tem por lá (Direto da Avenida). Agora diga: para você, quem surpreendeu no carnaval 2008, hein?
Essa semana fizemos uma Viva capa-tripla! Tem a cantora Perlla, a Sabrina Sato e a Joelma, da banda Calypso. Tudo isso para agradar você!
Já sei, só encontrou uma dessas capas na banca? Explico: cada versão foi para uma região diferente do país, baseada em uma pesquisa que a editora, Raquel Bocato, realizou, visando identificar melhor o gosto de cada partezinha do Brasil.
Veja só:

Rio de Janeiro: Perlla, a funkeira que está bombando na cidade

Nas regiões Sul e restante de Sudeste: a queridíssima Sabrina Sato

Nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste: a cantora Joelma, da Banda Calypso
Agora diga aí: qual dessas três capas você mais gostou? E é claro, onde você mora?
Depois de tirarmos férias coletivas, estamos de volta! Com muito ânimo e cheios de idéias para arrasar em 2008.
Então, aproveito para pedir a sua sugestão: sobre qual assunto gostaria de ler - tanto na revista quanto aqui no blog?
E, das últimas edições que leu, o que mais chamou sua atenção?
Espero respostas, hein?
Um repórter pergunta: “Kika, você é feliz?”. A resposta: “Claro, só faço o que gosto”. A resposta é dada pela mais nova personagem da apresentadora Xuxa Meneghel no cinema. Porém, a cena do 17º filme da loira, Xuxa em Um Sonho de Menina, com estréia marcada para o dia 21 de dezembro em mais de 200 salas país, não seria inverossímil no mundo real.
Para divulgar a primeira parceria cinematográfica com a Conspiração Filmes, na sexta 14, a estrela reuniu a imprensa no parque O Mundo da Xuxa, no shopping SP Market, em São Paulo. No início do encontro, o recado para a imprensa foi claro: só seriam permitidas perguntas sobre o filme e, detalhe, por escrito. Impossível! Primeiro, Xuxa mantém a espontaneidade que lhe é característica e não se intimida em falar. Segundo, a vida profissional dela passa por momentos turbulentos e todos querem saber seu destino na Rede Globo após o fim do TV Xuxa. Terceiro, a vida pessoal da musa, mesmo depois de duas décadas, ainda desperta curiosidade.
Entre uma e outra pergunta sobre a personagem Kika, a professora do interior que sonha em se tornar apresentadora de televisão, a loira comenta os assuntos, da sua vida e carreira, estampados nas capas de revistas das últimas semanas: o fim do programa diário, a estréia da nova atração semanal em 2008, a continuação do Conexão Xuxa na grade da Rede Globo, o desafio de raspar a cabeça como prometeu às crianças do Hospital de Câncer de Barretos, a proposta para trabalhar no México e Argentina, seus sonhos de mulher madura e, claro, a filha Sasha, que deve estrear nas telas de cinema no próximo filme da loura.
Não tem jeito, Xuxa segue com a coroa e o cetro. No momento, a audiência na TV pode não bater recordes, mas o burburinho em torno dela não diminuiu. Ao fim da entrevista, adultos e crianças disputavam espaço em seus braços. Ela encara a confusão com serenidade. Consegue, pasmem, atender à todos. Abraça, beija, fotografa, responde todo tipo de pergunta, se expõe, enlouquece fotógrafos, fãs, crianças, adultos, seguranças... Em meio a tudo isso, ouço uma jornalista dizer: “Me deu vontade de tirar uma foto com ela”. E lá foi ela registrar seu encontro com o ídolo de infância.
E você, acha que Xuxa ainda é a Rainha dos Baixinhos?
Má notícia aos transexuais: agora, o Sistema Único de Saúde (SUS) não é mais obrigado a realizar cirurgias de troca de sexo em todas as pessoas que se increverem, e sim, analisar os casos individualmente, para só então aceitá-los.
A decisão foi tomada na quarta 12, pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie. Isso porque a Advocacia Geral da Região alegou que esse procedimento era um gasto extra nos cofres públicos – o que causaria um rombo no orçamento.
Ellen disse reconhecer o sofrimento de quem quer ser operado, mas que a cirurgia não pode ser feita genericamente. Além disso, o novo sistema garantirá assistência pós operatória e psicólogica aos pacientes, segundo o Diretor do Departamento de Atenção Especializada (DAE), da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), Alberto Beltrame.
Associações transexuais consideraram a medida um retrocesso e prometeram não se calar diante da sentença.
E você, o que acha disso tudo? Foi mesmo um retrocesso, ou o acompanhamento individual de cada caso é a melhor solução?
Adoro ler. Melhor ainda é ler livros que nos acrescentem algo. Aí a gente devora um de quase 500 páginas em menos de três dias.
Foi o que aconteceu comigo nessa última semana. Terminei de ler o livro A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak (Ed. Intrínseca – R$ 21,30, no Submarino). É fantástico! Primeiro que a história é narrada por nada menos do que a morte! A descrição das cenas nos faz imaginar tudo como se fosse um filminho no subconsciente. Não um filme qualquer, um filme chocante.
A obra conta a história de uma menina - ladra de livros, como você bem pode imaginar - e suas aventuras na época da Segunda Guerra Mundial, em plena Alemanha nazista. Essa menina, Liesel, faz amizade com um judeu que seus pais abrigam no porão. A partir daí, sua percepção do mundo muda, assim como a nossa, em posição de leitores.
Cenas como campos de concentração, bombardeios, amizade e aventuras vêm toda hora em nossa cabeça! Assim como a morte, carregando as almas das pobres pessoas no colo.
Eu recomendo: quem curte uma boa leitura deve passar por essa experiência. Garanto que ao fechar a última página do livro, algo em você terá mudado! Em mim, mudou!
Há duas semanas, John Tickell, um dos principais nutricionistas da Austrália e autor de vários livros de dieta, defendeu a criação de uma taxa extra para pessoas obesas que viajam de avião.
Na minha opinião, a justificativa dele foi bem grosseira: a taxa serve para que elas "paguem mais para cobrir os quilos extras que levam dentro da aeronave".
O governo não se pronunciou, porém, a Sociedade Australiana de Obesos está indignada. Para o diretor da associação, Tim Gill, a proposta é injusta com os que sofrem com esse problema. Ele ainda sugeriu a adoção de poltronas mais largas para esses passageiros – prática já adotada por algumas companhias locais.
E mais: a autoridade de aviação civil australiana proíbe obesos de sentarem próximos às saídas de emergência dos aviões. O motivo? A não-proximidade dessas pessoas facilita a evacuação em caso de acidentes.
Dê a sua opinião: o que você acha dessas medidas? São preconceituosas ou apenas preventivas?
Segundo uma pesquisa britânica, olhar diretamente nos olhos do sexo oposto nos torna mais atraentes.
As chances aumentam ainda mais quando, seguido do olhar, vem o sorriso. Essa combinação nos torna oito vezes mais desejáveis! Incrível não?
E ainda, para o flerte não falhar, há vários outros métodos fáceis e divertidos, que aumentam o frio na barriga da paquera. Veja alguns reunidos por mim e pela repórter Paula Aftimus:
:: Olhar por alguns segundos nos olhos, soltar um sorriso e desviar os olhos em seguida
:: Mostrar segurança ao conversar, sem perder a delicadeza. Bom humor também é fundamental
:: Agir naturalmente e, às vezes, mexer nos cabelos (só às vezes, para que o gesto não fique irritante!)
:: Tocar seu alvo de vez em quando, no meio da conversa
:: Passar a mão nos lugares que você quer que ele repare, por exemplo, se quer que ele note sua boca, faça movimentos suaves, tocando-a algumas vezes
E aí, gostou? Agora, conte para a gente: quais são suas táticas infalíveis de conquista?
A mulher já conquistou o seu espaço... Porém, ainda há quem pense que a opinião do homem deve prevalecer. Veja esse caso:
O juiz de Minas Gerais, Edilson Rumbelsperger Rodrigues, que chamou a lei Maria da Penha - aquela de proteção às mulheres contra agressão masculina - de “conjunto de regras diabólicas” e negou pedidos de medidas contra homens que agrediram suas mulheres, se retratou na semana passada, e disse ter sido mal-interpretado pela imprensa.
Em nota, ele afirmou que tem prevalecido a idéia ele é contra à penalização do agressor, quando na verdade, “não é nada disso”.
Em uma de suas frases “mal-interpretadas”, Rodrigues afirmou que “o mundo é e deve continuar de prevalência masculina”. Em justificativa, disse que não há machismo nessa frase (Será?). Veja a explicação:
“Suponhamos uma situação de impasse entre o marido e a esposa sobre uma questão doméstica - um e outro não abrem mão de sua posição. Qual das posições deverá prevalecer até que, civilizadamente, a Justiça decida? De minha parte não tenho dúvida alguma que deve ser a do marido. Creio que não será do agrado da esposa que fosse o inverso, porque, a mulher não suporta homem emocionalmente frágil. (É mesmo?)
E, mais uma vez, reiterou que é contra violência doméstica, mas que a lei protege apenas mulheres, quando na verdade deveria proteger os dois sexos: “A violência contra o homem não é forma também de violação de seus direitos humanos?”
Para você, as justificativas do juiz são válidas ou ele foi mesmo machista? É aceitável que um juiz, homem da lei, pense assim? Por que?

O relógio registrava 11h da manhã de uma sexta-feira. A equipe composta por fotógrafo, produtores, maquiador e repórter, invade um apartamento de Moema, bairro nobre de São Paulo. Na sala, ansiosos para produzir nossa edição comemorativa de oito anos, debatemos sobre os últimos ajustes. Entre uma decisão e outra, a estrela da nossa capa invade a sala e, com seu sotaque característico, solta: "Gente, hoje, minha cara não vai ter jeito". Gargalhadas geral. Chegou Irislene Stefanelli, a Íris.
Um dia antes das fotos, a ex-musa de Diego Alemão participou do Vídeo Music Awards 2007, o badalado prêmio da MTV. Depois de agraciar uma das atrações, se jogou na festa e chegou tarde em casa. Como dormiu pouco, estava preocupada em não ficar bela o suficiente para nossa capa. Bobagem! Um colírio milagroso expulsou o tom avermelhado dos olhos. Maquiagem no ponto, cabelos arrumados e lá se foi a cara de sono. Íris já estava poderosa de novo.
A vaidade, sem dúvida, está entre seus pecados mais praticados. Durante a produção, a loira dava dicas ao maquiador Rafael Guapiano para valorizar o make e as madeixas. Detalhe: se olhava no espelho com a mesma constância que alguém com sede toma água. Siri não tem dimensão da própria beleza. Se tivesse, aposentaria qualquer objeto capaz de refletir sua imagem, pois nenhum deles faz jus à sua graça.
Durante a entrevista, devorou um pedaço de torta de frango. Na conversa fez revelações sobre seus tempos de sacoleira, a passagem pelo reality show global, a vida como apresentadora e, claro, seu futuro. Feitas as declarações, selecionou as roupas utilizadas na sessão de fotos com a repórter de moda Paula Aftimus (aliás, apaixonou-se por um vestido justo nas cores branco e verde. Claro, ficou com a peça) e posou, para as lentes da fotógrafa Cintia Sanches, na sala, na varanda e no quarto do apartamento alugado especialmente para aguardar imóvel que comprou ficar pronto. Hoje, já está feliz da vida na casa nova.
Terminado o registro fotográfico dentro do ap., partimos para a produção da nossa capa. No salão de festas do prédio, em um estúdio improvisado, a apresentadora fez a festa com um bolo exclusivo confeccionado para festejar o aniversário de Viva! Em seguida, a delícia foi devorada por todos em questão de minutos. Siri deu só uma garfadinha e nada além. O designer gráfico Alexandre Guedes acompanhou cada lance dos bastidores com uma máquina fotográfica e uma filmadora.
Por volta das 16h finalizamos nosso trabalho. Porém, para Ìris, a labuta ainda estava no começo. Depois de um breve descanso, a musa da nossa edição comemorativa seguiu para os estúdio da Rede TV! Desse encontro, entre outros registros, ficou a imagem de uma menina simples, nascida em Tupã, interior de São Paulo, que precisou se expor em um programa de televisão para se descobrir. "Tinha um defeito, me achava inferior, mais feia, mais gorda, mais burra... Depois do BBB, aprendi que não sou menos do que ninguém. Fora das câmeras, a coisa é outra. Na casa, tive noção do quanto era inteligente, sensata... Preciso melhorar, pois sou muito simples, mais prefiro errar por simplicidade do que por ser esnobe e vulgar", cravou Íris.
O making of dessa experiência, com fotos e vídeo, você confere no nosso site.
É o que insinua uma campanha publicitária australiana (veja vídeo). Claro que isso não é comprovado cientificamente, nem nada, mas vem funcionando. De acordo com o governo australiano, 60% dos homens entrevistados admitiriam que o comercial os fez repensar sobre o ato de correr ao volante. A campanha custou cerca de R$ 3 milhões e conta com comercial de TV, anúncios em cinemas, pontos de ônibus e Internet. Nos cartazes, o slogan: "Alta velocidade. Ninguém te acha grande". Além disso, oferecem preservativos extra-pequenos aos que ultrapassam a velocidade permitida. Você acredita que algo parecido funcionaria no Brasil para a redução de acidentes? Ou seria apenas motivo de chacota?
O governo considera a propaganda correta e justifica que alguns egos feridos podem salvar várias vidas, já que o excesso de velocidade é responsável por 40% dos acidentes nas estradas todos os anos.
Na Semana passada, tive a oportunidade de assistir ao filme mais comentado dos últimos tempos: Tropa de Elite. Gostei tanto que fui duas vezes ao cinema para não perder nenhum detalhe.
O filme me mostrou um mundo aparentemente conhecido por mim, mas que, na verdade, não sabia "metade de nada". Não conhecia o significado de BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais), a tropa de elite da Polícia Militar. Não sabia sequer que existisse um Batalhão assim. Não tinha idéia de como a polícia agia dentro das favelas.
E, com essa afirmação, não estou dizendo que discordo da atuação deles. Pelo contrário, acho necessário combater a violência dessa maneira. É a única forma de libertar as pessoas com menos oportunidades – obrigadas a viver em favelas por causa do sistema – do domínio dos traficantes.
Mais ainda, o que aumenta o reinado dos traficantes nas favelas é a própria polícia, mas a parte corrupta. Isso muito me envergonha e, com certeza, embaraça a todos nós, brasileiros.
Como algumas pessoas podem fornecer armas para matar inocentes? Como podem negociar com outras que acabam com a vida de tanta gente – tanto com quem se vicia em tóxicos, quanto quem morre no meio de balas perdidas na guerra urbana. Tiroteios da polícia contra traficantes, começado por quem mais, senão a própria polícia, que fornece meios para que os inimigos a enfrentem? E tudo isso por que? Por dinheiro, claro! Aliás, como ele mudou nossa sociedade e nos transformou é uma questão para se pensar. Nessas horas, agradeço por ainda existirem pessoas boas no mundo...
Tudo o que é demais é prejudicial, não é mesmo? Pois um estudo realizado em 16 países por cientistas suecos revelou que usar celular por mais de dez anos eleva em duas vezes e meia o risco de se desenvolver tumor no nervo auditivo. Além disso, as chances de surgirem células cancerígenas no cérebro aumentam duas vezes – elas tendem a aparecer do lado da cabeça em que o celular é mais utilizado, por causa da radiação.
Há três semanas, uma pesquisa apresentada em Washington (EUA), afirmou que falar ao celular por mais de uma hora por dia pode causar danos também à audição. E mais: os sintomas pioram em crianças, já que elas possuem o crânio mais fino e o sistema nervoso ainda está se desenvolvendo.
Por causa disso, cientistas querem uma revisão dos padrões internacionais de controle de radiação nos aparelhos.
E agora fica a pergunta: ainda assim, você acha importante uma criança ter celular? Daria um aparelho para seu filho?
Você já ouviu falar em cachorros vegetarianos? Pois é, Davi, um pit bull companheiro do advogado Jorge Luís Cárdia, de São Paulo, é mais do que isso: é adepto ao veganismo – além de não consumir carne, não come nenhum alimento de origem animal, como leite, queijo e ovo, entre outras coisas. Cárdia também é vegano (há dez anos). Além de vegetais, Davi também come ração – totalmente verde, mas com proteína B12 (proveniente da carne bovina). "Minha maior preocupação era ter certeza de que a dieta não faria nenhum mal para ele. Conversei com veterinários e descobri que não teria problema", disse o advogado ao site G1, da Globo.
E essa nova moda não pára por aí. A empresária Márcia Braccioli, também de São Paulo e vegetariana há 30 anos, contagiou sua vira-lata Sophia, que ama arroz com legumes. Já Peter, o beagle, adora mamão, manga e banana. Ambos roem cenoura crua.
Agora, respondendo à minha própria pergunta do título: eu acredito, sim, que animais de estimação adotam parte da personalidade do dono... Lembro da minha cachorrinha, que me seguia onde quer que eu fosse... Adorava sair de casa. Bastava eu pegar a chave do carro que ela já corria para a porta da cozinha. Mas, ao mesmo tempo, era superpreguiçosa – quando não tinha o que fazer, adivinhem só: dormia por horas e horas! E ai de quem a incomodasse! Ah, ela também comia cenoura crua e era louca por goiaba. Assim como eu.
E você, acredita nessa teoria? Por que?
Duas pesquisas norte-americanas chegaram à conclusão que, desde os anos 60 e 70 até hoje, a felicidade dos sexos se inverteu: nos dias atuais, os homens são mais felizes do que as mulheres!

A primeira pesquisa, realizada pelo economista Alan Krueger, da Universidade de Princeton, com o objetivo de descobrir o que os entrevistados sentiam durante cada período do dia, mostrou que os homens manifestam mais sensação de prazer do que as mulheres.
É que de um tempo para cá, eles reduziram bastante as atividades que consideravam chatas: hoje trabalham menos e relaxam mais. Já as ladies se estabeleceram no mercado de trabalho, perdendo tempo de lazer.
A segunda pesquisa também foi realizada por economistas, só que da Universidade da Pensilvânia. Eles perguntaram às pessoas o quão satisfeitas estavam com suas vidas. Veja as respostas:
:: Homens: em 1976, 16% se sentiam felizes. Em 2007, o número subiu para 25%
:: Mulheres: porcentagem se manteve igual à dos anos 70: 22%
Na opinião do economista-pesquisador, isso ocorreu por que há tempos atrás, as mulheres tinham ambições menores do que as de hoje e, por isso, conseguiam mais facilmente alcançar seus objetivos e assim, a felicidade.
Agora pergunto: você é feliz? Sente-se realizada?

Você se lembra de Suzane von Richthofen (olha a cara de "anjinho" dela aí em cima!!), ex-estudante de direito condenada a quase 40 anos de prisão por ter assassinado os pais com a ajuda do namorado? Pois é, agora ela está processando o governo de São Paulo por danos morais e materiais. Somando as ações, ela pede R$ 950 mil de indenização.
:: Na primeira, Suzane pede 500 salários mínimos (R$ 190 mil) por ter ficado, durante 22 horas, ouvindo ameaças de morte no escuro e passado fome durante uma rebelião em 2004, em um presídio da zona norte de São Paulo.
:: Na outra, a moça diz ter sido obrigada, pela diretora do presídio, a dar uma entrevista coletiva. Por essa, ela está pedindo 2 mil salários mínimos (R$ 760 mil).
Na sua opinião, Suzane merece receber a indenização ou não? Por que?
Essa semana foi proferida uma palestra na Editora Abril sobre um tenente-coronel que lutou com todas as forças para resgatar um cachorrinho na Guerra do Iraque – para quem não sabe, soldados norte-americanos são proibidos pelo regimento de se afeiçoar ou criar bichos de estimação. E ele – Jay Kopelman – quebrou as barreiras e conseguiu. Por fim, voltou à América e escreveu o livro De Bagdá Com Muito Amor – Um Soldado e um Cachorro na Guerra do Iraque (Editora Best Seller). Na palestra, Jay contou que Lava já está com 3 anos (quando o achou, tinha semanas de vida), é um cão dócil, mas um pouco traumatizado. Quando vê algo que lhe remete ao Iraque vira outro cachorro, late e rosna como um louco. Se a experiência de guerra faz isso com os cães, o que não faz com seres-humanos? É algo chocante! Jay argumenta no livro que não foi ele quem salvou o cão, e sim, Lava que o salvou. Era o único modo de encarar a dura situação de estar na guerra: saber que havia um pequeno ser o esperando em casa, ou melhor, no alojamento: Lava, sapeca, mordendo seus coturnos, fazendo xixi nas calças dos soldados e dormindo enrolado entre as mantas deles. O tenente quebrou regras com a ajuda de amigos e, por uma boa causa, conseguiu salvar o cachorro, que estava condenado à morte, sem ter culpa alguma pelo que estava acontecendo, ou de ter nascido onde nasceu. O que é o destino, não? Estavam na hora certa, no lugar certo. Os dois se encontraram e hoje formam uma "família", juntamente com a esposa de Jay e mais um cachorro. Agora, deixo uma questão para você refletir: Quantas coisas nos acontecem e acreditamos ser coincidência, quando, na verdade, tudo estava mais do que programado. Coisa louca essa do destino... Você acredita que tudo está escrito? Ou você traça seu próprio caminho?
O início da sessão foi marcado por agressão física entre políticos e seguranças – onde Fernando Gabeira, deputado do Partido Verde, acertou um soco em no vice-presidente do Senado, Tião Viana (PT-AC). A deputada do Psol, Luciana Genro, levou um chute de um segurança e saiu com a perna machucada. "Situação lamentável", diz o cientista político de Belo Horizonte, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Eduardo Meira Zauli. Foram 40 votos pela inocência do senador contra 35 a favor da cassação. Depois disso, o jornal Folha de São Paulo, perguntou aos parlamentares em que eles haviam votado: E, mesmo inocentado, Renan continua enfrentando processos por quebra de decoro parlamentar (quebras das regras do parlamento como abuso de poder e recebimento de vantagens indevidas, entre outras coisas), e há a possibilidade do presidente da Casa se licenciar temporariamente, ou até renunciar. E, você, o que achou da pancadaria no Plenário do Senado? E da votação?? Você acredita que isso vai afetar a política brasileira de alguma forma?
O Senado absolveu, na quarta 12, o presidente da Casa, Renan Calheiros, acusado de receber dinheiro de um lobista da construtora Mendes Júnior para pagar despesas pessoais.

Há dois anos, participei da coletiva para imprensa do, na época, novo CD da cantora Wanessa Camargo, W. No período, a estrela tentava mostrar que, após um tempo longe dos holofotes, havia superado o fim de um momento conturbado. Abraçada à filosofia, a neta de Francisco se recolheu para entender a dificuldade em encontrar um amor maduro (depois dos malfadados romances com Dado Dolabella e Erik Marmo), compreender as cobranças e preconceitos por ser filha de pai famoso, desmitificar as infindáveis comparações com Sandy e, principalmente, articular a carreira e fazer sua música ocupar mais espaço na mídia do que sua vida pessoal.
Há algumas semanas, recebi a missão de cobrir a coletiva de lançamento de Total, o cd mais recente da cantora. Depois da reunião com os jornalistas, a estrela me recebeu para uma entrevista individual. Nosso encontro durou pouco mais de 20 minutos, mas foi suficiente para uma nova Wanessa saltar aos meus olhos. Se há alguns anos a musa tentava atestar uma série de coisas, hoje, mais madura, entendeu a lição: Não pode obrigar ninguém a aceitá-la. Melhor, compreendeu que não precisa provar nada a ninguém.
Com beijinho no rosto e sorriso largo, fui recebido de peito aberto. Ansiosa para falar do cd, a cantora não se conteve quando comecei a conversa sobre o novo trabalho. Como qualquer mortal, revelou que, na noite anterior, demorou a pegar no sono de tanta excitação para apresentar o álbum.
Um pouco constrangido, depois de falar sobre as novas músicas, mudei de assunto. Demos início a um papo mais ameno: cabelos, maquiagens, dietas... Pautas recorrentes quando a personagem em questão dita moda. A certa altura, perguntei se a incomodava falar sobre assuntos não relacionados ao trabalho. "Não posso querer que uma revista com foco feminino, na beleza e no bem-estar fale só das minhas necessidades. É preciso haver uma troca, é natural", respondeu a bela. Me surpreendi. Qualquer pessoa mais óbvia diria que é um porre falar da vida pessoal para, na semana seguinte, abrir as portas de casa para a uma publicação de celebridades.
Em qualquer conversa menos rasa será possível perceber que ela entende do riscado quando o assunto é música. A cantora compõe, palpita nas melodias, sugere a inserção de algum instrumento nas canções... Seus olhos brilham quando fala sobre isso. A empolgação é tanta que me ensinou: Muitas vezes, o artista faz primeiro a melodia e, depois, a letra. "Engraçado, antes fazia só a letra. Jamais me imaginei capaz de fazer a melodia. Hoje, sou muito mais capaz de fazer melodia do que letra", revelou a estrela.
A paixão pela arte a fez é montar um estúdio em casa. Aliás, o local ficou pronto antes mesmo da residência. O amor pelo marido, o empresário Marcus Buaiz, também virou música sob a ótica de Wanessa. A canção Apareceu você, do novo álbum, tem endereço certo: o coração do amado. Porém, a cantora ainda não foi musa de uma melodia.
Se soubesse compor, faria uma música para Wanessa. A letra destacaria a história de uma garota que, diferente da maioria, ficou mais suave e generosa com o tempo. "Desde o início da minha carreira, olho com mais generosidade para os outros. Para falar de alguém, penso trezentas bilhões de vezes, porque vejo como é injusto o que as pessoas falam de você. Só acredito no que vejo ou quando alguém que confie muito fala. A percepção, hoje, que tenho do mundo, vem da minha opinião", disse ela no encerramento da entrevista.
Leia e ouça a entrevista completa aqui.

11 de setembro de 2007 Nesse tempo, o pavor contra terroristas tomou conta do mundo, principalmente dos norte-americanos. Uma pesquisa divulgada, na segunda 10, mostrou que 91% dos americanos temem um novo ataque. Tanto que, há algumas semanas atrás, um garotinho de sete anos foi confundido com um terrorista e expulso dos Estados Unidos, quando voltava das férias da Disney. Isso porque possui o mesmo nome de um falsário de documentos, deportado do país em 2001. Foragido desde então, Bin Laden divulgou mais um vídeo com ameaças a maior potência do mundo. Com a barba mais escura e vestindo trajes árabes – sem a jaqueta militar que costumava usar – o líder da Al-Qaeda apareceu no vídeo querendo passar uma imagem mais madura, de líder espiritual, e encorajou o ato terrorista e suicida. Ainda escondido, há quem diga até que ele está morto. Outros acreditam que ele está muito doente, com problema nos rins. Será? A revista Newsweek desta semana argumentou 13 hipóteses sobre aonde ele estaria vivendo. A mais convincente seria que ele é um nômade, que vive em túneis subterrâneos e tem uma equipe de guarda-costas prontos para o que der e vier. Isso porque ele é o homem mais caro do momento. Sua recompensa vale cerca de R$ 100 milhões. E você, o que acha? Bin Laden está vivo ou morto? Continua em seu país? Ou as gravações divulgadas são uma farsa?
Há seis anos, as torres gêmeas norte-americanas estavam sendo atacadas por terroristas. Resultado: Mais de 2700 pessoas mortas.
Você sabia que o homem fica mais carinhoso quando toma Viagra? Pois é, um estudo da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos revelou que, além de manter a ereção, a famosa pílula azul faz com que haja maior liberação do "hormônio do amor". Porém, a pesquisa ressalta que não há resultados sem estímulo, ou seja a droga sozinha não induz a liberação desse hormônio: precisa de um estímulo físico, e só assim, ajuda o organismo a produzir mais hormônios. E você, gostaria que seu companheiro tomasse Viagra? Acredita que haveria mudança no comportamento dele?
Escalação:
Todo mundo aqui na redação sabe o quanto gosto de futebol. Assim, não foi surpresa quando me designaram para cobrir o Futebol Solidário, evento beneficente do "Dia de Fazer a Diferença" da Record. O único probleminha é que a partida, ao contrário de um jogo comum, reunia também artistas... Calma! Não sou louca encarando uma oportunidade de ver vários atores gatinhos de perto como um "problema". A questão é que não costumo cobrir famosos, portanto, além de não conhecê-los tão bem, já me imaginei totalmente perdida no evento. O que fazer então? Encarar o desafio, lógico! Mas nada de cair de cabeça e confiar na sorte: além de pesquisar tudo sobre a vida pessoal e profissional de cada um dos convidados, pedi ajuda ao mega antenado em famosos, Fabrício Pellegrino. "Começa perguntando sobre o evento, para depois mandar as questões mais picantes", aconselhou ele. Ok, ok...
Aquecimento:
Sábado 25, às 16h, lá estava eu, no Estádio Palestra Itália, em São Paulo. Os times eram um catadão, como costuma-se dizer no futebol. Ou seja, juntou-se atores, comediantes e atletas aleatoriamente, com o único cuidado de balancear o número de jogadores profissionais em cada equipe. O apresentador Luciano Faccioli era o técnico do grupo azul, com Brito Jr. e Edu Guedes no elenco, e Rogério Micheletti, do Departamento de Esportes da Record, do branco, encabeçado por Tom Cavalcante - em uma hilária fantasia e representação de Ronaltom. Quem apitou o jogo foi a bela bandeirinha Ana Paula de Oliveira (aquela que recentemente causou polêmica posando nua na revista Playboy).

1º tempo:
Apesar de craques como os ex-jogadores do Corinthians Viola e Zé Elias (olha ele cobrando o escanteio aí em cima) estarem em campo, quem abriu o placar, acreditem ou não, foi o comediante Tiririca. Segundos após o gol, ouvia-se apenas as gargalhadas da apresentadora Maria Cândida: "Não acredito! O Brito garantiu ser bom de bola até agora não fez nada!", dizia ela. O jornalista, que deixou escapar sua pose de craque durante a entrevista ("Isto aqui é uma diversão para nós que somos atletas profissionais... quer dizer, amadores"), de fato não mandou tão bem assim. Seu mérito fica por conta da excelente forma: diferentemente dos garotões, Brito, aos 44 anos, jogou praticamente toda a partida. Pois é...

Leandro Firmino, o "Sovaco" de Vidas Opostas, até de tanque de oxigênio precisou (foto acima), tamanha era a falta de fôlego! E os colegas, claro, não deixaram por menos: "Olha só o Zé Pequeno tirando um barato..." brincavam eles, em referência ao personagem de Leandro no filme Cidade de Deus (Brasil, 2002). A torcida, por outro lado, adorou a presença do ator no banco: "Sovaco, Sovaco!", chamavam aos gritos. Aliás, mais aclamado que Firmino (mesmo quando se encontrava entre Vergniaud Mendes e Jean Fercondini - os dois fofos da foto aí de baixo) só mesmo Shaolin. Provavelmente porque o comediante não hesitava em fazer a "dança do siri" sempre que alguém pedia...

Intervalo:
A grande estrela do evento foi mesmo Ana Paula. Bastou apitar o final do primeiro tempo para ser envolta por torcedores e jornalistas. Muito calma (e bonita!), a bandeirinha respondeu, principalmente, sobre seu ensaio para a Playboy: "As fotos ficaram lindas, mas a repercussão me surpreendeu. Não imaginava fazer tanto sucesso. Isso me fez perceber o quanto sou querida pelo Brasil", disse ela, já com discurso de famosa: "Tornar-se celebridade, mesmo por um instante, gera comentários, tanto negativos quanto positivos. Faz parte. Eu tento manter o equilíbrio e lidar com isso da melhor forma."
2º tempo:
Sem Tom Cavalcante em campo (o comediante não ficou para o fim da partida) e com um Brito Jr. menos empolgado (Faccioli e ele até pararam de discutir), o jogo ficou mais monótono. Se não fossem as investidas de Márcio Kieling em direção à rede, diria estar chato. O ator, que chegou a marcar na final da Copa do Mundo dos Artistas deste ano, garantindo a taça para o Brasil, não estava em um dia bom. Nem mesmo as chuteiras amarelo fluorescente (de boleiro ou de estrela?) e o ótimo domínio de bola o ajudaram a acertar o gol. Resultado: seu time perdeu para o azul, de 5 x 4. Foi por pouco.
Números da partida:
:: 6,5 mil pessoas compareceram ao evento.
:: 6,5 toneladas de alimentos não perecíveis foram arrecadas.
:: 15 instituições serão beneficiadas pelo Futebol Solidário da Record.
Análise do jogo:
Ao final da partida, Ana Paula (recebendo um prolongado abraço de Edu Guedes enquanto o chef a chamava de "linda" repetidas vezes) admitiu ter adorado apitar um jogo cheio de homens bonitos, "coisa rara no futebol!" e completou dizendo que o trabalho foi mais fácil do que imaginava: "Ninguém faz falta, todo mundo só joga bola". Imagine se não me identifiquei com a bandeirinha? Afinal, passei a semana cheia de inseguranças com relação a este trabalho e tudo correu super bem. Cheguei à conclusão de que, por mais que haja burburinho ao redor do chamado "mundo dos famosos", a verdade é que ninguém ali faz falta, todos eles só jogam bola...
Você tem animais de estimação em casa? E namorado ou marido?
Se a sua resposta foi sim para as duas, parabéns!
Um estudo realizado pela agência de relacionamentos Parship, da Inglaterra, revelou que, quando se tem um bichinho de estimação em casa, as chances de arranjar um companheiro amoroso diminuem em 40%.
Isso porque, para 25% das pessoas entrevistadas, se elas tivessem que escolher entre um parceiro e um bichinho, desistiriam facilmente do novo relacionamento para ficar com o animal.
E você: desistiria ou já desistiu de um relacionamento por um animalzinho? Por que?
Quem mantém casos extra-conjugais pode se meter numa verdadeira roubada financeira... Veja a história de uma mineira condenada a pagar R$ 15 mil ao marido por tê-lo traído: Após se separar do marido, uma auxiliar de escritório de Minas Gerais – cujo nome não foi divulgado – foi condenada a pagar indenização a ele por danos morais. Isso porque, com o fim do relacionamento, o marido foi alertado pelos amigos de que a filha caçula podia ser de outro homem. Foi feito, então, um exame de DNA, que comprovou a não-paternidade do homem. Furioso, ele entrou com uma ação para conseguir reparação por danos psíquicos: pois, segundo o mineiro, a esposa omitiu o fato, o que abalou sua honra e dignidade. A mulher se defendeu, dizendo que só ficou sabendo que o marido não era o pai quando viu o resultado do exame e ainda o acusou de comportamento agressivo. Mas, de nada adiantou, o juiz da 19ª Vara Cível de Belo Horizonte acatou o pedido do comerciante e a condenou a pagar a alta quantia de R$ 15 mil. E você, concorda com a pena dada à mulher?
No último sábado, dia 11, como há 22 anos, o Brasil colou na televisão para acompanhar mais uma edição do "Criança Esperança", exibido pela Rede Globo. Diferente de grande parte da audiência, tive a possibilidade de acompanhar o show, ao vivo, direto do Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Mais do que isso, trafeguei pelos bastidores e, no sábado à tarde, circulei entre os ensaios.
O relógio apontava mais de 15h. No palco, sob a batuta do diretor Aloísio Legey, Fernanda Montenegro ensaiava sua primeira participação no programa. Em seguida foi a vez de Lázaro Ramos, o eterno Foguinho. Tarefa cumprida, o ator falou à imprensa sobre o personagem que irá encarar na próxima novela das 21h, Duas Caras, de Aguinaldo Silva.
Ana Maria Braga, Alexandre Borges, Christiane Torloni, Maitê Proença, enfim, uma constelação passou pela crivo de Legey. Porém, quem roubou a cena, mesmo no ensaio, foi Xuxa. Rainha como sempre, foi recebida com carinho pelo diretor e, claro, atraiu olhares de todos os lados. No palco, a estrela brilhava aos versos da música especialmente gravada para o evento. A platéia, antes dispersa, se concentrou. Fim da canção. Xuxa se despede do balé infantil que a acompanhou em cena e cai nos gravadores dos jornalistas. Na saída do Ibirapuera, tumulto. Afinal, trata-se de Xuxa. Mais de 20 anos após sua estréia como apresentadora na TV Globo, a rainha ainda causa histeria.
À noite, no show oficial, ninguém arrancou mais aplausos da platéia do que Ivete Sangalo. Aliás, o que as baianas têm? Além de Ivete, Daniela Mercury e Cláudia Leite fizeram tremer o Ginásio. Qualquer desavisado poderia confundir a atração com uma micareta, embora Claudinha tenha trocado seus hits habituais por uma versão de ‘Flashdance’.
O Criança Esperança 2007 ficará marcado como o último em que a futura ex-dupla Sandy e Junior dividiu o palco da atração. Será? Bom, vamos aguardar pela versão 2008. Claudia Raia, mais uma vez, se destacou como a vedete brasileira que adora brincar de Broadway. E ela pode!
Nos bastidores, com as madeixas à la Donatella Versace, Suzana Vieira posou, loira e lovely, entre Tony Ramos e Alexandre Borges. As revelações do "Dança dos Famosos", Elaine Mickely e Rodrigo Hilbert, ainda colhiam os louros pelas piruetas dadas no programa do Faustão.
Minha jornada no Criança Esperança 2007 acabou por volta das duas horas da manhã. No gravador, uma série de entrevistas que, em breve, você confere no site de Viva! No coração, renovado o desejo de apostar em um país menos desigual.
Domingo, dia 5 de agosto, acordei com vontade de fazer algo diferente. Foi aí que ouvi que o prédio da TAM Express – onde bateu o avião da TAM, matando 199 pessoas – ia ser implodido às 15h30 e pensei: porque não ir até lá e ver de perto a implosão? Não imaginava que a imagem de um prédio caindo seria tão chocante e triste. E fui! Cheguei meia hora mais cedo e estacionei o carro em uma das ruas paralelas à Avenida dos Bandeirantes. Desci a rua, atravessei a avenida e cheguei o mais perto possível do edifício. O local estava lotado. Assim como eu, muitas pessoas foram conferir o prédio indo abaixo. Quantos curiosos! E, às 15h30 em ponto, tocou uma sirene. De repente, um barulho estrondoso. A primeira rede de dinamites explodiu! Em seguida, outra explosão. Só depois da segunda rede de dinamites explodir, que o prédio foi abaixo. Levou apenas 3 segundos para que tudo acabasse (veja o vídeo abaixo). Cerca de 75 kg de explosivos detonaram o prédio da TAM. O trânsito parou... Os motoristas desceram do carro para olhar. Uns chocados, como eu, outros, apenas observavam quietos, presos aos seus pensamentos. A poeira voava levando restos de pedras e cinzas... Era como se a tragédia chegasse ao fim. Como se todo o sofrimento dos parentes e amigos das vítimas do acidente acabasse ali. Apesar de a gente saber que não acabou e nunca vai acabar.. Está apenas começando! (Vídeo: Guilherme Seneguini)
Não é mentira não.. Tá no Terra. Uma moça de Campinas tem, nada mais, nada menos, que 20 nomes!!! O pai que a filha, um dia, ficasse famosa e a batizou Tamara Taiana Elis Regina Satiko Harumi Clelia Cristina Bethania Angelica Amelia Catarina Rafaela Denis Berenice Lidia Clementina Magnolia Branca Galdino. Ufa!!!
A jovem, hoje com 23 anos, só não muda o nome porque sai caro alterar o documento. Taí um motivo para puxar a orelha dos pais que inventam moda e os filhos que acabam arcando com as conseqüências. Eu, hein!!!
26 de julho é Dia da Avó. Bom motivo para nos lembrarmos de nossas queridas segundas mães, não é mesmo? E também uma oportunidade para nos perguntarmos se tudo o que elas dizem (e insistem muito para as outras gerações seguirem) seja verdade. Será? Será?
Para sanar quaisquer dúvidas, destacamos algumas verdades enviadas pelo pediatra Hamilton Robledo, do Hospital São Camilo, de São Paulo, que mostra o que é mito dentre os muitos conselhos de vó. Vamos lá:
:: Criança pequena deve experimentar tudo o que os adultos comendo para não ficar com verdade ou, até mesmo, "verme"?
Puro mito. Os pequeninos só entendem o gesto de comer, o que não significa que reconheçam os alimentos. Se não quiser que ela prove o que está degustando, ofereça algo que ela tenha condições de comer e está tudo certo.
:: Gotas de óleo quente ou de álcool no ouvido curam dor de ouvido?
Balela! Na verdade, chega a ser prejudicial pingar alo ali. A única recomendação, segundo o médico, é fazer compressa quente externamente.
:: Recém-nascidos devem ficar enrolados para não se mexerem muito?
Coitado deles... Ao contrário, precisam ficar livres para os movimentos, seguindo a evolução natural.
:: Criança que chora demais estufa o umbigo?
Nã-na-ni-na-não. Com o desenvolvimento da musculatura abdominal, nos três primeiros anos, a tendência é o umbigo voltar ao normal, independentemente se a criança chora ou não...
:: Criança que bate a cabeça não pode dormir?
Isso tem lá seu fundo de verdade. Sonolência excessiva, vômitos e perda de consciência no momento da queda são reações que devem ser observadas pelos adultos no momento da queda. Se a criança continuar brincando, não há razões para se preocupar.
Então tá! Agora você já pode argumentar quando ela começar a ralhar contigo. Mas, venhamos e convenhamos, quem não gosta de uma bronca de avó?
Novidades, vez ou outra, fazem bem, certo? Então o que dizer da redação da Viva!, que numa leva só trouxe três novidades para a casa? É isso mesmo! A turma mudou. Os bastidores da sua revista têm agora figurinhas novas.
Quem chegou primeiro foi o designer Luiz Felipe, que ocupou o lugar herdado por Jean Takada. Ex-vizinho de baia (trabalhava em outra revista da casa), costumava ouvir as muitas piadas que rolavam por aqui. Diz a lenda que não agüentou a animação da redação do lado e quis fazer parte da festa, ops, da produção da revista. Ganhou milhares de pontos por ser palmeirense, time de coração da chefa.

Noutro dia, apareceram por aqui, de uma vez só, Raquel Bocato e Fabrício Pelegrino. Ainda não conseguimos descobrir tudinho sobre eles. Raquel é mais quietinha - o que desconfiamos ser apenas reflexo do período de adaptação. Nem se incomoda mais com as tradicionais brincadeiras que fazem com seu sobrenome e em muito pouco tempo já assumiu todas as muitas funções deixada pela editora Carol, que vai ter um bom ano pela frente aprimorando sua carreira.
Fabrício, por sua vez, é o oposto de Rachel. Se não tivesse estudado para ser jornalista, poderia ser vendedor de cosméticos ou de ervas medicinais de praça da igreja. Faz concorrência desleal com o homem da cobra de tanto que fala. Temos certeza que esse esforço demasiado para se enturmar seja uma tentativa de compensar seu gosto corintiano.
Do resto da turma, fica o recado: "sejam bem-vindos"!
Como bons fãs dos Simpsons (ok, um ou outro pode até torcer o nariz para as estripulias de Homer & Cia.), nos inspiramos no filme da família mais maluca dos desenhos animados (logo, logo num cinema perto de você!!!) e olha só o que aconteceu... Reconhece essa turma aqui? Pois é o pessoal da Viva!, que entrou na brincadeira e se apresenta aqui na versão moradores de Springfield – para quem não sabe, a cidade em que vivem os Simpsons. Então vamos dar nomes aos bois: nessa primeira leva aí em cima, temos Lígia, nossa pequena-grande estagiária e noveleira; Catarina, repórter e consultora (nossa!) de beleza; Lana, a patroa-mor; Glau (eu mesma!); Carol, nossa sub-editora; Jean, o ex-designer que ainda estava aqui quando começamos a inventar essa brincadeira; Daniele, jornalista que fica lá no Rio de Janeiro; Ana Ruiva, também do editorial e especialista em finanças; e Sabrina, do atendimento ao leitor. Tem mais: Luiz, o substituto do Jean que já tomou posse do terreno; Karlinha, do atendimento ao leitor; Paula, nossa deportista; Andréia, da turma da arte; Maria Tereza, revisora e mãe da redação; Alê Guedes, da arte, que ficou juntando toda esse pessoal para fazer esta graça; Gizele, arteira-mor; e Aninha, que entende tudo de fotos. Ah! Se você gostou e quiser criar seu próprio avatar, acesse o site www.simpsonsmovie.com. Depois, clique em Create your Simpsons Avatar, no menu superior. Quando abrir a nova janela, opte por New Character e, em seguida, Female – ou Male, se quiser fazer uma versão masculina. Depois é só ir escolhendo entre as sugestões de corpo, cabelo, olhos, sobrancelha, nariz, boca e roupitchas e dar boas risadas, como temos feito com nossas novas facetas.


Pois é! A semana acabou, feriado à vista (sim!, em São Paulo é feriado nesta segunda, 9, por conta da Revolução Constitucionalista de 1932) e estamos dividos aqui: ora felizes, ora tristes. É que a partir da semana que vem, Jean Takada, querido designer (olha ele aí no ladinho), deixa a redação nas mãos de um único homem.
Alê Guedes (até que não venha substituto para seu colega) vai reinar soberano no meio da mulherada, pois nosso designer-motociclista-fotógrafo-cowboy-animador-de-redação está de partida. Segue agora para uma nova fase profissional, novo ambiente, novos desafios.
A gente só fica contente porque: 1) ele continuará trabalhando no mesmo prédio que o nosso; 2) ele está dando um passo à frente; 3) agora ele tem motivo para almoçar com a redação da Viva! - coisa que ele só fazia com os amigos de fora! Valeu Jean! Vamos sentir saudades das músicas fora de hora, dos vídeos que só você sabia encontrar no You Tube e nas piadas que tanto animaram nossas manhãs, tardes e noites. Pessoal da Exame: fiquem tranqüilos! Apesar disso tudo, ele trabalha muuuuito! E bem!

Hoje tivemos visita na redação. Ou melhor: uma não, mas três! Shirley Leite da Silva Souza, Elaine de Sousa Marinho e Maria Cristina de Jesus Horwat nos fizeram companhia pela manhã, na tradicional reunião de leitoras. Conversa vai, conversa vem, elas contaram como é a relação delas com a Viva! É claro que ficamos supercontentes, porque descobrimos que essa turma é fã de carteirinha da nossa publicação. Oba! Valeu o encontro, meninas! Na foto, Maria Cristina, Shirley e Elaine ladeadas por Sabrina e Karlinha, do Atendimento à Leitora.
Seja sincera: quantas vezes você já parou para fazer uma auto-análise e foi bem crítica sobre todo o potencial que há dentro de você? Explico: muitas vezes, sob o pretexto de não acharmos que temos muito a oferecer, ou por conta da auto-estima que não está lá grandes coisas ou simplesmente porque nunca permitiram que manifestássemos nossas opiniões, vontades e desejos, acabamos enterrando algo que poderia fazer um bem danado a nós mesmas e a outras pessoas.
Vai um exemplo: nesse vídeo aí embaixo você confere a performance de um senhor chamado Paul Potts, que se candidatou num concurso de talentos da Inglaterra e comoveu a platéia, os jurados, a crítica - e temos certeza que vai comover você. Assista e voltaremos a conversar em seguida...
Então! Paul Potts era um balconista, que poderia ter seguido sua vidinha pacata oferecendo celulares para os clientes que visitam a loja em que trabalhava. Poderia não ter ido além disso, não é verdade? Mas ele ousou. Arriscou. Não teve medo de enfrentar um concurso gigante, a crítica, os medos, os receios e botou a cara para bater.
Por essa atitude, faturou o grande prêmio - algo equivalente a R$ 370 mil - e fãs em todo o mundo. Não é só a grana que conta nesse caso: o cara que encanta pelo seu vozeirão fez muita gente pensar em como basta um pequeno passo, um pequeno ato, para fazermos a diferença e fazermos o bem numa proporção incalculável. Eu, pelo menos, pensei nisso. E você?
Quem mais no mundo sairia da cadeia desfilando para mais de 200 fotógrafos, cinegrafistas, repórteres e curiosos? Paris Hilton, oras bolas!!! A patricinha número 1 foi liberada na madrugada de terça, depois de cumprir aos trancos e barrancos seu castigo de 23 dias de detenção por dirigir embriagada.
Claro que a fofa não perderia a classe nem a chance de apareceber bem na foto nessa ocasião, já que é fera no marketing pessoal. De jeans sequinho, camiseta branca e jaquetinha verde, ela fez poses, acenou, sorriu e exibiu a silhueta 5 kg mais magra - porque não gostava da comida de lá...
Ai, ai! Em vez de se envergonhar por ter descumprido a lei, fazer feio diante do planeta inteiro e se mostrar arrependida, a moçoila ainda fez charme, achando-se a última Coca-Cola gelada da festa. Definitivamente um péssimo exemplo para nossos jovens...
Depois de uma boa temporada aqui na redação, hoje nos despedimos da jornalista Patrícia Boccia, a Ticinha, que cobriu praticamente duas férias seguidas. Ticinha é daquelas pessoas que só faltaria um diploma de médica para confirmar todo seu conhecimento na área de saúde. Ela entende de t-u-d-o!!! E manja de culinária também – pelo menos no papel –, já que edita as receitas que recheiam a vizinha revista Ana Maria. Foram quase dois meses de imersão na Viva! e, agora, ela só quer saber de curtir as suas férias, ao lado do maridão e do filhote fofo João Vitor. Ei, Ticinha: vamos ficar com saudades! Para compensar, a boa notícia é que segunda-feira a Lana, nossa chefita-mor, volta do merecido descanso – e, com certeza, a mil por hora...
Quem reclama da vida, achando que alguns mililitros de silicone não fariam nada mal para turbinar sua comissão de frente, não deve conhecer a modelo capixaba Sheyla Almeida, 28 anos. Lembra-se dela? É aquela morena que teve sua história contada nas páginas da Viva! (ed. 385) e, à época, já havia passado por 14 cirurgias plásticas e ostentava 1,2 litro em cada seio (não, você não leu errado!). Olha ela aí embaixo...
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Se você já achava que era muita coisa, então pasme: ela está com cirurgia marcada para o dia 18 de dezembro e vai trocar as próteses de 1,2 para 3,6 litros de silicone (sim! em cada lado). O médico será seu conterrâneo Ricardo Ferraz, de Vitória (ES). Sheyla retorna em julho para o Brasil, após temporada nos Estados Unidos, onde estava preparando um CD country.
Tsc, tsc, tsc. Os casamentos não são mais os mesmos. Até algum tempo atrás, os noivos só podiam dizer "sim" diante do padre dentro de uma igreja. Águas passadas, querida nubente!!! Pelo menos no que depender de Mauro Negrette, 52 anos, ordenado em 1985, que realiza o casório em qualquer canto do país – e do mundo!! Basta um contato das moçoilas casadoiras e lá se vai o padre, hoje um morador de São Paulo. Na mala, tudo o que precisa para realizar uma cerimônia beeeem bonita, romântica e alegre (ele é que garante!) em sítios, residências, salões, praias e onde mais os noivos pedirem. "Já cheguei a realizar 20 casamentos no mesmo dia, então tinha que ser tudo muito corrido. Era horrível! Agora, tiro o dia só para isso e faço a cerimônia do jeito que o casal quer", diz ele. Se você está se perguntando se o casamento tem a mesma validade dos realizados na igreja, saiba que não tem não. Apesar de o padre Mauro seguir todo o rito católico, a igreja não reconhece o sacramento nestas condições. O que não vem a ser um problema para o evangelizador. Pelo contrário, ele acredita estar fazendo 
