13 motivos para querer um amor calmo como um dia de domingo

Aposentando os "joguinhos" e as "briguinhas" em 3, 2, 1.

1. Porque a vida lá fora já é estressante o bastante.

. .

A cidade que não para, o trânsito que não dá descanso, a faculdade que suga você. Ainda tem, é claro, as responsabilidades do seu emprego, sem contar com aquele ataque cardíaco diário chamado redes sociais. É, a vida moderna é cheia – e feita – de distrações e pequenas frustrações que consomem você, pior: sufocam. Obviamente o amor não é solução para todos os seus problemas, mas nele você pode encontrar, sim, um de seus refúgios, aquele lugar que você sempre vai poder chamar de casa. Chamar de domingo (sem a parte chata de assistir ao “Fantástico” no fim da noite)!

2. E, sim, tem noites que você só quer Netflix e comida delivery com a pessoa amada.

A princípio não parece a coisa mais excitante do mundo, né?! Pijamas? Netflix? Comida chinesa? Mas o amor calmo tem dessas coisas: achar beleza no que de mais trivial a vida tem para oferecer. Alguns casais vão preferir piqueniques, outros uma boa rodada de cerveja no bar… O importante mesmo é não entrar naquela “pira” de que amor de verdade não é isso. Ei, calma, isso se chama intimidade.

3. Porque é clichê, mas felicidade está é mesmo nas pequenas coisas.

. .

Está nas piadas criadas entre vocês com o tempo, naquele sorriso familiar, nas mensagens de bom dia e boa noite, no mesmo pedido de sempre que elx faz no restaurante de sempre. Está também na viagem dos sonhos de vocês, nos projetos em conjunto e, principalmente, em acordar do lado de quem você ama – com cabelo desalinhado e tudo.

4. E no fim das contas, amor é doação.

Quem foi que disse que o amor é um campo de batalha? Um cabo de guerra? É pior! É um exercício diário de desapego, de reavaliar prioridades, de ceder. Mas como tudo na vida, é necessário um equilíbrio, não pode virar um jogo de quem vence mais vezes na queda de braço. Ganhar no grito não é legal e, sim, senta que lá vem DR porque é CONVERSANDO que vocês irão se entender.

5. Mas amor é soma também.

. .

Você tem a sua vida. A pessoa que você ama tem a dela. Entender isso e respeitar os espaços de cada um é mais simples do que parece. Não dói, tá?!

6. Amor só não pode ser medo.

Medo de não receber aquela resposta pelo Whatsapp. Medo de ouvir um “eu não te amo mais” (algo plenamente possível, mas que não dá para viver sempre esperando por isso). Medo de não agradar. Medo pelos seus defeitos. Medo de falar o que pensa. Medo de ser você mesma.

7. E, não, definitivamente você não precisa das brigas só para se sentir viva.

. .

Vamos lá: sexo de reconciliação é ótimo. É urgente. É quente. Mas não pode ser uma constante. E não é a gente c*gando regra, não. Sério, quem consegue viver por muito tempo assim? No meio de brigas? Porque briga desgasta, né, e muitas vezes você está brigando sem nem mesmo saber o motivo da briga (!!!). Pô, tem uma hora que o que era “bobo” se transforma numa troca horrível de acusações e as acusações viram mágoas, as mágoas feridas e as feridas se transformam num término e o término possivelmente se transforma em uma música da Adele. Quer se sentir viva? Grite bem alto no meio da rua, mas não brinque com os sentimentos de outra pessoa.

8. Porque, às vezes, um silêncio de cumplicidade diz muito mais do que arroubos de paixão sem fundamento.

Não que um seja melhor do que o outro. Cada um é cada um e mostra amor e carinho de uma certa forma. Tem gente que vai preferir um perfil conjunto no Facebook, tem gente que vai se amarrar mais em cartinhas adolescentes ou por, de repente, conversas por telepatia. Só não tenha medo do silêncio, ele é intimidade e é, por mais estranho que possa parecer, conforto.

9. Porque todo mundo merece ser quem é num relacionamento.

. .

Sério, não existe maquiagem, horas de academia, diplomas ou roupas caras que resistam àquela primeira – e vergonhosa – dor de barriga.

10. E sabe aquele fogo todo? Ele se apaga, tá?!

Mas pode virar companheirismo, pode virar algo maior e pode, também, não virar nada e acabar de vez. Mas isso não significa que durante todo o tempo que ele durou você tenha que viver em um eterno modo de emergência.

11. E processos são bem mais divertidos do que finais.

Seu namoro pode terminar em casamento. E pode terminar numa casa de campo com 17 filhos e 12 cachorros. Pode terminar em viagens inesquecíveis. Pode terminar em momentos mais do que preciosos que você vai lembrar para sempre. Mas seu namoro pode também simplesmente acabar. Sem aviso. Bum. Fim. E é ok porque a vida é assim mesmo, a gente mal se acostuma com uma coisa boa e ela já vai embora… Por isso é importante tentar aproveitar tudo, tentar aprender, ser constantemente uma pessoa melhor. Curtir a jornada e não se apegar ao o que pode ser o final.

12. Porque amores calmos são sinal de maturidade.

. .

Os filmes ensinaram tudo errado. A literatura também. Eles fizeram a gente acreditar ~erroneamente~ que para o amor ser legitimado precisa fazer você perder as estribeiras, viver uma experiência transcendental, subir pelas paredes… Claro que pode ser isso, mas existe uma coisinha chamada realidade que sempre faz questão de lembrar que mesmo apaixonada ainda existem contas para pagar, alguns problemas cabulosos na sua cola e, principalmente, comentaristas de internet que se você não tomar cuidado podem arruinar com sua sanidade mental. A vida é muito mais do que uma paixão eufórica! Entender isso não significa que você é alguém sem coração, significa que você amadureceu. E isso é fabuloso!

13. Porque você é segura demais para ansiar por insegurança.

O frio na barriga é gostosinho, mas ele acaba, tá? Não queira perder noites de sono por causa de um amor só porque parece ser mais glamouroso. Amor bom é aquele que é aconchego, refúgio, maturidade, é aquele que soma, que faz você ser quem você é… Amor bom é amor calmo, calmo como um dia de domingo.