6 mulheres contam quais são os produtos favoritos para a transição capilar

Salon Line, Seda, Yamasterol... os queridinhos destas seis crespas e cacheadas também podem te ajudar a passar pela transição capilar.

Em uma sociedade que, por muito tempo, o cabelo cacheado foi visto como um fio descuidado e até mesmo feio, é possível entender esse boom (maravilhoso!) de mulheres vivenciando a transição capilar: processo de recuperação dos cachos após um longo período de química. Para ajudar nessa retomada e adaptação, os produtos específicos para os fios encaracolados são essenciais e, por isso, seis mulheres contaram para nós quais foram os seus queridinhos nesse momento.

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Amanda Belintani

Amanda Belintani

 (Fi Lipe/Reprodução)

Para Amanda, a busca por um cabelo liso começou bem cedo: aos 12 anos. “Eu tinha muita vergonha de ter o cabelo enrolado, por ser motivo de piada na escola”, explicou. Prestes a entrar na fase da adolescência, Belintani não pensou duas vezes em apostar na chapinha para deixar os fios lisos e os cachos para trás. 

O que ela não esperava era o resultado que isso fosse trazer. Ao olhar o seu cabelo com atenção, percebeu o quanto ele estava ressecado e quebrado. Com muito incentivo do namorado, que a viu com os fios naturais durante seis anos de relacionamento, e cansada de sentir que não havia nenhuma saúde capilar ali, Amanda decidiu, em março deste ano, aos 23, viver a transição capilar.

Para passar por essa fase, alguns produtos foram os queridinhos de Belintani. Com seis meses de transição, ela aposta na Máscara de Babosa, da linha TôDeCachos, da Salon Line, uma vez por semana. Já para nutrir os fios, o escolhido da vez é o Óleo de Coco Puríssimo, para a famosa umectação noturna, também da linha TôDeCachos.

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Com o uso intensivo da linha de transição capilar também da Salon Line, Amanda sentiu que o seu cabelo se acostumou com os produtos e estagnou, por isso resolveu inovar e apostou na linha HidratHair SOS, Manutenção Intensiva, da marca Seduction.

Sabrina Alves Souto

Sabrina Souto

 (Fi Lipe/Reprodução)

Hoje com 25 anos, Sabrina já vive a transição capilar há 2 anos e nove meses. Diferente de Amanda, a escolha pela retomada aos cachos não foi pela textura dos fios em si, mas por conviver com pessoas que estavam passando pelo mesmo e também pelo desgaste que sentia com o “ritual” da progressiva – demorava quase uma tarde inteira para concluí-lo e o cheiro a incomodava bastante.

Com a saída da química, é comum perceber diferentes texturas em único cabelo e, por isso, Sabrina optou por usar o Gel Creme de Transição, da Salon Line, junto com os conhecidos “bigudinhos”, que parecem bobs, para ajudar os fios a ganharem forma e a durarem mais dias (lavagem com intervalo de tempo maior? Gostamos!).

Souto também mostrou que preço não é qualidade. Além do gel, ela usava o creme Hidra, também da Salon Line. “Era baratinho e deixava o meu cabelo bem hidratado”, afirmou.

Depois de um tempo, para eliminar de vez as partes lisas que continuavam ali em meio aos fios encaracolados, Sabrina escolheu por fazer o Big Chop (BC), que é o corte de cabelo em que todo o liso é retirado, ficando apenas os cachos – ainda que isso signifique um comprimento bem curto dos fios.

Para esse momento após o corte, a jovem optou pela linha Cachos de Cinema, da marca Novex – Embelleze. “Fora o rendimento maior que os outros, tenho preferência por produtos com consistência mais firme, o que deixa meu cachos mais definidos e com volume mais controlado”, como é o caso desse creme, explicou Sabrina. 

Ariene Leite

Ariene Leite

 (Fi Lipe/Reprodução)

Se teve algo que Ariene fez, durante a transição capilar, foi apostar em diferentes produtos para ajudar seus fios a cachearem. Com o cabelo alisado desde a quinta série, foi aos 19 anos que Leite resolveu mudar.

Com o tempo eu fui descobrindo que não precisava alisar meu cabelo para parecer mais com outras pessoas. Que o cabelo que eu tinha (aquele cabelão que eu amava quando era pequena) era suficiente”, explicou. 

Ariene contou que, ao parar de alisar o cabelo, percebeu que os fios estavam danificados e, por isso, usou e abusou dos diferentes óleos, principalmente o de coco, como o da Unilife Vitamins. Como? Ou para fazer a nutrição dos cachos ou apenas nas pontinhas que tendem a ficar mais lisas que o resto do cabelo durante o processo. 

No quesito cremes, Leite, assim como Sabrina, usou o Gel Creme de Transição, mas também apostou no Que tal? Crespíssimo Poderoso, da linha TôDeCachos, da Salon Line. “Apesar do meu cabelo não ser 4C (um tipo de fio crespo), eu sempre usei cremes pra crespos. Sentia que meu cabelo respondia melhor a eles”, contou.

Como uma boa fã dos concentrados de óleo, Sabrina também usou o Creme Para Pentear Definidor, Força e Hidratação, também para cabelos crespos a muito crespos, da linha S.O.S Cachos, Salon Line. 

Tudo isso fez com que Leite alcançasse um resultado muito especial. “Passei a me conhecer bem mais depois da minha transição e a me conectar novamente com a minha ancestralidade e as minhas raízes africanas”, afirmou. 

Diana Carla Ferreira

Diana Ferreira

 (Fi Lipe/Reprodução)

Assim como a cantora Ludmilla, que também está passando pela transição capilar e optou por utilizar apetrechos para proteger os fios originais, a jornalista Diana se jogou no megahair na retomada dos cachos.

Pelas diferentes texturas ao longo do comprimento dos fios, Carla usa três tipos diferentes de creme. Para o mega, “que é um tipo de cabelo mais grosso e naturalmente cacheado”,  ela usa o Creme para Pentear de Coco, da linha TôDeCachos, da Salon Line. Isso porque ele é mais espesso e hidrata seu cabelo. 

Já para os fios da frente que não têm nenhum aplique e são mais soltos, Ferreira gosta do creme Meus Cachos, Minha Vida, da marca Lola, especialmente por ter a textura mais leve, o que ajuda a não pesar o seu cabelo.

Para finalizar, mais uma vez o queridinho é o Gel Creme de Transição, da Salon, já que é ele que ajuda a segurar os cachos depois dos cremes estruturá-los.

Juliana Freitas Gueiros

Juliana Freitas

 (Fi Lipe/Reprodução)

Os cliques nostálgicos podem ser o estopim para a retomada dos cachos: foi assim que Juliana escolheu viver a transição capilar. “Um dia, eu vi uma foto de um aniversário meu, eu devia ter uns 9 anos, e tinha o cabelo cacheado. Isso serviu de gatilho”, explicou. 

Mas não foi só isso que ela levou em consideração na hora de dar um basta na química: os gastos com o processo de alisamento também influenciaram nisso. “Fiz algumas contas de quanto minha mãe gastava a cada 4 meses para eu alisar o meu cabelo. Eram 240 reais a menos na conta dela”, contou. 

Decidida a, então, cortar gastos e voltar com os cachos, Juliana conheceu as técnicas de No e Low Poo – sem e pouco shampoo, respectivamente, em tradução livre -, que consistem em modos menos agressivos de lavar o cabelo, ou seja, limpá-lo sem produtos que tenham petrolato, silicone, sulfato, óleo mineral e entre outros componentes.

Ao ter isso como prioridade, Juliana optou pelo Yamasterol, da marca Yamá Cosméticos, para finalizar os cachos. “Meu cabelo nunca enjoa dele”, contou Freitas que usa o produto até hoje nos fios, já que com esse leave-in, ela sente as madeixas hidratadas.

Além dele, Gueiros também investiu na linha Botica – condicionador e creme de hidratação – da marca Bio Extratus e no condicionador Super Restauração, do PhytoErvas.

“Com esses produtos, pela primeira vez, consegui aprender como identificar se meu cabelo estava hidratado ou não. Antes ele era só liso, sabe? Com ele cacheado, conseguia saber quando ele estava poroso, hidratado, nutrido… Tudo observando o toque e a aparência”, explicou. 

Pietra Almeida

Pietra Almeida

 (Fi Lipe/Reprodução)

Com uma história semelhante a de Juliana, aos 12 anos, Pietra não escutou comentários agradáveis sobre o seu cabelo, o que resultou na progressiva desde então. “Sempre ouvi que eu era ‘leãozinho’, que meu cabelo era armado e que eu deveria, pelo menos, fazer uma chapinha na franja”.

Para tentar se desvencilhar dos palpites maldosos e buscar sua própria identidade, Almeida escolheu, em 2016, começar a transição capilar. O processo, que já pede por um pouco de paciência, exigiu ainda mais cuidado da jovem quando, ao entrar nessa fase de mudança, ela também tingiu o cabelo de loiro.

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Isso fez com que Pietra tenha em mente que, mesmo dois anos após sua decisão da retomada aos cachos, ela ainda esteja dentro de um processo de recuperação da textura original dos seus fios.

Assim como Amanda, Almeida teve o óleo de coco, da marca Copra, como um grande aliado. “Usava para umectar o cabelo, para dormir, nas pontas, ou seja, basicamente em tudo”, contou.

Já na categoria cremes, o Seda Boom Definição, que tem potes de 1kg disponíveis, e o Que tal? Cachos dos sonhos, da linha TôDeCachos, da Salon Line, foram seus queridinhos para ajudar na definição dos fios encaracolados. 

Agora é só separar aquela graninha do salário e cuidar com muito carinho desses cachos, girl!

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