14 dicas para escolher um hostel e não cair em ciladas

É ótimo pagar pouco para conhecer lugares - o problema é quando isso te custa mais do que você imaginava.

Se você está pensando em viajar nas suas férias e não quer gastar muito, saiba que os hostels são opções ótimas e muito em conta! Para evitar alguns problemas clássicos de viajantes iniciantes, fique atenta aos detalhes na hora de escolher o seu:

1. Privilegie a localização

É uma dica antiga e que todo mundo vai te dar, mas ela é absolutamente importante quando você viaja. Isso porque detalhes como metrô, ônibus e outros meios de transposrte próximos do hostel vão fazer toda diferença na hora de se locomover – e também para achar a sua “casa” mais fácil. Se possível fuja dos pontos turísticos mais famosos e bairros muito tumultuados: os preços são mais altos e nada como certa tranquilidade para dormir à noite depois de um longo dia de caminhadas.

2. Fique atenta aos horários do lugar

Em alguns países da Europa existe um “toque de recolher” nos hostels: o local só fica aberto até determinado horário e, se você sair e voltar mais tarde, não vai conseguir entrar até o dia seguinte. Além disso, as recepções 24 horas são ótimas para os viajantes de todas as horas – já pensou chegar duas horas da madrugada e não conseguir um lugar para descansar?

3. Detalhes como toalha e roupa de cama importam (e muito!)

Quando você se hospeda em hotéis, desde os mais simples até os mais luxuosos, itens como toalhas e roupa de cama são básicos. Já em alguns albergues esse “serviço” pode ser cobrado à parte – e aí você vai ter que lembrar de levar tudo isso na mala (e não é algo leve nem pequeno).

4. Quanto mais gente melhor? Nem sempre.

A maioria dos lugares tem quartos compartilhados (mistos e separados) para até 16 pessoas. A vantagem disso é que você paga bem menos, porém, precisa dividir o espaço com outras 15 pessoas. E é bom ficar de olho se o lugar é mais tranquilo ou “animado”: podem ter festas, pub crawl, dia de “gringos” e outras agitações que não são tão legais quando não estiver a fim.

5. Procure referências!

Nada como ler o que outras pessoas que já se hospedaram ali acharam do lugar! Sites como o Hostel World, Hi Hostels e o Hostels.com, além dos tradicionais Booking.Com e TripAdvisor. Dicas de outros viajantes sobre localização, quartos, banheiros, comida e atrações turísticas próximas são absolutamente valiosas.

6. Prefira os que têm armários privados

Já pensou no desespero de ter que guardar suas coisas importantes – como dinheiro, passaporte, câmera etc – embaixo do travesseiro toda vez? Pois bem: quando se divide quarto com outras pessoas que você não conhece, esse é o risco que se corre. Por sorte muitos hostels oferecem armários privativos para deixar seus pertences à salvo, basta levar um cadeado a mais na mala para trancar. Claro que se você estiver em um quarto só com suas amigas, esse não vai ser um grande problema.

7. Como escolher o quarto?

Em hostels você encontra três tipos de quartos: mistos, femininos, masculinos e privativos. Dentre esses há quantidades de pessoas em cada um deles – pode ir de duas até 16. Se estiver em uma viagem à dois (duas), o negócio é procurar o privativo para ter mais ~privacidade~. Sozinha vale a pena procurar um que tenha quatro ou seis habitantes, assim, você aproveita para fazer amizades (o que é incrível!); com grupos de amigos vocês podem procurar um quarto que dê para todo mundo ficar no mesmo ou se dividirem em dois ou mais. Detalhe: nem todos têm banheiro privativo, mesmo sendo o só para duas pessoas.

8. Ar condicionado e aquecedor: precisa?

Só se estiver em um destino muito quente (como Cancun em julho) ou muito frio (como o Deserto do Atacama no inverno). Caso contrário, um bom ventilador, cobertas quentes e chuveiro quente já cumprem bem a função – e você ainda economiza um dinheirinho não procurando esses itens.

9. Elevadores x escadas

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Not the Alps, no. #Calafate #ElCalafate #hostel

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Para quem precisa de lugares com acessibilidade, os elevadores fazem toda diferença. Ou para quem viaja com muitas malas, grandes e pesadas – pense só em subir 12 lances de escada carregando isso!

Leia também: a história da cadeirante que conheceu Amsterdã sozinha

10. Dê uma olhada no espaço de convivência

Pelo simples motivo de que aí é onde todos os hóspedes se encontram, conversam, trocam informações e “figurinhas” sobre a cidade que você está visitando… É basicamente o lugar que queremos para uma noite de tacos especial animada! E para conhecer pessoas de outros lugares do mundo, claro wink.

11. Pulgas, baratas e outros pequenos incômodos

Se em algum lugar você ler sobre bed bugs, fuja! Nenhum percevejo, pulga, barata ou qualquer outro inseto do tipo vale a pena o desconto – nem que tenha sido só um comentário dentre 300 nas avaliações. Passe longe!

12. Temos Wi-Fi

A menos que sua viagem seja de total abstenção dos meios de comunicação, o Wi-Fi é o jeito de avisar sua família que está bem, mandar as fotos para os grupos de WhatsApp e publicar os cliques lindos no Instagram, claro! Você pode até arranjar um chip de alguma companhia telefônica local que tenha minutos, mensagens e internet, mas o Wi-Fi de graça sempre vai ser uma boa vantagem.

13. Quantidade de banheiros

Mesmo que não faça questão de ficar com banheiro privativo é importante notar a quantidade de banheiros para cada quarto. Se existe um banheiro para quatro quartos, cada um com oito pessoas, com certeza não é bom negócio. Imagine esperar 30 minutos em uma fila só para poder escovar os dentes? no.

14. Hostel x Bed and Breakfast

Apesar de parecidos, hostels e os chamados bed and breakfast (traduzindo literalmente “cama e café da manhã”) têm uma diferença específica:

  • B&B: aluga-se o quarto com refeição inclusa.
  • Hostel (ou albergue): aluga-se o quarto, nem sempre com refeições inclusas.

E também que na maioria dos B&B, os horários não são tão flexíveis quanto nos hostels.

 

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