10 curiosidades sobre a Suíça que provavelmente você não saiba

Pensou que a Suíça era só chocolate e montanha? Pensou errado!

A Seleção Brasileira enfrenta a Suíça neste domingo (17) na estreia da equipe do canarinho pistola na Copa do Mundo da Rússia. E uma torcida que se preze precisa saber quem é o seu adversário, não é mesmo? Por isso, separamos algumas curiosidades sobre o país para entender mais sobre quem iremos enfrentar. E se você pensa que a Suíça é só chocolates e relógios, é bom se preparar melhor para para o jogo, viu!

Quer romanche, bb? 

O gélido país europeu possui oficialmente quatro línguas: alemão, francês, italiano e romanche. Esta última é, na verdade, um conjunto de dialetos que está sob risco de extinção por ser falada em apenas 0,5% do país. Acredita-se que sua descendência seja do latim vulgar utilizado pelos povos romanos que habitaram a região na Antiguidade. Está curioso para saber como eles falam a língua? Assista ao vídeo aqui embaixo e quem sabe você não queria aprender Romanche e manter viva essa cultura linguística.

Pequenininho

A Suíça é um país não muito grande, com uma área total de 41.285 km², onde cerca de 70% das suas terras são compostas por áreas montanhosas. Na lista de países e territórios do mundo, ordenados por área, o país alpino aparece em 133º. Para se ter uma ideia, o estado de São Paulo é seis vezes maior que o país europeu.

Não me deixe só! 

Quem não ama esses adoráveis roedores com olhinhos esbugalhados e patinhas curtinhas? Mas se você pensa em adotar apenas um Porquinho-da-Índia na Suíça, pode esquecer! No país, existe um regimento que proíbe que eles sejam criados sozinhos, por serem animais muito sociáveis (e fofos). É preciso seguir a sério a determinação a fim de preservar o bem-estar dos animais.

Porquinhos-da-Índia

Guerra? Corre pra Suíça!

A gente espera que não, mas se as nações entrarem em uma guerra gigantesca, os suíços talvez terão mais chances de sobreviver. Existe uma Lei Federal que exige a construção de um abrigo atômico por propriedade. Hoje são mais de 300 mil espécies de bunkers espalhadas pelo país, o que garante uma cobertura total da população. Os habitantes estão autorizados a usar os abrigos para fins de armazenamento, assim como os governos locais os utilizam também como hospedaria temporária para desabrigados e asilados.

Peludos e magníficos

Quem não se lembra do filme ‘Beethoven‘, um clássico da Sessão da Tarde? O cachorro protagonista é um lindo (e enorme) São Bernardo, e a raça do peludo tem uma história ligada ao país europeu. Acredita-se que em 1049, um monge, chamado Bernardo, mantinha uma hospedaria em uma das mais altas passagens entre a Suíça e a Itália. Lá, ele costumava receber visitantes com seus cachorros, grandes e peludos, bem adaptados ao clima frio e de neve da região. Após a sua morte, a passagem recebeu o nome do monge, que também foi santificado. Daí esta raça de cachorros tão comum por lá passou a ser chamada de São Bernardo. Legal, não é?

São Bernardo

Sufragismo 

Apesar dos excelentes índices de desenvolvimento humano, o país dos Alpes se atrasou (e muito) em reconhecer um importante direito para parte da sua população. A Suíça foi o último país da Europa a legitimar o direito de voto às mulheres, apenas em 1971, com exceção do cantão de Appenzell Innerrhoden, estado que o validou somente em 1991. No Brasil, as mulheres tiveram o poder de voto assegurado em 1932. Foi preciso muita luta feminina para a classe política e a sociedade começarem a entender a igualdade de gênero no país.

Últimos dias de Freddie

Na comuna de Montreux, onde vivem pouco mais de 25 mil habitantes, morou uma lenda do rock mundial. Freddie Mercury, vocalista da banda Queen, residiu no local após descobrir ser portador da AIDS. O célebre artista recebeu uma espetacular homenagem da charmosa cidadezinha. Na Place du Marché, às margens do Lago Genebra, foi erguida uma estátua de bronze do cantor feita pela artista checa Irena Sedlecka. A pose clássica em que Freddie foi retratado no monumento se tornou uma marca icônica da imagem do cantor, que escreveu suas últimas canções na pequena cidade suíça.

Freddie Mercury

Confederação Helvética? Quê?

Você pode até estranhar quando abrir algum site suíço e ver que o domínio termina com “.ch”. É que o nome real oficial do país não é apenas Suíça, não ~insira aqui uma expressão de choque~. A Confederação Helvética, do latim Confœderatio Helvetica, é a precursora do que hoje é conhecida como a Confederação Suíça. O nome é uma homenagem a antiga tribo celta dos Helvécios que habitava a região por volta de 500 a.C.. Hoje, a terminologia CH continua a existir na internet, em selos, moedas e nas placas dos automóveis.

Reis da tipografia

Sabia que algumas das fontes tipográficas mais usadas no mundo são de origem suíça? Uma delas é a Helvetica (já fizeram a ligação com o nome, né?). Ela foi criada em 1957 pelos suíços Max Miedinger e Eduard Hoffmann com o intuito de ser uma fonte mais limpa e neutra que as demais existentes no mercado. A tipografia é usada em sistemas de sinalização de rodovias e aeroportos em diversas cidades pelo mundo. O nome original da fonte era Neue Haas Grotesk, mas foi renomeada futuramente para homenagear a terra natal dos seus criadores.

A Fantástica Fábrica de Chocolates

Ahhh, o chocolate! Os suíços gostam tanto de chocolate que dá para dizer que a capital do chocolate no mundo é a Suíça. Também eles têm tradição, viu! Uma das primeiras fábricas de chocolates chegou lá em 1819 e, desde então, o país se especializou no produto, que hoje é reconhecido pela alta qualidade e sabores únicos. Estima-se que cada habitante do país coma em média 12 quilos de chocolate por ano. Estamos comprando as passagens!

Chocolate

Viu só? O país alpino tem muita coisa interessante e uma cultura diversificada. Assim fica até difícil torcer contra a Suíça hoje, né? Mas nada de pendurar as chuteiras e abandonar a nossa seleção. Vamos até comer um chocolatinho enquanto torcemos para o Brasil!

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