Kim Kardashian cria clube do livro – e nós já temos 10 sugestões

O mais novo clube do livro em Hollywood é composto pela Sra. Kardashian West e duas amigas próximas: Chrissy Teigen e a hairstylist Jen Atkin.

Na última quinta-feira (2), Kim Kardashian revelou em seu perfil do Twitter estar fundando mais um ~empreendimento~: um clube do livro.

Ela inclusive já anunciou qual será a primeira leitura do grupo, “Embraced by the Light”, de Betty J. Eaddie. Inicialmente composto por Kim, Chrissy Teigen e Jen Atkin, o clube já recebeu uma nova integrante desde então: Kourtney Kardashian.

Como boas leitoras, nós do MdeMulher nos agilizamos rapidinho, e montamos uma lista de sugestões maravilhosas para o clube das Kardashians. 

Olha só:

 (Ile Machado/MdeMulher)

Americanah, Chimamanda Ngozi Adichie

O livro é o quarto da autora, uma escritora nigeriana cujo discurso no Ted Talks, “Sejamos todos feministas”, encantou até mesmo a rainha Beyoncé. Neste título, ela discorre sobre vários assuntos relevantes, tendo como plano de fundo uma história de inspirações claramente autobiográficas. “Adichie fala sobre raça, imigração e emigração, sobre a política do cabelo natural, relações interraciais, o que significa deixar nosso lar e o que significa voltar, tudo amarrado em forma de história de amor”, opina a escritora Roxane Gay em resenha feita no Goodreads.

O Conto da Aia, Margaret Atwood

Considerada leitura essencial para qualquer feminista, este livro de 1985 descreve um futuro distópico em que as mulheres têm seus direitos retirados de si pelos homens. A história inspirou um seriado com Elisabeth Moss e Alexis Bledel, que estreia em abril deste ano nos Estados Unidos.

A Amiga Genial, Elena Ferrante

Primeiro dos quatro livros da chamada série napolitana, ‘A Amiga Genial’ apresenta a dupla de mulheres mais interessante dos últimos tempos: Lenu e Lila. Melhores amigas de infância, suas vidas se entrelaçam quando elas ainda são crianças, em um bairro pobre de Nápoles. A narrativa simples de Elena Ferrante (que, na verdade, é um pseudônimo) fisga praticamente qualquer uma e mostra as mais diferentes (e honestas) facetas da vida de uma mulher.

1984, George Orwell

O que combina mais com a família Kardashian do que o livro que traz o próprio termo ‘Big Brother‘? Escrita por George Orwell em 1949, a obra imagina um futuro digno de pesadelos – onde o Grande Irmão é o líder absoluto que vigia tudo e todos a todo instante. A obra já inspirou filmes, séries e até histórias em quadrinhos.

 (Ile Machado/MdeMulher)

A Cor Púrpura, Alice Walker

Escrito em formato de cartas, o livro conta a história da descoberta da narradora sobre sua condição de mulher negra. A história se passa nos Estados Unidos dos anos 30, e conta com relatos fortíssimos escritos com a gramática e o vocabulário pobre aos quais, se existisse, a personagem principal teria acesso. ‘A Cor Púrpura’ venceu o Prêmio Pulitzer em 1983.

A Arte de Pedir, Amanda Palmer

“Amanda pintou um quadro com palavras, ou quem sabe fez música com palavras, ou simplesmente tirou seus pensamentos e despejou-os no papel como eles vinham”, opina a escritora Ksenia Anske em resenha no Goodreads. “Ela ilustra seu próprio caminho em direção ao aprendizado sobre pedir, sobre o que isso significa, sobre o porquê de haver tanto medo dentro dela mesma, das pessoas à sua volta e de todas as pessoas”. A escritora é não só uma estrela do rock, mas também uma pioneira do crowdfunding.

Livre, Cheryl Strayed

Em livro que inspirou um filme com Reese Witherspoon em 2014, Cheryl Strayed conta sua própria história. Depois da morte da mãe e de um divórcio, ela se viu completamente perdida – e, para “remendar” a própria vida, resolve impulsivamente percorrer a pé a costa do Oceano Pacífico, na Califórnia.

 (Ile Machado/MdeMulher)

Como Ser Mulher, Caitlin Moran

Metade autobiografia, metade manifesto feminista, o livro é completamente divertido. Nele, a jornalista britânica Caitlin Moran fala com humor sobre os vários dilemas na vida da mulher contemporânea – usando momentos marcantes de sua própria vida, como a descoberta da masturbação e até a maternidade, para ilustrar.

Eu Sou Malala, Malala Yousafzai e Christina Lamb

“Ler este livro me lembrou de coisas que eu não valorizo muito: liberdade de expressão, liberdade de religião, liberdade de caminhar até a esquina sem precisar da companhia de um homem e a possibilidade de ir à escola, independente do meu gênero”, conta uma bibliotecária em resenha no Goodreads. O livro conta a história da vencedora do Nobel da Paz Malala Yousafzai.

Só Garotos, Patti Smith

Em seu primeiro romance, a multifacetada Patti Smith fala sobre sua juventude e seu relacionamento com o fotógrafo Robert Mapplethorpe, na Nova York dos anos 60 e 70.