Eu me amo do jeitinho que sou!

Gordinha, magra demais, baixinha, sem bumbum, sem peito... Não há mulher perfeita. Fique ainda mais poderosa fortalecendo a auto-estima

Elizângela vive a Cilene em A Favorita. 
Ambas se amam do jeito que são 
Foto: Juliana Coutinho

Que mulher nunca se sentiu insatisfeita com o próprio corpo? Há quem não esteja muito contente com uns quilinhos a mais ou com a falta de bumbum e de peito. Quase sempre existe algo que não está do jeito que a gente quer. Mas os defeitinhos nem de longe indicam que uma mulher é feia. “Uma pessoa
é tão bonita quanto permite mostrar a própria beleza ao mundo”, explica o cirurgião plástico Rolando Zani, autor do  livro Não Tenha Vergonha de Ser Bonita (ed. Gente). 

>> Famosas também não são perfeitas


A magreza, a juventude e a perfeição têm sido tão valorizadas que, muitas vezes, a mulher se sente feia simplesmente por não estar dentro do padrão exigido. Mas isso está começando a mudar. Já existem algumas marcas de cosméticos fazendo propagandas com pessoas comuns, satisfeitas com o corpo. 

“A mulher tem de ser feliz do jeito que é”, afirma Elizângela, que brilha em A Favorita mesmo longe de ser esquelética, como a maioria das estrelas da TV. Faça como a atriz e aprenda a valorizar seu corpo
com suas imperfeições.

Boas notícias para as gordinhas!


Homens gostam de mulheres volumosas
Uma pesquisa americana revelou que eles preferem as mulheres mais carnudas. Mesmo sem saber, eles acreditam que as curvas indicam fertilidade e saúde. 

Elas têm filhos mais inteligentes
Um estudo feito nos Estados Unidos mostrou que mulheres com curvas podem ter filhos mais inteligentes. Isso graças à alta concentração de ácidos das gorduras poliinsaturadas dos quadris — importantes para o desenvolvimento do cérebro do feto. 

Elas fazem mais sexo
Um levantamento comprovou que as gordinhas têm vida sexual mais ativa do que as que têm peso normal.

Elas foram idolatradas
Nos primeiros séculos da humanidade, as gordinhas eram idolatradas, de acordo com pesquisadores que analisaram desenhos numa caverna na Polônia.

 

 

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