Tocantins: paraíso do turismo de natureza ainda é pouco explorado

Com lugares lindos como o Jalapão e as Serras Gerais, eis um ótimo destino para quem quer contemplar a natureza ou explorá-la em aventuras na água

Jovenzinho de 29 anos – sua emancipação de Goiás foi reconhecida em 5 de outubro de 1988, mas oficializada apenas em 1º de janeiro de 1989 –, o Tocantins ainda tem muito a ser descoberto pelo resto do Brasil. Mesmo o Jalapão, bastante explorado pela novela das 21h “O Outro Lado do Paraíso” ainda não é um destino não visitado assim.

Dono de uma natureza de tirar o fôlego, o estado tem cachoeiras, dunas, praias fluviais, serra, ruínas e construções históricas e um clima quente o ano todo – com aquelas chuvonas típicas da região norte de outubro a abril. Enfim, é lindo.

Não à toa, seu atrativo mais forte é o turismo de natureza, com foco na aventura e na contemplação. Que tal saber um pouco mais sobre os destaques das paisagens que o estado tem a oferecer?

Jalapão

Águas clarinhas, chapadões, dunas alaranjadas, rios com cachoeiras, formações rochosas incríveis e serra: a região do Jalapão tem tudo isso e, se bobear, mais um pouco em algum cantinho que ainda será descoberto. Dá para fazer rafting, canoagem, rapel e trilhas. Ou então ficar olhando como a natureza pode ser maravilhosa.

Tudo fica nas cidades de Mateiros, Novo Acordo, Ponte Alta do Tocantins e São Félix do Tocantins.

Olha esta areia quase cor de laranja das dunas!

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O pôr do sol na Pedra Furada é lindo!

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A Praia do Alecrim é fluvial e tem tooodo este verde ao redor:

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E no Jalapão ainda tem um núcleo de artesanato de capim dourado, para você levar lembrancinhas para todo mundo.

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Serras Gerais

O Brasil é cheio de serras, mas as do Tocantins fazem parte da maior cadeia de serras do país. Além de linda por natureza, a região tem arquitetura colonial e festas tradicionais desde o tempo do Império.

As cidades que abrigam as Serras Gerais ficam entre Aurora do Tocantins e Taguatinga (não confundir com a região administrativa do Distrito Federal, onde João de Santo Cristo ganhava cem mil por mês em “Faroeste Caboclo”).

Lá fica o Cânion Encantado:

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Tem arquitetura colonial:

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E rola o Carnaval de Entrudo, que vem desde o tempo do Império:

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Cantão

Rios, florestas, fauna, flora e, principalmente, a transição entre a floresta amazônica e o cerrado. Isso é a região do Cantão. Por lá podem ser avistados jacarés, botos e mais de 500 tipos de aves. Justamente por isso, atrai os turistas que querem mais observar do que agitar e muitos pesquisadores do mundo todo.

Nela estão os municípios de Araguacema, Caseara, Lagoa da Confusão e Pium.

Em Cantão dá para curtir a praia de Caseara, às margens dos rios Araguaia e Coco:

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É possível ver de pertinho as ruínas da igreja Nossa Senhora da Divina Providência, em Araguacema:

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E tem aventura na Trilha da Ferrugem, no rio Coco:

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Bico do Papagaio

Fica no extremo norte do estado, nas fronteiras com o Pará e com o Maranhão, e é uma região composta por 25 municípios, como Esperantina, Augustinópolis e Tocantinópolis. O forte dali são as praias de água doce.

Que tal um mergulho nas águas da Praia da Santa, em Tocantinópolis?

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Ou curtir o encontro das águas dos rios Araguaia e Tocantins?

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Ilha do Bananal

É apenas a maior ilha fluvial do mundo, com 25 mil km². A Ilha do Bananal fica entre os rios Javaés e Araguaia, nas divisas com Goiás e Mato Grosso. Ali ficam as aldeias indígenas das etnias Javaés e Karajá, além de diversas espécies de aves e peixes que só são vistas por lá.

Para entrar na Ilha do Bananal é preciso pegar uma autorização no Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (em Pium) ou na Funai (em Palmas).

A região tem quatro municípios: Formoso do Araguaia, Gurupi, Lagoa da Confusão e Peixe.

O Arquipélago do Tropeço é reduto de pesca esportiva (e o segundo maior arquipélago fluvial do mundo):

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E a Praia da Tartaruga oferece água e areia clarinhas por todos os lados:

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