Viagem: onde ficar, passear, comprar e comer na Islândia

Confira aqui dicas para aproveitar o melhor do país

 

Viagem: dicas de cultura, gastronomia e passeios na Islândia

A Islândia vai te surpreender e você vai querer voltar. E sempre vai ficar na dúvida se foi o efeito dos glaciares, da espetacular gastronomia, dos Vikings gentis (e lindos) ou da pulsante cultura tão peculiar. A Islândia é uma ilha que fica bem ao norte da Europa cuja capital é Reykjavík, uma cidade cheia de vida, super segura e repleta de cafezinhos, lojas e restaurantes incríveis. Além da capital, a Islândia oferece programas super animados, cheios de adrenalina e com paisagens estonteantes. Vulcões, solo preto com neve branquinha, glaciares, gêisers e cânions – é uma paisagem tão diferente que parece uma visita a algum planeta vizinho do sistema solar. Veja mais fotos do roteiro aqui!

 
Quando ir?
Se a ideia é aproveitar a Islândia no verão, prepare-se para um dia que dura aproximadamente 21 horas. Atividades para preencher o itinerário não faltam: de mergulhos e raftings a uma vida noturna intensa, ainda que em plena luz do dia. Mas se a vontade é de explorar o novo, experimente ir no inverno, onde o sol dura poucas horas, mas a exuberância da natureza contrastante da Islândia se torna ainda mais inesquecível.
 
Cheguei na Islândia: e agora?
Não existem vôos diretos das capitais brasileiras pra Reykjavík. Mas a TAM opera co-ligada com a Lufthansa, em um vôo que faz escala em Munique, antes de chegar na capital islandesa. Você também pode pegar um vôo até Nova Iorque, e de lá voar de Icelandair, que têm musiquinhas da Björk e comida típica no serviço de bordo. Brasileiro não precisa de visto para entrar no país. Quando chegar ao aeroporto internacional de Keflávik, vá até o guichê da flybus – eles te levam na porta do hotel.
 
Onde Ficar?
Reykjavík têm opções para todos os gostos e bolsos. Desde o popular Reykjavík Backpackers (um hostel super animado cheio de mochileiros de toda parte do mundo) até hotéis boutique, que esbanjam charme. O 101 é um deles, com o minimalismo ultra chic do design nórdico. O Center Hotel Thingholt é descolado, com uma ótima localização, e é um daqueles hotéis charmosos em que você se sente em casa.
 
Dicas Culturais:
 
Assim que chegar, peça na recepção do hotel uma edição do The Reykjavik Grapevine, um jornalzinho bacanérrimo que tem todos os eventos da cidade – a circulação é semanal e é todinho em inglês (ufa!). Durante o ano todo, Reykjavík tem uma ativa programação cultural. O Gerðarsafn é um museu contemporâneo, com um ótimo acervo e também conta com exposições anuais de artistas islandeses e internacionais. O Hafnarhúsið, também contemporâneo, guarda o maior acervo do Erró, um importante pintor islandês. O museu tem uma lojinha ótima, cheia de livros e ilustrações lindas para levar de presente.
 
Em outubro, rola o Iceland Airwaves, um mega festival de música que projetou internacionalmente bandas como Of Monsters and Men, Who Knew e Sóley (pois é, nem só de Björk e Sigur Rós vive a Islândia!)
 
Se você decidir ir no inverno, prepare-se para redefinir o seu conceito de “frio”. Em Reykjavík tem uma variedade de lojas onde você pode comprar agasalhos que seguram a onda, como a 66º North. No verão, a temperatura é agradável, mas sempre leve uma jaqueta de chuva, pois o tempo na Islândia é temperamental.
 

Viagem: onde ficar, passear, comprar e comer na Islândia

Viagem: dicas de cultura, gastronomia e passeios na Islândia

 

Dicas de passeios:
 
Se emocione com a Aurora Boreal durante o inverno
Uma das experiências mais mágicas é ver a Aurora Boreal. Ela acontece de outubro a março e, por ser um fenômeno da natureza com tantas peculiaridades, não tem como marcar o passeio com antecedência, pois não é todo dia que ela acontece. O jeito é ligar para alguma excursão lá pelas 18:00, se programar para sair às 20:00 e viajar algumas horas na direção norte, rumo ao círculo polar ártico, para ver a Aurora. Leve uma boa câmera, um tripé e vista-se como se estivesse indo para Antártida. A beleza da aurora é diretamente proporcional ao frio que se passa por lá.
 
Mergulhe em águas glaciares
Tome coragem e faça um mergulho em águas glaciares. É uma experiência única para ver de perto a fissura de Silfra, que separa as placas tectônicas entre América e Eurásia. Mesmo no inverno, é possível mergulhar com a ajuda de um dry-suit, uma roupa especial que mantêm o corpo quentinho. Na Artic Adventures, peça pelo tour “Black and Blue” que têm o mergulho pela manhã com cavernas vulcânicas à tarde.
 
Faça rafting nos Cânions
O rio Hvítá tem uma combinação perfeita entre cânions serenos e corredeiras cheias de adrenalina para fazer um Rafting. É um otimo e divertido programa para o verão e a “cereja do bolo” é o pulo em um dos penhascos do rio. Um frio na barriga delicioso.
 
Relaxe na Blue Lagoon
Islandês a-do-ra uma piscina térmica e existem várias espalhadas pela cidade, mas a Blue Lagoon é especial. A água é absolutamente celeste, a temperatura oscila entre 36°C e 39°C e a lagoa é rica em sílica, sódio, cálcio e magnésio, um super tratamento mineral pra pele! Além do relaxamento oferecido em saunas, a Blue Lagoon têm salões de massagem e banhos de vapor geotermal, ótimo programinha para deixar o último dia de viagem fechar a estadia na Islândia com chave de ouro.
 
Onde saborear a gastronomia local?
A culinária tradicional mais xiita é a visão do inferno – coisas tipo o Þorramatur, que inclui tubarão fermentado, cabeça e testículos de ovelha. Mas a maioria dos restaurantes em Reykjavík são extraordinários. Os países nórdicos são famosos pelo preparo impecável de peixes e a Islândia tem uma cena gastronômica contemporânea bem interessante. No moderninho Fish Market (Fiskmarkadurinn), que foi nomeado pela Condé Nast Traveler como um dos melhores restaurantes do mundo, você prova pratos de peixe fresquinhos e fusões surpreendentes da cozinha nórdica. O VOX é pura sofisticação! No website, um manifesto da nova cozinha nórdica deixa evidente a preferência por ingredientes de altíssima qualidade. O Grillmarkadurinn trabalha com uma comunidade de fazendeiros locais e a apresentação dos pratos é tão linda que vai render muitas fotos pro instagr.am!
 
O que comprar?
A moda local pode te surpreender. Passear no centrinho da capital é sempre uma descoberta. Ziska Zun é uma marca comandada pela ilustradora Harpa Einarsdóttir, que cria suas estampas obscuras e ousadas com inspiração no tribalismo. Não se esqueça de pedir na loja um carimbo para a devolução do imposto. A Kiosk é comandada por nove designers e tem peças bem diferentonas, com detalhes coloridos. A Leynibúðin é um coletivo de novos designers e é uma boa aposta para quem busca coisinhas mais exclusivas!
 

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