“Sou uma mãe mutilada, mas que não desistiu da própria essência”, diz Cissa Guimarães para CLAUDIA

Em entrevista para CLAUDIA de junho, a atriz Cissa Guimarães conta como reinventou a própria vida depois de perder seu filho

Cissa Guimarães não pretende ser exemplo de nada. O que deseja é depurar a mais terrível das agonias que viveu
Foto: Reprodução

Não existe desespero maior do que perder um filho para a morte. A atriz  Cissa Guimarães, capa da CLAUDIA de junho, perdeu seu caçula, Rafael, em 20 de julho de 2010, covardemente atropelado em um túnel em que andava de skate. Exatamente um ano depois da tragédia, Cissa se define como “uma mãe mutilada” que não desistiu da própria vida. “Tenho uma sede enorme de vida e bebo em grandes goles. Arrancaram um dos meus sustentáculos e vou sangrar sempre, mas me agarro àquela luz clara. Meu compromisso não é com a tristeza”, desabafa a atriz. Contudo, Cissa diz que não quer ser um exemplo de superação para mães que passaram por tragédia igual à sua. Para ela, não existe um jeito certo ou errado de lidar com a dor; cada um vive a perda como bem entende, o importante é achar uma força interior e continuar vivendo.

Moda

"Sou uma mãe mutilada, mas que não desistiu da própria essência", diz Cissa Guimarães para CLAUDIA

Os looks básicos -que não são nada básicos- da CLAUDIA de junho estão lindos
Foto: Reprodução

A revista CLAUDIA também traz uma matéria de moda com looks incríveis para o inverno. Aproveite a estação mais fria do ano para misturar peças de roupas clássicas com outras mais modernas. Que tal, por exemplo, usar uma bela camisa de seda com short jeans e casaco 7/8. Complete a produção com meia-calça fio 80 e uma bela bota de cano alto. Gostou? Na edição 597 da CLAUDIA você encontra outras dicas ótimas de looks para o inverno.

 

Ansiedade de máxima

"Sou uma mãe mutilada, mas que não desistiu da própria essência", diz Cissa Guimarães para CLAUDIA

Conheça os estopins da ansiedade e o que é possível fazer para não se deixar paralisar por ela
Foto: Reprodução

Cada época tem a ansiedade que merece, e a do nosso tempo é temperada por necessidades aflitivas: estamos acossadas por informações demais, apelos de consumo demais, escolhas demais. Em vez de deixar imobilizar, identifique e enfrente esses inimigos que transformam a vida numa panela de pressão prestes a explodir. Quer sair do modo ansioso e achar o equilíbrio? CLAUDIA listou os três caminhos fundamentais:

Seja autêntica: olhe para si mesa e decida o que realmente importa na sua vida.

Aja hoje e agora: quando você tem milhares de missões, procure não focar na dificuldade que será dar conta de tudo.

Descentralize sua vida: o grande desafio é exercitar a flexibilidade para acomodar imprevistos.

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