10 motivos para você assistir ao filme ‘Para Todos os Garotos que Já Amei’

Referências legais, Peter Kavinsky, irmãs Song... nós separamos 10 motivos que justificarão o seu play nessa produção da Netflix.

Acessar as redes sociais recentemente é se deparar com um assunto em específico na timeline: o filme Para Todos os Garotos que Já Amei, a nova produção da Netflix, que estreou no dia 17 de agosto. Para ajudar você a entender o que a história da jovem Lara Jean tem de diferente, o MdeMulher separou 10 motivos que justificarão o seu play nessa comédia romântica. Confira:

1. Lara Jean fará você pensar sobre se relacionar com alguém

Se Lara Jean escolheu mandar cartas para suas antigas paixões em vez de confrontá-las, saiba que existe um motivo plausível por trás disso. Ainda que seja uma comédia romântica de adolescentes, saiba que a justificativa de Lara fará você pensar sobre e até mesmo se questionar se não é algo que você mesmo está fazendo.

Lara Jean, Peter Kavinsky e Kitty

 (Photo Courtesy of Netflix/Netflix)

 

2. Peter Kavinsky não é um babaca, mas um garoto popular fofo!

Não, ele não humilhará Jean primeiro para, depois, eles se apaixonarem perdidamente um pelo o outro. Um dos motivos que faz com que o seu play valha a pena é como a relação entre Lara e Peter não é tóxica, mas fofa e com uma gradação gostosa de acompanhar (e torcer!!!)

3. Os momentos das irmãs Song são especiais (e reais!)

Com “Para Todos os Garotos que Já Amei”, ter três irmãs parece mais legal do que nunca, principalmente se você é a do meio – como Lara. Mas não se engane ao pensar que isso significa que entre Jean, Kitty e Margot não há desavenças.

Kitty, Margot e Lara Jean

 (Photo Courtesy of Netflix/Reprodução)

Entre altos e baixos, as irmãs Song nos mostram que família não é sobre tudo ser sempre igual, mas a permanência por amor!

4. Você sentirá vontade de escrever uma cartinha de amor

Pode preparar a caneta e o papel – ou o computador, para os tecnológicos -, porque se tem algo que Lara e Kavinsky nos deixa com vontade de fazer é escolher as melhores palavras escritas para exaltar quem amamos. Pode ficar tranquilo, isso não significa que a cartinha precisa ser entregue para o seu parceiro, pode ser aquele amigo especial que está sempre lá – inclusive para chorar com você em comédias românticas de adolescentes.

5. É um filme, principalmente, sobre amizades

Além de toda cumplicidade entre as irmãs Song, a amizade de Lara Jean com a melhor amiga, Chris, também merece aquela atenção especial. Com elas, você se lembrará que não importa o quanto duas pessoas são diferentes, quando a prioridade é o bem-estar do outro, uma amizade acontece!

6. Os looks da Lara Jean são inspiradores

Não sabe como dar um upgrade no guarda-roupa? A Lara Jean ajuda você! Com mais de 27 looks diferentes ao longo do filme, é impossível você não descobrir uma inspiração aqui e outra ali. Já adiantamos que botas de plataforma com meias over the knee são maravilhosas!

Lara Jean

 (Masha_Weisberg/Netflix)

7. Referências legais? Check!

Filme que faz referência a outros longas legais? Sim, isso acontece em “Para Todos os Garotos que Já Amei”. Portanto, saiba que dar play no romance de Lara Jean e Peter Kavinsky é conseguir adicionar mais algumas sugestões de como estender a sessão cinema do final de semana.

8. A fotografia do filme dá vontade de estar dentro da história

Além das cores equilibradas que não deixam os olhos desgrudarem da telinha, o foco das câmeras nos personagens em si, sem excesso de informação, faz com que a história do longa seja gostosa de ver.

9. A trilha sonora é digna de agregar a sua playlist!

Ainda não está convencida sobre a nova produção da Netflix? Então antes de preparar a pipoca e se aconchegar no sofá, ouve aí: I Like Me Better – Lauv, You’re not good enough – Blood Orange e Human Right – The Strike. Se você gostar, saiba que no longa, as canções serão fundo para momentos fofíssimos entre Lara e Peter.

10. Mulheres dirigiram e fizeram o roteiro do longa

“Para Todos os Garotos que Já Amei” é, originalmente, um livro escrito por Jenny Han, enquanto que a sua adaptação para o audiovisual foi dirigida por Susan Johnson e escrita por Sofia Alvarez.

Uma curiosidade sobre todo esse processo de construção do longa é que Jenny fez apenas uma exigência sobre: que Lara Jean fosse contracenada por uma atriz asiática e a única produtora que aceitou isso foi Susan. Todos os outros queriam transformá-la em uma garota branca estereotipada.