5 lições de maternidade de Adriane Galisteu

Mãe de Vittorio, de 4 anos, a apresentadora conta aprendizados importantes que vieram da criação de seu filho

Aos 41 anos, Adriane Galisteu é mãe do pequeno Vittorio, 4. Amor da vida dela, o garoto é fruto do relacionamento da apresentadora com Alexandre Iódice – em 2010, eles fizeram duas cerimônias para celebrar a união; na segunda, Adriane entrou com o filho em uma kepina, acessório que carrega o bebê. O xodó é tanto que a anima a tentar engravidar novamente.

Enquanto o novo membro da família não chega, a mãe coruja divide com a Contigo! Online seus aprendizados sobre a maternidade nos últimos anos. “Temos que abrir os olhos para a criança. Às vezes, a gente aprende muito mais com eles do que ensina”, garante. Confira cinco grandes lições que Adriane Galisteu aprendeu:

1. Ser feliz no trabalho para ser feliz como mãe

“Mulher tem tendência a carregar culpa e não há necessidade disso. Se a gente conseguir ser feliz no nosso trabalho, vai conseguir ser mais feliz ainda como mãe. Eu trabalho muito, corta meu coração ter que deixá-lo… Queria dar o jantar, o banho, colocá-lo para dormir, mas não é sempre que consigo. Por isso, procuro não me culpar. Sou feliz com a vida que levo e com meu trabalho, acho que esse é um ponto importante pra gente ser feliz também em casa.”

2. Ser por inteira

“Por mais que o tempo que temos hoje não seja como o de antigamente – quando minha mãe ficava em casa cuidando da gente -, ele tem que ser intenso. Quando estou com meu filho, esqueço de qualquer outra coisa que não tenha a ver com ele. Nada de telefone ou rede social: procuro brincar, ler livros e fazer o que ele gosta. É o tempo dele, preciso me dedicar.”

3. Usar a tecnologia de forma saudável

“Não proíbo, mas prefiro que ele se ocupe com outras coisas. Ainda assim, ele tem o iPad com todos os aplicativos que criança adora, mas quase não pega porque tem outras atividades que prefere fazer. Em São Paulo está cada vez mais difícil brincar ao ar livre, por isso optamos por ser sócios de um clube. Quando Vittorio sai da escola e o dia está bom, vai para lá. É um espaço onde ele corre, joga bola, anda de patinete… À noite, depois do jantar, toma banho e assiste a Peppa Pig – que ele ama! E também pode escolher não ver o desenho para brincar no iPad.”

4. Dar o gosto da infância

“Eu deixo comer tudo! Quero que ele seja feliz. Criança tem que chupar sorvete, comer brigadeiro, chocolate, se lambuzar. Só não é o tipo de coisa que eu ofereço. Na minha casa, não tem batata frita, mas se ele quiser, vai ter. A comida dele, como de toda criança, é arroz e feijão mesmo. Não sou neurótica com isso, porque eu acho uma sacanagem criança não comer coisa de criança!”

5. Ensinar as diferenças

“Espero criar meu filho em um mundo muito melhor. Quero que ele conviva com as pessoas mais diferentes possíveis da forma mais normal possível. Sempre que posso, o levo no Teleton. Acho importante que ele veja e brinque com as crianças que precisam de ajuda. Quero que ele aprenda que é possível ter um amigo diferente e tratá-lo de forma absolutamente igual. Para isso, temos que começar cedo, pois depende muito dos pais e da forma como a gente educa os nossos filhos. Se há um lugar onde é possível acabar com o preconceito, é na cabeça de uma criança.”

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Adriane Galisteu leva o filho na exposição do Castelo Rá-Tim-Bum
Foto: Tomás Arthuzzi

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