Chay Suede fala sobre moda, trabalho e relação com as fãs à ESTILO

Ele era conhecido apenas entre as adolescentes. Isso até arrebatar mulheres de todas as idades ao esbanjar charme na primeira fase da novela Império. Saiba mais sobre o ator e cantor na entrevista a seguir.

Chay Suede veste blazer Diesel, camisa Camargo Alfaiataria, calça Ermenegildo Zegna.
Foto: Gianfranco Briceño

Ator de novela do horário nobre, líder de banda, dono de uma legião de fãs e queridinho da (difícil) turma da moda brasileira. Não faltam apostos para Chay Suede, o mais novo membro do rol de galãs da Rede Globo (outro aposto!). Com apenas 22 anos, ele arranca suspiros por onde passa e faz o tipo sedutor.

Você se considera um cara romântico?

Acho que vivo a vida romanticamente, o que não tem nada a ver com relacionamento. Está mais ligado ao sentido do movimento literário. Apesar de ser prático, me permito encarar tudo o que faço de um jeito subjetivo e meio fantasioso. E isso é bom, pois essa coisa lúdica tem a ver com a minha profissão.

Onde busca referências para seus trabalhos?

Na hora de compor uma música, procuro lidar sempre com algo real. Às vezes escrevo para uma garota ou para alguém da minha família. Recentemente, fiz uma música para o Zé Alfredo, da novela Império. É sempre alguém que existe. Já quando crio um personagem, busco inspirações e referências que combinam com ele. Assisto a filmes, ouço músicas e estudo muito. Quando preciso de mais, faço uma preparação maior, tipo workshop.

Você costuma incorporar características de seus personagens?

De jeito nenhum. Eu é que empresto coisas minhas a eles. Não costumo pegar nada dos personagens, a não ser objetos pessoais (risos). Do Zé Alfredo eu herdei o gosto por me vestir todo de preto. Não como na novela, que era muito anos 80, mas de um jeito cool, que eu não estava acostumado porque achava pesado demais.

Exatamente como está vestido hoje! Seu estilo, aliás, é bem particular. Como criou essa identidade?

Não sei muito bem. É uma coisa natural minha. Nunca quis criar um personagem e me vestir de acordo com ele. Eu sou assim. Compro quase tudo em brechó, apesar de ter pouquíssima coisa. Por exemplo, gosto só de uma calça antiga que trouxe da Argentina. Vivi uma época mais consumista, mas passou. As referências musicais ajudaram a criar esse estilo ao qual sou fiel. Gosto muito do rock e do folk dos anos 1950, 60 e 70, de Johnny Cash, Beatles, Bob Dylan, e do Elvis antes de ele se tornar o Rei. Meu visual tem muito a ver com o deles.

O que você mais você costuma ouvir?

Além desses caras, sou fã de reggae e ritmos latinos. Adoro Bob Marley e música jamaicana, até mesmo da época em que ele (Marley) não era conhecido. Gosto dessa coisa raiz caribenha, bem roots.

Como é sua relação com as fãs?

Eu amo as minhas fãs. Parece que elas me conhecem como a minha família. É uma relação bem louca, mas que eu adoro. Eu me tornei um apaixonado por fazer coisas para o grande público e realmente gosto de receber esse carinho todo.

Para quem se considerava alternativo e underground, você mudou bastante.

Sim, mudei muito. E ainda bem, né? (Risos.) Hoje, enxergo que essa paixão me move. Antes, eu era só um jovem cheio de preconceitos.

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