Com a palavra, Marcelo Tas

Em entrevista, o jornalista fala dos desafios de criar um programa como o CQC

Marcelo Tas na bancada do CQC 
da Band
Foto: Divulgação

O mais experiente dos rapazes do “CQC” é jornalista, roteirista, diretor e ator. Marcelo Tas ficou nacionalmente conhecido na década de 80 pelo seu personagem Ernesto Varela, um repórter que ironizava personagens políticos com perguntas desconcertantes e que passou por programas na TV Gazeta, Record, SBT e extinta TV Manchete.

Ele também viveu o professor Tibúrcio do Castelo Rá Tim Bum, delicioso programa infantil exibido pela TV Cultura, de São Paulo. Mas nunca deixou de atuar no jornalismo. Escreveu para os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo e para as revistas Trip e IstoÉ. Apesar do currículo super recheado, é a primeira vez que ele atua como âncora e está adorando a experiência.

tititi – Como surgiu a chance de apresentar o CQC?
Marcelo Tas –
No início do ano, recebi um convite da Elisabetta Zenatti, diretorageral de programação e artística da Band, e do diretor do CQC, Diego Barredo. Eles já estavam com o projeto e acharam que as coisas que eu fiz antes tinham a ver com o programa. Topei na hora porque sempre acreditei que esse tipo de humor teria interesse aqui no Brasil.

E foi como você esperava?
O programa estreou em março e achamos que demoraria uns seis meses pra ?pegar?. Mas, no primeiro mês, a audiência já tinha dobrado. A união das pessoas foi feliz. Cada um é de uma tribo. E essa junção perigosa, aqui deu certo.

E como está sendo trabalhar com essa gente jovem?
Uma delícia. Eu acredito nessa televisão feita de uma forma inusitada, por quem não tem muita experiência. Apostar na ousadia da garotada, em valores e talentos novos, é algo de que o público gosta.

Como você transforma uma notícia séria em engraçada?
Tem que estar sempre antenado com tudo, uma coisa que sempre fiz por causa do meu trabalho como jornalista e blogueiro. Somos uma equipe de dez jornalistas que têm a pegada do humor, o jeito CQC de olhar para a notícia.

E como é esse jeito?
A gente entra numa mirada do espectador, de fazer perguntas que ele gostaria de fazer, de comentar, criticar de um jeito que o senso comum faria.

Você tem algum projeto paralelo?
Sim, faço meu blog pelo UOL e dou palestras sobre tecnologia e comunicação. Além disso, estou escrevendo um livro para crianças. Parte da audiência do CQC me conhece do Castelo Rá Tim Bum… Estou no rascunho do livro que ainda não tem nome.

 

 

 
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