Dez coisas sobre Fabrício Boliveira

O ator está no ar com o Didu de A Favorita, novela da Globo

“Amo o que faço. Sempre tive tino para 
teatro”, revela Boliveira
Foto: João Miguel Jr.

Conheça alguns “segredinhos” do ator baiano, de 26 anos, que trocou Salvador pelo Rio de Janeiro há três anos para estrear na TV, como Bastião, em Sinhá Moça, e não parou mais.

1. O SOBRENOME BOLIVEIRA
“É, de verdade. Todo mundo acha que é numerologia (risos). Em Cachoeira, no recôncavo baiano, tinha um cara com o mesmo nome do meu avô: João Oliveira. O cara era estelionatário e meu avô recebeu vários processos. Aí, ele mudou o sobrenome para Boliveira . É boa a minha história, né (risos)?”

2. SONHO DE CRIANÇA
“Vou dizer um sonho da minha criança de hoje: quero ter um barco. Pode ser um barquinho. Queria um barco e um trailer. Até mais do que o barco, assim posso carregar a minha casa.”

3. UMA ALEGRIA
“São tantas… A vida me deixar alegre… Neste momento (durante entrevista), estou feliz de ter um papo legal, tomar um café num lugar lindo (Jardim Botânico). Um instante é uma alegria.”

3. UMA TRISTEZA
“Fico muito chocado quando eu passo na rua e vejo várias pessoas dormindo na rua. É algo que tem mexido comigo. Escrevi até um curta sobre isso.”

4. MEDO
“De não conseguir ser feliz no que eu escolhi. De não conseguir ter um estado de felicidade dentro das minhas escolhas, profissionais e pessoais. Por ser escolhas, eu já me predisponho a estar feliz, mas não sei…”

5. RELIGIÃO
“Estou num momento de questionar muito coisa, ainda não encontrei o meu caminho.Estou observando, questionando, experimentando… Não sou só católico mais. Fui criado na religião católica, agora venho me aproximando do candomblé. A mitologia do candomblé é maravilhosa. Estou buscando tudo e não acredito em nada.”

6. ESCOLHA PROFISSIONAL
“Amo o que faço. Bate no coração, quando falo da minha profissão. Sempre tive tino para teatro. Eu tinha uma namorada que dizia: “Não faça direito, não”. Fiz vestibular para direito, mas tomei pau, graças a Deus. Aí, fiz para artes cênicas. Mas só fiz seis períodos.”

7. HOBBY
“Ler texto, gosto muito de teatro com os amigos, na minha casa. Adoro fazer isso: bater texto com coleguinha.”

8. GOSTO PELA EXPRESSÃO
“Tento escrever. Nada foi feito ainda. Mas eu me expresso, tento… Procuro mais alguma forma de me expressar. Eu queria saber pintar, fazer quadro, seria mais uma forma de me expressar. Escrevi um curta e quero dirigí-lo. Tenho muita vontade de dirigir. É mais uma forma de me expressar.”

9. DESEJA PARA A CARREIRA…
“Quero viver, experimentar tanta coisa na minha carreira. No momento, quero fazer cinema. Fiz um filme só: A Máquina. Quero fazer mais. É uma linguagem que eu posso aprofundar mais o meu trabalho. Cinema tem uma força comigo…. Quando vejo um filme, sabe aquela coisa de epifania… Você assiste a um filme e parece que deu um clique na sua cabeça. Isso acontece comigo. Eu vejo uma outra possibilidade de vida. E se alguém pensou aquilo é porque pode existir. Então, posso viver isso. Acho que cinema comunica mais do que TV e de teatro, às vezes. O teatro é só no instante, aquelas pessoas ali…”

10. MOMENTO MARCANTE
“Bastião, de Sinhá Moça, foi um marco e trabalhar com o Papinha (o diretor Rogério Gomes), a equipe dele, foi muito prazer. Tinha feito cadastro na Globo há uns quatro anos, em Salvador, e me chamaram para fazer o teste. Já saí de lá sabendo que o papel seria meu. A equipe do Papinha é um sonho, é só liberdade e prazer.”

Veja a entrevista de Fabrício Boliveira para Minha Novela