Humberto Martins e as semelhanças com Ramiro de “Caminho das Índias”

O ator já enfrentou situações de crise com seu irmão, parecidas com as de seu personagem

“Gosto muito de jogar golfe com minha 
família e de surfar”, conta Humberto 
Martins sobre as horas de lazer
Foto: Divulgação

As brigas entre os irmãos Ramiro (Humberto Martins) e Raul Cadore (Alexandre Borges), em Caminho das Índias, são bastante familiares para Humberto. O ator conta que já passou por uma situação parecida com seu irmão mais velho e, por coincidência, os dois também tocavam a mesma empresa. “Teve uma passagem da novela igual a que vivi com meu irmão, a gente trabalhava na mesma firma e se desentendia bastante, mas nunca aconteceu nada tão grave quanto o caso do Raul e Ramiro”, recorda o bonitão, que completará 48 anos dia 14 de abril.

O motivo do conflito entre os irmãos Cadore, de acordo com Humberto, ilustra bem o perfil de Ramiro, um empresário voraz, que quer o lucro acima de tudo e acaba tomando o espaço dos outros. “Não é tão bom a pessoa querer crescer demais, sem medida ou respeito com o próximo. A novela está mostrando vários lados, inclusive, o político”, lembra o ator.

Além da briga com o irmão, Ramiro ainda tem de aprender a lidar com a extrema fragilidade do filho Tarso (Bruno Gagliasso). Pressionado pelos pais, o rapaz vai desenvolver a esquizofrenia, doença mental com sintomas como alterações do comportamento, perda de contato com a realidade e alucinações.

Para se livrar de todo o estresse de um personagem tão complexo, nada melhor do que praticar esportes. E Humberto dedica boas horas de seu tempo livre a seus esportes favoritos. “Gosto muito de jogar golfe com minha família e de surfar. Pegar onda é muito prático e disponível, já que o mar está ali, para todo mundo. Também gosto de ler, navegar na internet e estar sempre perto dos meus filhos (Tamires, de 19; Humberto Filho, de 11, e Nicole, de 1 ano e meio)”, revela o galã carioca, que conseguiu se livrar dos papéis ‘descamisados’ das tramas de Carlos Lombardi e hoje vibra por poder dar vida a personagens diferentes. “A diversidade é ótima. Você tem que colocar em ação situações conflitantes e personalidades distintas. É bastante desafiador e sempre é um estímulo para o ator”, conclui.

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