Império: José Alfredo salva a vida de Cristina

Ele desconfia que a jovem é vigarista, mas passa a vigiá-la de perto e a resgata das garras de um bandido

O coração do Comendador começa a amolecer
Foto: TV Globo

Tantas vezes Cristina (Leandra Leal) aparece na porta da Império que, numa dessas, José Alfredo (Alexandre Nero) a surpreende e a interroga com rispidez, querendo saber, afinal, por que ela o espiona com tanta insistência.
 
Pressionada, a jovem revela que é filha de Eliane (Malu Galli) e que a mãe morreu há poucos dias. O magnata dos diamantes leva um choque e, por alguns instantes, relembra as cenas de amor que teve com a cunhada no passado. Mas nem consegue se refazer da surpresa, pois Maria Marta (Lilia Cabral) aparece a tempo de escutar tudo. Irritada, a perua diz que Cris é uma vigarista e a agride com outras palavras fortes.
 
Revoltada com tudo o que ouviu, Cristina foge, mas José Alfredo manda Josué (Roberto Birindelli) atrás dela.
 
Enquanto isso, Marta reclama com o marido e, mais uma vez, joga na cara dele que deverá transferir o comando da empresa a José Pedro (Caio Blat), e não a Maria Clara (Andreia Horta), a queridinha do milionário. “Ainda mais agora com esta pilantra aí (Cris), querendo entrar de gaiata na nossa fortuna”, dispara a megera.
 
José Alfredo despacha a mulher para casa e fica em sua sala na Império à espera de Cris. A estudante de direito chega com Josué e abre o jogo: está na miséria, seu quiosque no camelódromo pegou fogo e tem o sobrinho e a tia para sustentar, além do irmão preso.
 
O empresário está bastante balançado com a revelação de que tem uma filha com Eliane, mas não quer dar o braço a torcer e manda a jovem embora dizendo que não vai lhe dar um tostão furado.
 
Dias depois, o ex-contrabandista de diamantes vai até a casa dela em Santa Teresa e fica rondando por lá. Vê a jovem com o namorado, Fernando (Erom Cordeiro), que tenta fazê-la desistir de procurar o pai de novo. José Alfredo a acompanha e também a observa, toda carinhosa, com o sobrinho. E, para conhecer os hábitos da moça, passa a segui-la com frequência.
 
Numa noite em que Cris vai participar de uma reunião com outros proprietários de quiosques que se incendiaram no camelódromo para falar sobre a possível reconstrução do espaço, ela volta muito tarde e é atacada por um viciado em crack. Num impulso, Cris reage e o rapaz coloca um canivete em seu pescoço. José Alfredo vê tudo, desce do carro com um revólver e faz o homem sumir.
 
Em estado de choque, Cris cai nos braços do pai aos prantos. Primeiro, ele a abraça cheio de ternura, mas logo a afasta e a leva para casa. Vai ser dureza descongelar esse coração. A jovem agradece ainda meio confusa e entra em seu lar.