Isabella Santoni, de Malhação: ‘Os meninos são mais discretos. Olham, mas não chegam junto’

O trabalho em Malhação faz recordar o início da adolescência, a descoberta do amor e a sensação do primeiro beijo

A atriz conta que não é muito vaidosa. No dia a dia, só usa protetor solar com base, nada de batom
Foto: Eduardo Biermann

Com apenas 19 anos, Isabella Santoni já é cheia de histórias para contar. E Karina, sua personagem em Malhação, está despertando a recordação de algumas. Não à toa. Na novelinha teen, a jovem está desabrochando por causa da paixão que sente por Duca (Arthur Aguiar, 25), namorado da irmã, Bianca (Bianca Hamu, 24). Com isso, Isabella revive em cena as sensações da infância, época em que preferia jogar bola a brincar de boneca, e da entrada na adolescência, quando se arrepiou com o toque da mão do primeiro namoradinho. “Quando vejo o frescor da Karina, recordo que vivi tudo isso”, diz.

Em casa, Isabella diz não correr o risco de ver o conflito de sua personagem se repetir, pois a irmã, Nina, tem apenas 2 anos e 6 meses. Afirma que não há chance de disputar homem nem com as colegas. “Namorado de amiga, para mim, é mulher. Tem tanto cara no mundo, você vai querer logo quem gosta de sua amiga?”, diz a atriz, que garante estar solteira – apesar dos boatos de que estaria namorando Rafael Vitti, 18, o Pedro da trama. “Rafael é muito meu amigo, entramos juntos na faculdade”, conta ela, que interrompeu a graduação em artes cênicas para fazer Malhação.

Mesmo distante das trapalhadas amorosas da personagem, a atriz admite que as duas têm semelhanças. “Sempre fui mais chegada aos meninos. Tive um quê de Karina. Essa coisa de subir, pular de árvore… Ficava com as meninas, mas na hora de brincar, era com os meninos. Gostava de jogar futebol, vôlei… Sempre preferi brincar de bola do que de boneca”, conta a jovem, que chegou a treinar boxe na infância. “Era muito legal! Eu, novinha, com luvas rosas (risos). Não era comum menina de 10 anos fazer boxe.”

O primeiro beijo

Até o momento atual da personagem, que se descobre mulher, faz com que a atriz se reconheça. “Lembro do meu primeiro beijo, da primeira vez que fui ao cinema e o menino encostou a mão na minha. Do friozinho na barriga, da borboleta no estômago, do arrepio…”

Estreante na TV aberta – antes havia feito a série As Canalhas (GNT, 2013) -, ela garante que a exposição não fez com que aumentasse o assédio. “Os meninos são mais discretos. Olham, comentam, mas não chegam junto”, diz ela, que diz não ser muito vaidosa. “No dia a dia, é só protetor solar com aquela base para ficar bonita. Não ando com batom.” Na alimentação, passa longe dos excessos. “Como arroz integral, evito fritura, chocolate, refrigerante. Mas a gente vive numa doideira, então, deu vontade, como.”

A “doideira” da vida artística é grande, mas Isabella nem pensa em desistir. Embora a opção profissional tenha assustado a família. “Todos levaram um baque. Falavam: ‘Faz uma faculdade normal e continua estudando teatro’. E eu: ‘Gente, isso é normal! É a minha profissão’.”

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Foto: Eduardo Biermann

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