Lázaro Ramos fala sobre a segunda temporada de “Ó Pai Ó”

Roque volta mais vacilão, nas palavaras de Lázaro e faz até uma imitação de Michael Jackson quando decide buscar a fama

Lázaro Ramos
Foto: César França

Ele completou 31 anos no dia 10 de novembro, mas o jeito e o sorrisão de menino continuam os mesmos. Principalmente ao falar de Roque, seu personagem em “Ó Paí, Ó”, que apronta muito pelas ruas de Salvador nesta segunda temporada da série. “Ele volta mais vacilão. Encontra uma empresária, a Patrícia (Luana Piovani), é seduzido, depois volta ao normal”, conta o ator.

A moça lhe oferece, entre outras coisas, sucesso na mídia: “Roque fica num dilema: integrar-se ao sistema ou continuar ligado à comunidade”, diz Lázaro. A partir daí acontecem cenas cenas hilariantes, como Lázaro travestido de Michael Jackson, cantando “Black or White”. Mas ele acaba, mesmo, optando pelo “seu povo”.

Outras novidades vão mexer com o rapaz: Dandara (Aline Nepomuceno) dá um filho a ele e encanta Patrícia, provocando o ciúme do nosso anti-herói. Rola um clima entre elas, mas o diretor Guel Arraes garante que não chegarão aos “finalmente”.

Além de “Ó Pai Ó”, Lázaro está gravando o especial de Natal da Globo “Dó Ré Mi Fábrica” (prevista para ir ao ar em 23 de dezembro), no qual vive os gêmeos Ludovico e Arquimedes. E espera pelo resultado do Emmy Internacional. É que, no próximo dia 23, “Ó Paí, Ó” e “Natal do Menino Imperador” estarão na briga pelo prêmio máximo da TV.

Roque surge diferente nos próximos episódios de Ó Paí, Ó?
Ele mostra que tem falhas. Isso é importante para apresentar mais nuances da personalidade dele.

O personagem é um anti-herói?
O ser humano é um anti-herói. Não estou falando em mau-caratismo, em grandes maldades… Pequenas falhas fazem parte de todos nós. O importante é você saber o que é melhor fazer diante de todas as situações.

Ele fica preocupado com a possibilidade de o cortiço de dona Joana (Luciana Souza) desabar com todos os seus amigos…
Ele chama a Prefeitura para verificar a construção, claro que não quer que desabe. É muito ligado à sua comunidade. Mas isso gera uma grande confusão.

Como foi imitar Michael Jackson?
A ideia foi da Monique Gardenberg (diretora-geral). Era uma cena em que Roque precisava cantar e ela sugeriu a homenagem. Ensaiei alguns passos do Michael, mas a gente sabe que ele é inimitável. Foi um desafio.

Gravar em Salvador tem sempre um significado especial para você, não?
É ótimo! É a minha terra, e as pessoas vêm falar comigo como se fossem um parente qualquer.

“Ó Paí, Ó” e o “Natal do Menino Imperador” são candidatos ao Emmy Internacional. Como se sente?
Sei que vou ganhar (risos). Estou brincando! É uma honra e, claro, estamos todos na torcida.

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