Nova série da Netflix é mais ~Black Mirror~ do que “Black Mirror”

"Carbono Alterado" fala sobre um futuro em que você pode transferir suas memórias para outro corpo e viver eternamente.

Lembra quando todo mundo viciou em “Black Mirror” e a cada pouco alguém falava “caralho, isso é muito Black Mirror”? Pois bem, você vai pensar exatamente isso sobre a mais nova produção sci-fi da Netflix: “Carbono Alterado”Altered Carbon”, no título original.

Com estreia prevista para 2 de fevereiro, a série é um dos destaques do estande da Netflix na Comic Con Experience 2017, que rola até domingo (10), em São Paulo. Por lá a gente viu algumas peças do figurino e também réplicas ultra realistas de corpos humanos embalados em sacos, como carne. Achou estranho? Calma que a gente explica.

Baseado no livro homônimo de Richard Morgan, “Carbono Alterado” se passa no século 25 e mostra que a ciência evoluiu a ponto de impedir que as pessoas morram. Através de um chip, você pode armazenar suas memórias e carregá-las em um novo corpo para voltar a viver.

“Viva para sempre no corpo que você merece”, diz o comercial da Psichasec, a empresa responsável por fazer com que isso seja possível.

Na trama, um ex-militar – que já morreu e voltou à vida – precisa investigar um assassinato. O cara que o contratou é a própria vítima – um homem que está vivendo em um novo corpo, mas não tem lembranças sobre o crime. Em meio a esse mistério, o protagonista acaba descobrindo uma conspiração perigosa e se depara com a ética completamente distorcida desse ideal de imortalidade. 

Ao ver certas imagens da série é impossível não lembrar de “Blade Runner”, que faz parte do mesmo subgênero de “Carbono Alterado”: o cyberpunk. Trata-se de uma ramificação da ficção científica que apresenta cenários de futuro distópico em que a tecnologia é super avançada, mas a maior parte da população não tem qualidade de vida.

Confira mais imagens da série:

E as réplicas humanas assustadoramente reais que a gente viu na CCXP :

 (Reportagem/MdeMulher)

 (Reportagem/MdeMulher)

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 (Reportagem/MdeMulher)

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